domingo, 5 de julho de 2009

NO SILÊNCIO DA NOITE...



NO SILÊNCIO DA NOITE...


Vou caminhando devagar

Pois mesmo não aparentando

Os anos que me pesam o corpo...

Já tive pressa

Conhecer a marcha

Seguir em frente

Ir adiante...

Tenho vários ciclos a fechar ainda

Antes que a vida

diga: "É finda! é hora de entrares na Berlinda..."

Plantei várias árvores

Estou criando duas filhas

Mas meu livro(meus livros)... estou lendo

Quando cai uma estrela

No escuro da noite

Minha garganta engole uma lágrima...

Amarga de saudade por algo que não pôde ser

Hoje eu estou só...

Mas a Alma sempre acompanhado

Pela lembrança de ti...




sábado, 4 de julho de 2009

Sei lá...

Estou pasmo com a confusão que está na minha cabeça, escrevi sobre 3 diferentes assuntos no Word mas aqui estou, sem saber o final dos 3 posts que gostaria de publicar. "Sei lá" por qual motivo, mas os distúrbios de uma mente poluída estão fazendo efeitos e expandindo-se para meu reciocínio lógico, já que não consigo nem terminar uma soma simples.
Talvez seja o excesso de café durante o dia, ou o excesso de descanço, ou o excesso de baladas... Quem sabe os três juntos?
Reflita: Quem muito pensa, pouco faz... (...)Mas quem pouco pensa, muito erra...(...)Quem muito erra logo chega à perfeição!

A conclusão: To rindo à-toa!

... ou será amnésia ?

Pedindo uma pizza em 2020 !!!!!!!!!!

* Telefonista: Pizza
> Hot, boa noite!
>
>
> * Cliente: Boa
> noite!
> Quero encomendar pizzas...
>
> * Telefonista:
> Pode me dar o seu NIDN?
>
> * Cliente: Sim, o meu número de
> identificação nacional é
> 6102-1993-8456-54632107.
>
> * Telefonista: Obrigada, Sr.Lacerda.
> Seu endereço é Avenida Paes de Barros, 1988 ap.
> 52 B, e o número de
> seu telefone é 5494-2366,
> certo? O telefone do seu
> escritório da Lincoln Seguros
> é o 5745-2302 e o seu celular é
> 9266-2566.
>
>
> * Cliente: Como você
> conseguiu essas informações todas?
>
> * Telefonista: Nós estamos
> ligados em rede ao Grande Sistema
> Central.
>
> * Cliente: Ah, sim, é
> verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma de
> quatro queijos e outra de
> calabresa...
>
> * Telefonista: Talvez
> não seja uma boa idéia...
>
> * Cliente: O quê?
>
> * Telefonista: Consta
> na sua ficha médica que o Senhor sofre de
> hipertensão e tem a taxa de
> colesterol muito alta. A lém disso, o seu seguro
> de vida proíbe
> categoricamente escolhas perigosas para a sua
> saúde.
>
>
> * Cliente: É você tem razão! O que
> você sugere?
>
> * Telefonista: Por que o Senhor não
> experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e
> rabanetes? O Senhor
> vai adorar!
>
>
> * Cliente: Como é que você sabe que vou
> adorar?
>
> * Telefonista: O Senhor consultou o
> site 'Recettes Gourmandes au Soja' da
> Biblioteca Municipal, dia 15 de
> janeiro, às 4h27minh, onde permaneceu conectado
> à rede durante 39
> minutos. Daí a minha
> sugestão...
>
>
> * Cliente: OK está bem! Mande-me duas
> pizzas tamanho família!
>
> * Telefonista: É a escolha certa para o
> Senhor, sua esposa e seus 4 filhos, pode ter
> certeza.
>
> * Cliente: Quanto é?
>
> * Telefonista: São R$ 49,99...
>
> * Cliente: Você quer o número do
> meu cartão de crédito?
>
> * Telefonista: Lamento, mas o Senhor vai ter
> que pagar em dinheiro. O limite do seu
> cartão de crédito já foi
> ultrapassado...
>
> * Cliente: Tudo bem, eu posso ir
> ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a
> pizza...
>
> * Telefonista: Duvido
> que consiga! O
> Senhor está com o saldo negativo no
> banco.
>
> * Cliente:
> Meta-se com a sua vida!
> Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro.
> Quando é que entregam?
>
> * Telefonista: Estamos um pouco atrasados,
> serão entregues em 45 minutos. Se o Senhor
> estiver com muita
> pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar
> duas pizzas na moto
> não é aconselhável, além de ser perigoso......
>
>
> * Cliente: Mas que história é
> essa, como é que você sabe que eu vou de
> moto?
>
> * Telefonista: Peço desculpas, mas
> reparei aqui que o Sr. não pagou as últimas
> prestações do carro e ele
> foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então
> pensei que fosse
> utilizá-la.
>
> * Cliente:
> @#%/§@&?#>§/%#!!!!!!!!!!!!!
>
> * Telefonista: Gostaria de pedir ao Senhor
> para não me insultar... Não se esqueça
> de que o Senhor já
> foi condenado em julho de 2006 por desacato em
> público a um Agente
> Regional.
>
> * Cliente: (Silêncio)
>
> * Telefonista: Mais alguma coisa?
>
> * Cliente: Não, é só isso... Não,
> espere.... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola
> que constam na
> promoção.
>
>
>
> * Telefonista: Senhor, o regulamento da nossa
> promoção, conforme citado no artigo 3095423/12,
> nos proíbe de vender
> bebidas com açúcar a pessoas
> diabéticas...
>
>
> * Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!!
>
>
>
> Vou me
> atirar pela janela!!!!!
>
> * Telefonista: E
> machucar o joelho? O
> Senhor mora no andar térreo!
>
>
>
>
> kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
>
>
> E
> VIVA A GLOBALIZAÇÃO!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

"Frase do dia!!

"Peraí, gente! Eu estou quase conseguindo tirar ela dessa vida!"

Luiz Metz,ele foi com os amigos pra zona, mas não tinham dinheiro. Quando o povo quis ir embora e ficou enchendo o saco dele, o cara soltou essa frase.

Nota: Já tem 6 anos que isso aconteceu, mas é motivo de zoação até hoje...

"Frase do dia!!

"Minha vida é muito boa. Os dias é que são péssimos."

Luis de Curitiba


Nota: O Luis, amigo meu, me enviou essa por e-mail.
Nota2: Me identifiquei completamente com essa frase...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

D'Alessandro... e a máquina vermelha de fazer gols"
















D'Alessandro foi exorcizado....

Em 2003, ele foi o principal jogador do River Plate.

Conduziu como um maestro a equipe argentina diante do Corinthians no Morumbi.

Obrigou o treinador Geninho a gritar para o jovem lateral Roger para marcá-lo mais forte.

Ao gritar o famoso 'pega, pega, pega', o treinador despertou estranha reação no seu jogador.

Roger entendeu como ordem para dar um pontapé no argentino.

Acabou expulso.

Foi humilhante para ele e, principalmente, para os corintianos que viram a eliminação das oitavas-de-final da Libertadores.

Nem bem começava no futebol, o jogador estava queimado.

D' Alessandro fez parte do inconsciente coletivo...

De quem torce para o único time grande paulista que não venceu a Libertadores.

Bastava ouvir seu nome e vinha uma estranha tremedeira.

O reencontro entre D'Alessandro e os corintianos, em um jogo decisivo, foi ontem.

E veio o doce gosto da vingança.

Sem precisar apelar para os pontapés.

Ao contrário, até.

Foi anulado diante da boa marcação de Cristian e Elias.

Sua principal atitude ontem foi ridícula.

Correu em direção do zagueiro William.

O argentino que havia sido expulso queria arrastar um jogador corintiano.

Só que não tinha pela frente um novato.

Foi perfeita a postura do grandalhão William que poderia arrebentar D'Alessandro.

Se segurou.

A humilhação desta vez ficou para o ex-jogador do River Plate.

O prato frio da vingança corintiana demorou seis longos anos.

Mas teve um gosto inesquecível.

Ouvir o nome D' Alessandro hoje desperta um sorriso largo em qualquer corintiano.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Frase do dia"

"Fico me perguntando quem foi que contou pra esse povo que meu pinto é pequeno..."


Adriano*, meu amigo que pediu pra não ser identificado, ao comentar comigo que só tem recebido e-mails com o assunto "enlarge your penis".

Nota: O nome do autor dessa frase foi trocado, a fim de preservar a identidade real dele.

Nota²: Eu ri demais quando ele disse essa frase!!! Hahahahaha!!!

Maltratanto

Tentei subornar pessoas e, por conseqüência, enganar minha mente. Fiz dribles magníficos sobre meu passado. Pisoteei centenas de lembranças cujas quais julguei como sendo inúteis. Maltratei sentimentos com o ar de meu desinteresse. Engoli farpas de rancor e ódio advindas de pessoas com sentimentos coligados ao meu desprezo. Sofri diarréias de lamúrias pelo que tentei ser, mas ao final das tentativas tudo que via era merda descendo pela privada.
Hoje, tudo que sinto é o que deixei de sentir, dando espaço ao prazer da vida e ao ódio à ignorância e estupidez dos que dizem ser os melhores, porém suas carcaças humildes e pobres demonstram a imbecilidade da vida de seres com complexo de inferioridade.

Aos estupidos de plantão

A estupidez é a qualidade ou condição de ser estúpido, ou a falta de inteligência, ao contrário de ser meramente ignorante ou inculto. Esta qualidade pode ser atribuída às ações do indivíduo, palavras ou crenças. O termo assim também pode se referir ao uso inadequado do juízo, ou insensibilidade a nuances por uma pessoa que se julga inteligente. A determinação de quem é estúpido é relativamente difícil, apesar das tentativas de medir-se a inteligência (e assim estupidez) tais como testes de QI. O adjetivo também pode ser usado como um pejorativo.

Recentemente uma grande quantidade de atenção foi dada sobre outra classe de estupidez: ações estúpidas por esses que são muito educados.[carece de fontes?] Em anos recentes um número de noções tal como o groupthink (pensamento de grupo) foi desenvolvido para explicar isto. Isto é um tema claramente novo para pesquisadores e há ainda poucos trabalhos acadêmicos no assunto, embora já no Século XIX Oscar Wilde tenha escrito que "não há nenhum pecado, exceto a estupidez". [

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Frase do dia

"Ser gremista é o sonho delirante de não conseguir ser na vida outra coisa"
(Paulo Santana)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mulheres inteligentes têm mais orgasmos







Os pesquisadores na Inglaterra, conhecidos mundialmente no Brasil por seus estudos polêmicos, este mês publicaram mais um. Mulheres com quociente emocional (QE) alto têm mais orgasmos. Não pare de ler, explicarei.


Andrea Burri e Tim Spector, cientistas da tradicional universidade londrina King’s College, pediram para que 2.035 gêmeas, com idade entre 18 e 83 anos, respondessem um questionário sobre seu comportamento sexual e desempenho na cama. Misturadinho, havia perguntas para testar o QE das moçoilas.

Segundo os pesquadores em questão, mais de 30% das mulheres sofrem com o Transtorno do Orgasmo Feminino. Um nome bonito para resumir que elas não conseguem ou acham difícil atingir o clímax durante o sexo.

Daí… rá. Burri e Spector queriam saber o quanto a capacidade de lidar com as próprias emoções e a dos outros – isto é o chamado quociente emocional - está associada à frequência de orgasmos durante o sexo e a masturbação.

Conclusão: as entrevistadas com maior QE têm mais orgasmos. Independente da escolaridade, idade, gordurinha a mais, menopausa ou se as entrevistadas sofreram abuso sexual. A prazerosa pesquisa foi publicada na revista científica “The Journal of Sexual Medicine” - veja aqui o resumo dela, em inglês.



Hmm… não entendi. Repete?

Os cientistas acreditam que essas mulheres usam sua inteligência emocional para dizer o que gostam e suas expectativas ao ficante, namorado (a), marido (a), namorido (a), carinha da balada ou qualquer que seja o sortudo (a) da vez. Ou se sentem livres para serem felizes sozinhas, se é que me entende.

O resultado até parece óbvio, mas conhecemos exceções. Pontualmente “g” falando, confira quais são:

mulheres com indiscutivelmente péssimo QE, mas sortudas entre quatro paredes;
as extrovertidas, felizes e contentes populares, só que fechadas com relação ao sexo;
as famosas mocinhas “mineirinhas”, tímidas socialmente e um arraso juntamente.
Monique Evans disse que teve orgasmo depois da maturidade. Vera Fisher não faz sexo há dois anos. Suzana Vieira, para muitos, é realizada entre quatro paredes. Será que o estudo não se enquadra ao nosso heterogêneo país? Me responda você, mulher gente como a gente.

De qualquer maneira, é melhor se garantir. Não basta ter QI, tem que investir no QE. Coloque em prática nossa intrínseca habilidade feminina de falar pelos cotovelos para se expressar mais e, de preferência, claramente. E, aí, foi bom para você?


Isis Nóbile Diniz é jornalista com especialização em divulgação científica. A frustrada cientista maluca escreve no blog Xis-Xis.

Outros artigos escritos por Isis Nóbile Diniz Se gostou desse, leia também
Sindicato Feminino
Penso em sexo o dia todo
Orgasmo Feminino, onde acho?
Poligâmicos vivem mais que monógamos. E daí?
Infidelidade Online

Frase do dia

A regra é não ter regras....

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Sp3 fm a Rádio que moveu minha vida enquanto esteve no AR!!!!

A Sp3 acabou, e com ela vai parte de mim,


Entre setembro de 2001 a julho de 2004 estive a frente da coordenação artística, e logo após permaneci até o seu final no inicio de junho.

Apresentei alguns grandes shows:

Pitty,Ira,Zezé di Camargo e Luciano,Grupo Revelação,Latino,Papas,Fevers entre outros tantos.

Fica aqui o meu sentimento de dever cumprido

Quer saber o que me fez feliz pra caramba ao longo dos últimos 8 anos? Você. É, você, que ouviu a Sp3 FM um pouquinho ou um poucão; que acompanhou os nossos programas, ganhou prêmios, se divertiu, chorou, participou, se emocionou; você que ligou pra gente pra meter a boca — e nos ajudou a ser melhores do que éramos, ao corrigir nossas falhas. Você que entendeu o sentimento que moveu a nossa equipe e correspondeu.

Ao longo dos oito anos, a cada vez que dizíamos: “Somos líderes de audiência”, estavamos dizendo que éramos felizes, muito felizes e orgulhosos por fazermos o que amamos não apenas PARA QUEM amamos, mas COM QUEM amamos.

A você, ouvinte querido, que fez da Sp3 FM com a gente nesses 8 anos, desejo em nome de toda a nossa equipe, o nosso muito obrigado".



Lactose

Eu sou um dos milhões de pessoas pelo mundo com sensibilidade a lactose. Quem tem essa parada, não deve tomar leite ou comer derivados - queijos, doces, bolos e outras coisas que levem o suquinho de vaca na receita.

Existe uma droga chamada Lacdose, que resolve o problema temporariamente. Ou seja, você ingere os comprimidos e pode comer o que quiser. Só tem um porém: tá em falta no país inteiro, é mole?

Paciência. Sobreviverei. Como costuma dizer o meu amigo Flávio quando alguma coisa não tá legal: "No Iraque tá bem pior."

sexta-feira, 12 de junho de 2009

12 casais inesquecíveis da música internacional

A influência que músicos sofrem de seus pares costuma ser determinante não só na vida pessoal de cada um, mas também na produção artística deles. Muitas vezes, as esferas amorosas e afetivas colidem com a profissional, causando desdobramentos imprevisíveis. Nesse Dia dos Namorados, confira 12 casais inesquecíveis da música pop internacional e algumas de suas histórias.



John Lennon e Yoko Ono - o eterno casal da música














Paul McCartney e Linda – amor, meu grande amor

Keith Richards e Anita Pallenberg – sexo, drogas e rock’n’roll

Kurt e Courtney – “stress, depressão e síndrome do pânico”

Serge Gainsbourg e Jane Birkin - "Eu te amo você, já não dá prá esconder, essa paixão"


Phil Spector e Ronnie Spector – neurose, psicose e outros distúrbios

Mark Smith e Brix Smith – odeio te amar

Ike e Tina – entre tapas e beijos


Sid e Nancy – tragédia passional?

Fred 'Sonic' Smith e Patti Smith – “amor, sublime amor”

Andy Williams e Claudine Longet – o caso da viúva negra

Thurston Moore e Kim Gordon – rock me, babe!



Prefere outro casal? Qual????

Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente

Trabalho desenvolvido no 3º Período da UNIPÊ (Centro Universitário de João Pessoa)

Os profissionais da voz são todos os indivíduos que tem como seu instrumento de trabalho a VOZ, ou seja, dependem da voz para exercer a sua profissão.

Os chamados profissionais da voz são: Cantores, Atores, Professores, Pastores e Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Dubladores, Vendedores, etc.

A voz é algo tão característico e importante como a nossa própria fisionomia e impressão digital ela varia de acordo com o sexo, idade, profissão, personalidade, estado emocional e a intenção que a usamos. É através da nossa voz que expressamos nossos sentimentos, emoções, idéias e pensamentos. Ela também mostra quem nós somos, além de conseguimos nos comunicar com outras pessoas só utilizando a voz, como por exemplo em uma conversa ao telefone, e seremos compreendidos perfeitamente.


Continua - http://www.fonoaudiologia.com/trabalhos/estudantes/estudante-005.htm

Futebol brasileiro sobrevive à crise

A crise financeira que assola o mundo está longe de chegar ao futebol. Somente nesta semana ocorreram duas das maiores transações do mundo da bola, ambas concretizadas pelo Real Madrid, da Espanha, com as aquisições de Kaká e Cristiano Ronaldo. Este último pela bagatela de 94 milhões de euros, jogador mais caro na história do esporte.

No entanto, não é só na Europa em que o futebol está cada vez mais inflacionado. No Brasil, os salários dos jogadores ficam, a cada ano, mais exorbitantes. Em 2000, por exemplo, apenas quatro jogadores ganhavam mais de 200 mil reais: Romário, Edmundo, Raí e Rincón. Em 2006, eram três: Zé Roberto, Petkovic e Rogério Ceni. Porém, de três anos pra cá, esse número cresceu desorientadamente.

Confira o ranking dos maiores salários do futebol brasileiro levantado pela Revista Placar, em sua edição de junho deste ano (valores em milhares de reais):



1º Ronaldo (Corinthians) / R$ 1.133

2º Adriano (Flamengo) / R$ 362

3º Nilmar (Internacional) / R$ 360

4º Fred (Fluminense) / R$ 350

5º Leandro Amaral (Fluminense) / R$ 280

6º Kleber (Cruzeiro) / R$ 280

7º Thiago Neves (Fluminense) / R$ 270

8º Edmilson (Palmeiras) / R$ 240

9º Rogério Ceni (São Paulo) / R$ 230

10º Washington (São Paulo) / R$ 220

> O salário de Ronaldo chega a este valor com os 80% a que ele tem direito sobre valores de patrocínio de manga e calção do uniforme.

> O Flamengo paga apenas cerca de 40% do salário de Adriano. O restante do valor é pago pela Olympykus, que garante um mínimo de R$ 200 mil ao atacante por mês pela venda de produtos com seu nome.

> Marcos, goleiro do Palmeiras, tem um salário fixo de R$ 200 mil, mas pode receber 50% a mais dependendo da quantidade de jogos que participar na temporada.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Locutores e ou """ de Rádio - 'Onde os fracos não tem vez'

"RADIALISTA" RUIM É COMO PROSTITUTA COM DOCUMENTAÇÃO VENCIDA, FAZ TUDO PARA APARECER!

Se é que podemos chamar de radialista alguns """"(radialistas) que caíram de paraquedas no rádio....


Os novos gênios do rádio estão confusos, porque acreditam que o moderno radialismo é isso que ai está: locutores metralhadora, todos muito parecidos, programações pasteurizadas, humoristas histéricos, imitadores de tudo e outras baboseiras. Isso é só um resumo do que fizeram com o rádio nestes últimos anos.


Conheci algumas dessas figuras que formam grupinhos e que não prestigiam o grupo, os salvadores da patria, que tem a solução pra tudo, e vão mudar, mudar, mudar, mudar, mudar e como toque de mágica o faturamento vai chegar ao ponto máximo.



O fato é que há excelentes radialistas, muitos desempregados, que poderiam fazer isso tão bem quanto esses famosos, sem vícios, sem vulgaridade.

Tudo isso para refletirmos sobre as conseqüências da falta de interesse e de investimento no rádio e no radialista. Estão limitando a carreira, diminuindo espaços e, logo, logo, não teremos mais radialistas autênticos, mas um grupo de atores fazendo pontas no rádio e centenas de recém formados aventurando-se em projetos “inovadores”, sem talento ou qualidade.







O azarão

Tinha dado tudo errado de novo. O assalto foi um fiasco. A loja não tinha grana, o carro da fuga quebrou, o motorista da quadrilha fugiu a pé e os “meganha” cercaram o quarteirão em questão de segundos. Parecia até que tinham sido avisados antes. Mas não foram. Era maré de azar mesmo. Jair, quando se viu encurralado no beco, com um “três oitão” enferrujado na mão e na mira de um monte de policiais apontando as ponto 40 e as “metranca”, já sabia que a “casa tinha caído”. Não dava pra resistir.

Um mês antes ele tinha conseguido fugir da cadeia, durante um motim. “Tava” nesta vida desde que era “de menor”, quando começou a fumar maconha e furtar carros para depenar. Depois foi se aprimorando no mundo do crime, mas parecia que uma coruja tinha cagado na cabeça dele. A grande maioria de seus roubos não dava certo. Passava mais tempo na prisão do que na rua.

Antes as cadeias ainda eram mais suportáveis. Tinha espaço nas celas, banho uma vez por semana, dava pra ir à privada quando quisesse, e a comida era razoável. Mas parece que todo mundo resolveu virar bandido e as celas foram ficando entupidas de gente. Gente não, de bicho, porque o tratamento começou a ficar pior do que o que é dado aos porcos em chiqueiros. Os bichos ainda podem chafurdar na lama, os presos nem isso.

Em segundos, como se fosse um filme, tudo passou pela cabeça de Jair. Não que ele quisesse um tratamento de luxo na prisão. Afinal era marginal e marginal tem que penar! Mas um pouco de humanidade também não iria fazer mal a ninguém. Na cela, onde deveriam ter oito homens, amontoavam-se 30 ou 40. Não perguntem como, pois nem ele sabia explicar. Pra dormir era na base do revezamento. Uns deitavam, outros ficavam de pé. E tinha nego que já tinha até aprendido a dormir em pé, como cavalo. Coisa de louco. Urinar, só nas garrafas pet, porque não tinha sistema de esgoto que não estourasse com todo aquele povaréu. O resto então, só se podia fazer quando os “polícia” tinham tempo e boa vontade de abrir o xadrez pra deixar a turma se aliviar.

O cheiro era insuportável. Misturava chulé com sovaco, suor, cigarro, pum, arroto e sabe Deus mais o quê. Piolho e doença de pele eram tão comuns que ninguém mais ligava. O pessoal só ficava com a pulga atrás da orelha quando aparecia um com alguma peste diferente. Ninguém queria morrer na cadeia, principalmente de doença.

Se aquilo tudo não era o inferno, com certeza era o purgatório, como tinha ouvido falar em algumas aulas de catecismo que freqüentou quando ainda era bem menino. Duro pensar em voltar pra lá. Ainda mais agora que já tinha se acostumado com a luz do sol, coisa que ficou anos sem ver. Sua pele, que estava em tom esverdeado, já havia até recuperado um pouquinho da cor.

Ia ter que puxar um montão de cadeia, ainda mais depois da fuga. A situação ia ficar cada vez pior. O grito de um policial mandando baixar a arma o fez retornar à realidade. Tinha pelo menos uma chance de escolha. Ou voltar para a cela ou dar um basta em tudo aquilo. Queria pensar rápido, estava sob pressão. Mais viaturas se aproximavam, as sirenes dos carros o atordoavam e o suor lhe empapava as roupas que tinha conseguido furtar, dias antes, de um empório de bacanas. Era agora ou nunca!

Voltou seu rosto para o sol, para admirá-lo pela última vez. Apontou o “três oitão” pra cabeça e puxou o gatilho.

Jair só foi acordar horas depois, no hospital, algemado na maca. A munição velha que tinha no revólver serviu somente para provocar um ferimento leve. Iria sobreviver e amargar mais alguns longos anos de “cana”. “Baita azar”, pensou, conformado com seu destino.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Dignidade não tem preço

Dizem que a ocasião faz o ladrão, o hábito faz o monge e o homem é produto de seu próprio meio. As frases merecem reflexão. Quem está acostumado a transgredir pode pensar que todos os demais ao seu redor também são transgressores. Por outro lado, quem pauta a vida de forma correta, tende a crer que os outros fazem o mesmo.

Para alguns, é motivo de glória puxar o tapete de alguém, enganar o próximo, tirar vantagem em tudo, e se puder, lucrar uma graninha extra "sacaneando" um ou outro. Já para outros, trabalhar honestamente, honrar o nome que carrega, ajudar alguém em apuros, servir aos mais necessitados, e usufruir apenas do dinheiro que ganha suando a camisa, são motivos suficientes para ser absolutamente feliz.

O duro é separar o joio do trigo. É convencer o "malandro" de que se pode (e deve) viver com os próprios meios e de consciência tranquila. Não há dinheiro no mundo que pague a honra e a honestidade. Pensando nisso, duas jornalistas sentaram para conversar. Uma ainda em início de carreira. A outra, quase "pendurando as chuteiras" após 30 anos de luta. Ambas haviam trabalhado numa mesma matéria, numa parceria salutar em que a experiência e a empolgação se misturam.

O resultado foi uma denúncia grave, de que um policial havia se envolvido num caso de furto de caminhão. Até então comentado à "boca pequena" o fato ganhou as ruas e caiu na "boca do povo". E, é claro, provocou indignação. Apesar disso e da gravidade da situação, as autoridades responsáveis pelo esclarecimento do caso não se manifestaram. Um lacônico "estamos investigando" cria uma cortina de fumaça que arde aos olhos dos esperançosos por um mundo justo e melhor.

Não bastasse todo o problema (que ainda aguarda solução), a malandragem de plantão achou por bem arrumar um "bode expiatório" (um não, dois) para justificar a denúncia. Passou a dizer que as duas jornalistas tinham ganho um "bom dinheiro" para publicar a história e que tudo não passa de armação política na briga pela direção de um sindicato.

É, assim fica tudo muito mais simples. Bota a culpa na imprensa e se sai de fininho, sem maiores explicações. Afinal, amanhã surge um novo escândalo e ninguém mais vai lembrar deste, não é mesmo? O que a malandragem não sabe, é que não existe "bom dinheiro" suficiente para comprar dignidade, respeito e confiança. As duas jornalistas sabem muito bem disso. Carreira não se vende e não se coloca em jogo.

Fica o aviso: que venham outros escândalos, que serão igualmente denunciados sem se cobrar nada, apenas a verdade.