Trechos da palestra do
> Faustão,
> no dia 07 de novembro, na Semana da Comunicação na USP em São Paulo. A
> primeira palestra da Semana da Comunicação foi feita por ele.
>
>
> Domingão 'Esse horário é jogo duro, o cara tem que agradar pai,
mãe, nona,
> cachorro - tá todo mundo vendo TV no domingo de tarde. Por isso não
posso
> ser arrogante e querer dar uma de intelectual, tenho que ser cúmplice do
> público, levar pra lá o que ele quer ver. Se fosse por mim, 90% dos
> artistas
> que cantam no programa não iriam, não tocam na minha casa. Sabe por que
> existe espingarda de dois canos? Pra matar dupla sertaneja. Agora, tem que
> ter o limite entre o popular e o apelativo. Pode ver, todos os programas
> que
> partiram pra apelação pura saíram do ar.. O próprio público
abandona.'
> Big
> Brother 'Eu acho uma desgraça, ruim, uma merda mesmo. O Big Brother
é um
> fenômeno que só faz mal pra televisão, dá a impressão de que todo
mundo
> que
> trabalha no meio vive de festa, é vagabundo. Além do mais, o programa
> deveria mostrar todas as camadas sociais, fazer um confronto mesmo. Em vez
> disso bota lá garotão com garotona pra ver quem vai se pegar. Olha o
> Alemão,
> o cara é simpático e tal, mas saiu do BB e foi dançar no meu programa.
O
> que
> aconteceu? O próprio público mandou ele pra casa. Depois foi pro
> Fantástico
> e só fez merda.' Novelas e panelas 'Acho novela um troço
horrível, não
> assisto. Aliás, se tivesse que ser pago pra ver televisão eu queria o
> dobro
> do que ganho. Não que eu ache novela mal feita, mas tem um problema de
> ritmo: ou é muito lenta, ou muito afobada. Além do mais, hoje em dia o
> autor
> manda mais do que o diretor, então sempre escala os mesmo atores, é uma
> panela. Aí fica só aquele chiadinho carioca, um saco mesmo.'
> Independência
> ao RIO GRANDE DO SUL
>
> 'Acho que o Rio Grande do Sul tinha mesmo era que se separar do
Brasil,
> falando sério.O povo de lá tem um nível de educação superior, além
de uma
> série de outras coisas. O gaúcho tem uma qualidade que falta ao Brasil,
> ele
> sabe se posicionar, toma partido, tem um talento nato pra isso. No resto
> do
> país é todo mundo em cima do muro, o que é péssimo em todos os
sentidos.
>
> Falo como paulista e garanto: a maioria dos brasileiros tem inveja dos
> gaúchos.'
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Pois é.
O Brasil tem milhões de brasileiros que
gastam sua energia distribuindo
ressentimentos passivos.
Olham o escândalo na televisão e
exclamam 'que horror'.
Sabem do roubo do político
e falam 'que vergonha'.
Vêem a fila de aposentados
ao sol e comentam 'que absurdo'.
Assistem a uma quase pornografia
no programa dominical de televisão
e dizem 'que baixaria'.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto!
Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa'.
Pois recentemente estive em Porto Alegre,
onde pude apreciar atitudes com as quais
não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não
existe na São Paulo que, sendo de
todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul,
palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional.
Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador
anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa,
todo mundo cantando a letra!
'Como a aurora precursora /
do farol da divindade, /
foi o vinte de setembro /
o precursor da liberdade '
.
Em seguida um casal, sentado do meu lado,
prepara um chimarrão.
Com garrafa de água quente e tudo.
E oferece aos que estão em volta.
Durante o evento, a cuia passa de
mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca
na bomba, mesmo pessoas que não se
conhecem. Aquilo cria um espírito de
comunidade ao qual eu, paulista,
não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru,
nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar
o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que
São Paulo tem hino? Pois é...
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos'
se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de 'basta' contra
os escândalos, a corrupção e o deboche
que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva,
algo que há muito não existe em São Paulo.
Os paulistas perderam a capacidade
de mobilização. Não têm mais interesse
por sair às ruas contra a corrupção.
São Paulo é um grande campo de refugiados,
sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.
Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa
cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito - se vier - só poderá
partir das comunidades que ainda têm
essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos
é que levantarão a bandeira. Que buscarão
em suas raízes a indignação que não se
encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho
me juntarei a eles.
De minha parte, eu
acrescentaria, ainda:
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'
Arnaldo Jabor
gastam sua energia distribuindo
ressentimentos passivos.
Olham o escândalo na televisão e
exclamam 'que horror'.
Sabem do roubo do político
e falam 'que vergonha'.
Vêem a fila de aposentados
ao sol e comentam 'que absurdo'.
Assistem a uma quase pornografia
no programa dominical de televisão
e dizem 'que baixaria'.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto!
Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa'.
Pois recentemente estive em Porto Alegre,
onde pude apreciar atitudes com as quais
não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não
existe na São Paulo que, sendo de
todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul,
palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional.
Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador
anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa,
todo mundo cantando a letra!
'Como a aurora precursora /
do farol da divindade, /
foi o vinte de setembro /
o precursor da liberdade '
.
Em seguida um casal, sentado do meu lado,
prepara um chimarrão.
Com garrafa de água quente e tudo.
E oferece aos que estão em volta.
Durante o evento, a cuia passa de
mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca
na bomba, mesmo pessoas que não se
conhecem. Aquilo cria um espírito de
comunidade ao qual eu, paulista,
não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru,
nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar
o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que
São Paulo tem hino? Pois é...
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos'
se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de 'basta' contra
os escândalos, a corrupção e o deboche
que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva,
algo que há muito não existe em São Paulo.
Os paulistas perderam a capacidade
de mobilização. Não têm mais interesse
por sair às ruas contra a corrupção.
São Paulo é um grande campo de refugiados,
sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.
Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa
cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito - se vier - só poderá
partir das comunidades que ainda têm
essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos
é que levantarão a bandeira. Que buscarão
em suas raízes a indignação que não se
encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho
me juntarei a eles.
De minha parte, eu
acrescentaria, ainda:
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'
Arnaldo Jabor
*A família em primeiro lugar *
O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja,
> escreveu
> em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte:
>
> *Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente
> minha
> vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que
> eu.*
>
> *O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para
> almoçar
> com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos
tinham
> de ir até ele.*
>
> *Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no
> olho
> esquerdo.* "Bobagem minha", *pensei. Homens não choram,
especialmente na
> frente dos outros.*
>
> *Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente.
> Fiquei
> imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se
> lembrado dos impostos pagos no dia.*
>
> "Minha filha vai se casar amanhã",* disse sem jeito,*
"e só agora
> a
> ficha caiu. Percebo que mal a conheci.
>
> Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria
filha.
> Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à
> família."
>
> *Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e
> sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria
> seguir uma carreira assim.*
>
> *Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição
tão
> aceita
> por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e
> trabalho.
> Será que dá?*
>
> *O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo
atarefado
> que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao
> campeonato mirim de seu filho.*
>
> *Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e
> família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina
com
> o
> pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.*
>
> *Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo
> teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento.*
>
> *Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos
de
> angústia que antecedem um teatro ou um jogo.*
>
> *A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande
maioria
> das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou
> política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro
lugar.*
>
> *Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem
> todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social.*
>
> *Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que
você
> e
> um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho
> ditado
> que define bem por que priorizar a família vale a pena:*
>
> *"Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar."*
>
> Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de
> atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia?
>
> De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar
> durante
> a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?
>
> * * *
>
> O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso
> investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de
> dilatar os laços da estima.
>
> Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes
> responsabilidades do Espírito encarnado.
>
> Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos
> ser
> o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro
> benevolente.
>
> Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de
> nossas
> relações com toda a Humanidade.
> escreveu
> em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte:
>
> *Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente
> minha
> vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que
> eu.*
>
> *O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para
> almoçar
> com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos
tinham
> de ir até ele.*
>
> *Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no
> olho
> esquerdo.* "Bobagem minha", *pensei. Homens não choram,
especialmente na
> frente dos outros.*
>
> *Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente.
> Fiquei
> imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se
> lembrado dos impostos pagos no dia.*
>
> "Minha filha vai se casar amanhã",* disse sem jeito,*
"e só agora
> a
> ficha caiu. Percebo que mal a conheci.
>
> Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria
filha.
> Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à
> família."
>
> *Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e
> sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria
> seguir uma carreira assim.*
>
> *Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição
tão
> aceita
> por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e
> trabalho.
> Será que dá?*
>
> *O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo
atarefado
> que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao
> campeonato mirim de seu filho.*
>
> *Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e
> família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina
com
> o
> pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada.*
>
> *Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo
> teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento.*
>
> *Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos
de
> angústia que antecedem um teatro ou um jogo.*
>
> *A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande
maioria
> das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou
> política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro
lugar.*
>
> *Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem
> todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social.*
>
> *Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que
você
> e
> um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho
> ditado
> que define bem por que priorizar a família vale a pena:*
>
> *"Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar."*
>
> Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de
> atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia?
>
> De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar
> durante
> a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha?
>
> * * *
>
> O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso
> investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de
> dilatar os laços da estima.
>
> Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes
> responsabilidades do Espírito encarnado.
>
> Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos
> ser
> o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro
> benevolente.
>
> Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de
> nossas
> relações com toda a Humanidade.
Meu perfil
Meu nome é José Luiz. Mas não me chame assim. Me chame de Lobão. Ou de sei la. Ou não chame de nada. Porque usar os dois nomes parece algo muito superficial, sabe. Bom, mas continuando, meu nome é José Luiz, vulgo Lobão, tenho 36 anos, e sou uma pessoa diferente, por diversos motivos:
Não gosto de filmes de ação. Esses, do Jackie Chan, sabe, em que ele bate em todo mundo, passa por apuros o filme todo, e no final, vive feliz. Ou esses em que há trocentas explosões, corridas de carros, e no final, o cara musculoso e que não leva nenhum tiro beija fervorosamente aquela gostosa que ficou em perigo o filme todo. Pra ser sincero, odeio esses filmes. Gosto de filmes alternativos. Muito. Quanto mais alternativo, melhor. Pode ser argentino, mexicano, europeu. Asiático. Até dos EUA mesmo. Desde que não tenha um presidente discursando inflamadamente com uma bandeira norte-americana ao fundo.
Gosto de música. Eu disse música. É, música, de verdade. Ah, ultimamente você só tem ouvido funk, tchaca, créu e essas músicas que tocam na novela das 8? Tudo bem. A grande maioria é assim. Também leio bastante. E leio porque gosto.
Também sou diferente porque sou uma das poucas pessoas com menos de 40 anos que gostam de comer rúcula. Aliás, gosto de toda e qualquer tipo de verdura e/ou legume. Até de brócolis. Claro, gosto de carne também. Aliás, difícil eu não gostar de algum tipo de comida ou algo que seja mastigável.
Tenho sonhos de mudar o mundo. Ok, talvez o mundo seja demais, mas que tal o Brasil? O Rio Grande, talvez? Err... Bento Gonçalves? Certo, mudar o mundo é utopia, assim como uma revolução popular no Brasil ou fazer com que o povo deixe de assistir e ser influenciado pela Globo, mas sei lá. A minha parte pretendo fazer.
Outro fato que me torna diferente: gosto da Argentina. De seu cinema, de sua capital, de seu futebol, de seu clima, do ambiente de Buenos Aires, mesmo sem nunca ter estado lá. Mas sinto que seria feliz nesse clima.
Opa, você leu tudo isso? Parabéns, gostei de você. Sinal de que você está interessado (a) em saber quem sou eu. Mas se você, ao abrir meu blog, viu o tamanho desse texto e pulou direto para esse último parágrafo, não faz mal.
A maioria é assim.
Não gosto de filmes de ação. Esses, do Jackie Chan, sabe, em que ele bate em todo mundo, passa por apuros o filme todo, e no final, vive feliz. Ou esses em que há trocentas explosões, corridas de carros, e no final, o cara musculoso e que não leva nenhum tiro beija fervorosamente aquela gostosa que ficou em perigo o filme todo. Pra ser sincero, odeio esses filmes. Gosto de filmes alternativos. Muito. Quanto mais alternativo, melhor. Pode ser argentino, mexicano, europeu. Asiático. Até dos EUA mesmo. Desde que não tenha um presidente discursando inflamadamente com uma bandeira norte-americana ao fundo.
Gosto de música. Eu disse música. É, música, de verdade. Ah, ultimamente você só tem ouvido funk, tchaca, créu e essas músicas que tocam na novela das 8? Tudo bem. A grande maioria é assim. Também leio bastante. E leio porque gosto.
Também sou diferente porque sou uma das poucas pessoas com menos de 40 anos que gostam de comer rúcula. Aliás, gosto de toda e qualquer tipo de verdura e/ou legume. Até de brócolis. Claro, gosto de carne também. Aliás, difícil eu não gostar de algum tipo de comida ou algo que seja mastigável.
Tenho sonhos de mudar o mundo. Ok, talvez o mundo seja demais, mas que tal o Brasil? O Rio Grande, talvez? Err... Bento Gonçalves? Certo, mudar o mundo é utopia, assim como uma revolução popular no Brasil ou fazer com que o povo deixe de assistir e ser influenciado pela Globo, mas sei lá. A minha parte pretendo fazer.
Outro fato que me torna diferente: gosto da Argentina. De seu cinema, de sua capital, de seu futebol, de seu clima, do ambiente de Buenos Aires, mesmo sem nunca ter estado lá. Mas sinto que seria feliz nesse clima.
Opa, você leu tudo isso? Parabéns, gostei de você. Sinal de que você está interessado (a) em saber quem sou eu. Mas se você, ao abrir meu blog, viu o tamanho desse texto e pulou direto para esse último parágrafo, não faz mal.
A maioria é assim.
EVITE SER TRAÍDO
Para as mulheres, uma verdade! Para os homens, a dura
realidade.
Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso
tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina
diante da traição pela mulher moderna vem me chamando a
atenção já há tempos. Mas o que seria uma 'mulher moderna'?
A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não
perde (e nem tem) tempo com / para futilidades, é aquela que
trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é
independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa,
companheira, confidente, amante...
É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma
em admitir que está errada e de correr para os seus braços.
É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga,
desarrumada e linda. Enfim, a mulher moderna é aquela que
não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente,
fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...
Assim, após um processo 'investigatório' junto a essas '
mulheres modernas', pude constatar o pior.
VOCÊ SERÁ (OU É???) 'corno', ao menos que:
- Nunca deixe uma 'mulher moderna' insegura.
Antigamente elas choravam. Hoje elas simplesmente traem,
sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios'. Ela tem
de saber da sua boca o quanto você gosta dela.
Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências
expostas acima.
- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber,
pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de 'chifrudo'. As 'mulheres modernas' dificilmente implicam com isso, entretanto, elas são
categoricamente 'cheias de amor pra dar' e precisam da '
presença masculina'. Se não for a sua, meu amigo...
- Quando disser que vai ligar, LIGUE, senão o risco dela ligar
pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.
- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As '
mulheres modernas' têm um pique absurdo em relação ao
sexo e, principalmente dos 30 aos 42 anos, elas pensam, e querem fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas a pura verdade). Bom, nem precisa dizer que se não for com você...
- Lhe dê atenção. Mas principalmente, faça com que ela perceba
isso. Seja muito carinhoso, sempre .
Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes
quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens.
Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é ????
- Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos. Como pude constatar,mulher insegura é uma máquina colocadora de chif re s!
- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar
saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo
a um 'chifre ' tão estrondoso que quando você acordar, meu
amigo, já existirá alguém MUITO MAIS 'comedor' do que você...
só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.
- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher
a qualquer hora? Bem... derepente a recíproca também pode
ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você
merece. Quando você reparar, já foi.
Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando
começaram a sair viviam se cruzando em baladas, 'se pegando'
em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então, imensa. A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas ... senão...
Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão
'quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência'.
Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem
realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente
o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense
bem antes de dar alguma dessas mancadas. Proteja-a, ame-a, e principalmente, FAÇA COM QUE ELA SAIBA DISSO! Ela vai
pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele bonitão que vive enchendo-a de olhares, mandando recados por e-mails ou deixando na caixa de mensagens dos celulares... e vai continuar,
sem dúvidas, olhando só pra você!!!
'Quem não se dedica, se complica' e como diz uma amiga:
MULHER NÃO TRAI, APENAS SE VINGA!!!
realidade.
Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso
tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina
diante da traição pela mulher moderna vem me chamando a
atenção já há tempos. Mas o que seria uma 'mulher moderna'?
A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não
perde (e nem tem) tempo com / para futilidades, é aquela que
trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é
independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa,
companheira, confidente, amante...
É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma
em admitir que está errada e de correr para os seus braços.
É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga,
desarrumada e linda. Enfim, a mulher moderna é aquela que
não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente,
fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...
Assim, após um processo 'investigatório' junto a essas '
mulheres modernas', pude constatar o pior.
VOCÊ SERÁ (OU É???) 'corno', ao menos que:
- Nunca deixe uma 'mulher moderna' insegura.
Antigamente elas choravam. Hoje elas simplesmente traem,
sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios'. Ela tem
de saber da sua boca o quanto você gosta dela.
Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências
expostas acima.
- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber,
pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de 'chifrudo'. As 'mulheres modernas' dificilmente implicam com isso, entretanto, elas são
categoricamente 'cheias de amor pra dar' e precisam da '
presença masculina'. Se não for a sua, meu amigo...
- Quando disser que vai ligar, LIGUE, senão o risco dela ligar
pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.
- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As '
mulheres modernas' têm um pique absurdo em relação ao
sexo e, principalmente dos 30 aos 42 anos, elas pensam, e querem fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas a pura verdade). Bom, nem precisa dizer que se não for com você...
- Lhe dê atenção. Mas principalmente, faça com que ela perceba
isso. Seja muito carinhoso, sempre .
Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes
quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens.
Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é ????
- Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos. Como pude constatar,mulher insegura é uma máquina colocadora de chif re s!
- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar
saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo
a um 'chifre ' tão estrondoso que quando você acordar, meu
amigo, já existirá alguém MUITO MAIS 'comedor' do que você...
só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.
- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher
a qualquer hora? Bem... derepente a recíproca também pode
ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você
merece. Quando você reparar, já foi.
Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando
começaram a sair viviam se cruzando em baladas, 'se pegando'
em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então, imensa. A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas ... senão...
Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão
'quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência'.
Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem
realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente
o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense
bem antes de dar alguma dessas mancadas. Proteja-a, ame-a, e principalmente, FAÇA COM QUE ELA SAIBA DISSO! Ela vai
pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele bonitão que vive enchendo-a de olhares, mandando recados por e-mails ou deixando na caixa de mensagens dos celulares... e vai continuar,
sem dúvidas, olhando só pra você!!!
'Quem não se dedica, se complica' e como diz uma amiga:
MULHER NÃO TRAI, APENAS SE VINGA!!!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
O que aconteceu?
Juro que eu quase morri de vergonha. Estava lá, sentadinho no sofá da sala, com o televisor ligado, aguardando o programa de reportagem que iria abordar, com jornalistas da nova geração, o caso que abalou o País e que aconteceu em Curitiba, onde muita gente costuma dizer que é cidade de primeiro mundo. Era o triste episódio do ex-deputado, que encheu a cara de vinho, saiu de quatro do restaurante (antes fosse) até alcançar seu carro possante e passar por cima de dois rapazes que tinham saído do shopping e só queriam chegar às suas casas, sãos e salvos. Infelizmente foram parar no cemitério.
O ex-deputado quebrou a cara (literalmente). Teve que fazer uma porção de cirurgias plásticas pra remendar o rostinho de "piá de prédio" que exibia na Assembleia. O rosto ele remendou, deve voltar a ficar bonito. Difícil mesmo será remendar os corações dos pais, irmãos, parentes e amigos dos rapazes que morreram e que foram às ruas, pedir por Justiça. Ou seja, pedir o óbvio. Pedir que o caso fosse bem apurado, com inteligência, com dignidade, com lealdade e com profissionalismo. Afinal, dizem que em Curitiba também a polícia é de primeiro mundo.
A imprensa fez seu papel. Buscou informações, contou detalhes e alardeou que o ex-deputado já tinha tido até sua habilitação cassada porque estourara os pontos previstos na lei. Assim como outras "excelências da Assembleia Legislativa". Muita gente ficou com o rabinho entre as penas!
Bem, o tal programa iria apresentar os bastidores desta notícia, com repórteres jovens e arrojados. A expectativa era saber que a nossa imprensa iria levar algum furo (pavor de qualquer jornalista); se o pessoal da terrinha tinha esquecido de cobrir algum fato ou apurar algum detalhe.
No entanto, o que se viu foi de embrulhar as tripas. Quando a câmera focou o delegado que cuidava do caso e o microfone lhe foi apontado, ele simplesmente se imbecilizou. Não respondeu nada, não disse nada, não sabia de nada.
E olha que ele é "macaco velho". Ta há um tempão na polícia e há anos na mesma delegacia. Deveria ser um craque na investigação de delitos de trânsito e ter todas as respostas bem na ponta da língua, sem titubear. Deveria explicar o trabalho que estava sendo feito, sinalizar as conclusões, falar dos laudos periciais requisitados, das providências tomadas. Enfim, deveria tranquilizar uma população angustiada que deseja respostas. Mas não, ficou ali gaguejando, tentando fazer de conta que era uma samambaia.
O vexame foi nacional!
E o vídeo com o "mico" corre livre, leve e solto pela internet, para ninguém esquecer.
Uma pena. Realmente uma pena. Gostaria de saber o que travou a língua do delegado, que já foi bem mais "bocudo" e bem mais firme em tempos atrás. Quem o conheceu, não o reconhece...
O ex-deputado quebrou a cara (literalmente). Teve que fazer uma porção de cirurgias plásticas pra remendar o rostinho de "piá de prédio" que exibia na Assembleia. O rosto ele remendou, deve voltar a ficar bonito. Difícil mesmo será remendar os corações dos pais, irmãos, parentes e amigos dos rapazes que morreram e que foram às ruas, pedir por Justiça. Ou seja, pedir o óbvio. Pedir que o caso fosse bem apurado, com inteligência, com dignidade, com lealdade e com profissionalismo. Afinal, dizem que em Curitiba também a polícia é de primeiro mundo.
A imprensa fez seu papel. Buscou informações, contou detalhes e alardeou que o ex-deputado já tinha tido até sua habilitação cassada porque estourara os pontos previstos na lei. Assim como outras "excelências da Assembleia Legislativa". Muita gente ficou com o rabinho entre as penas!
Bem, o tal programa iria apresentar os bastidores desta notícia, com repórteres jovens e arrojados. A expectativa era saber que a nossa imprensa iria levar algum furo (pavor de qualquer jornalista); se o pessoal da terrinha tinha esquecido de cobrir algum fato ou apurar algum detalhe.
No entanto, o que se viu foi de embrulhar as tripas. Quando a câmera focou o delegado que cuidava do caso e o microfone lhe foi apontado, ele simplesmente se imbecilizou. Não respondeu nada, não disse nada, não sabia de nada.
E olha que ele é "macaco velho". Ta há um tempão na polícia e há anos na mesma delegacia. Deveria ser um craque na investigação de delitos de trânsito e ter todas as respostas bem na ponta da língua, sem titubear. Deveria explicar o trabalho que estava sendo feito, sinalizar as conclusões, falar dos laudos periciais requisitados, das providências tomadas. Enfim, deveria tranquilizar uma população angustiada que deseja respostas. Mas não, ficou ali gaguejando, tentando fazer de conta que era uma samambaia.
O vexame foi nacional!
E o vídeo com o "mico" corre livre, leve e solto pela internet, para ninguém esquecer.
Uma pena. Realmente uma pena. Gostaria de saber o que travou a língua do delegado, que já foi bem mais "bocudo" e bem mais firme em tempos atrás. Quem o conheceu, não o reconhece...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Que foi que eu fiz? ACONTECEU EM CURITIBA!!
Ele nasceu negro, pobre e cresceu analfabeto. Durante a primeira infância percorreu as ruas da cidade no carrinho de catar papel que a mãe empurrava a duras penas, seguida por mais uma penca de meninos esfomeados e por alguns cães, tão magros quanto eles, mas que consistiam na única alegria dos irmãos. Pouco se lembra desta época. Quando aprendeu a andar, deixou o lugar no carrinho para o outro bebê que havia recém-chegado, e seguiu com os demais, pisoteando o asfalto quente e as poças d'água.
Da escola pública não quis saber. Não conseguia aprender nada, nem mesmo a desenhar o próprio nome. Adolescente e perdendo os dentes, por falta de tratamento e higiene, com cabelos desgrenhados, pelos mesmos motivos, não tinha aparência boa e assim não arrumava trabalho.
Passando por vitrines coloridas, grandes shoppings (só via a fachada, porque não permitiam que entrasse), restaurantes de luxo e outros mais simples, dos quais também era obrigado a manter distância, Zulu não conseguia entender tais diferenças. Perguntava-se sempre o que tinha feito de mal ao mundo, para ser tão diferente dos demais. Afinal também sentia fome, frio, medo e ficava doente. Mas aos outros, isso pouco importava. Não passava de um farrapo humano, pedindo trocados nos sinaleiros.
Da família já não sabia mais. Afinal, tinha tanta boca pra comer no barraco, que a mãe deu graças a Deus quando ele sumiu. Sozinho, nas ruas, era mais fácil para ele se virar.
Não tardou para encontrar alguém que lhe oferece um dinheirinho, só pra fazer uma entrega. Coisa fácil, sem problema. Depois mais uma, e outra, e uma mais. Ganhou a confiança do sujeito e com isso, mais dinheiro. Já estava podendo fazer uma refeição por dia. Almejava conseguir duas e até tomar um refrigerante de vez em quando, para se sentir um pouquinho gente. Não sabia que tipo de coisa que entregava. Nunca lhe contaram. Mas as entregas eram feitas em casas de bacanas e pelas janelas dos carros de ricos que passavam pela esquina onde ficava. Sonhava em ser um deles. Afinal, sonhar não custa nada...
Certa vez, com uma pequena bolsa escondida entre a pele e a calça, recheada dos pacotinhos que tinha que entregar, passou por alguns policiais. Eles o mandaram parar para uma revista rotineira. Zulu colocou as mãos na cabeça e se deixou revistar.
Encontraram a bolsinha e os pacotinhos recheados de pedras de crack. Acusado de tráfico, não sabia explicar de onde as pedras tinham vindo. Sequer sabia o nome do sujeito que lhe mandava entregar a coisa para os grã-finos. Com medo, só pensou em correr. Perseguido, quis cruzar as ruas por entre os carros, driblando-os como um bom jogador de futebol (aliás era tudo o que queria ser na vida, se tivesse tido chance). Mas um biarticulado colocou fim em toda e qualquer história, boa ou má, que Zulu pudesse ter vivido. De cara no asfalto, com sangue jorrando pela boca, seu último pensamento foi: "Que mal eu fiz para o mundo?"
Da escola pública não quis saber. Não conseguia aprender nada, nem mesmo a desenhar o próprio nome. Adolescente e perdendo os dentes, por falta de tratamento e higiene, com cabelos desgrenhados, pelos mesmos motivos, não tinha aparência boa e assim não arrumava trabalho.
Passando por vitrines coloridas, grandes shoppings (só via a fachada, porque não permitiam que entrasse), restaurantes de luxo e outros mais simples, dos quais também era obrigado a manter distância, Zulu não conseguia entender tais diferenças. Perguntava-se sempre o que tinha feito de mal ao mundo, para ser tão diferente dos demais. Afinal também sentia fome, frio, medo e ficava doente. Mas aos outros, isso pouco importava. Não passava de um farrapo humano, pedindo trocados nos sinaleiros.
Da família já não sabia mais. Afinal, tinha tanta boca pra comer no barraco, que a mãe deu graças a Deus quando ele sumiu. Sozinho, nas ruas, era mais fácil para ele se virar.
Não tardou para encontrar alguém que lhe oferece um dinheirinho, só pra fazer uma entrega. Coisa fácil, sem problema. Depois mais uma, e outra, e uma mais. Ganhou a confiança do sujeito e com isso, mais dinheiro. Já estava podendo fazer uma refeição por dia. Almejava conseguir duas e até tomar um refrigerante de vez em quando, para se sentir um pouquinho gente. Não sabia que tipo de coisa que entregava. Nunca lhe contaram. Mas as entregas eram feitas em casas de bacanas e pelas janelas dos carros de ricos que passavam pela esquina onde ficava. Sonhava em ser um deles. Afinal, sonhar não custa nada...
Certa vez, com uma pequena bolsa escondida entre a pele e a calça, recheada dos pacotinhos que tinha que entregar, passou por alguns policiais. Eles o mandaram parar para uma revista rotineira. Zulu colocou as mãos na cabeça e se deixou revistar.
Encontraram a bolsinha e os pacotinhos recheados de pedras de crack. Acusado de tráfico, não sabia explicar de onde as pedras tinham vindo. Sequer sabia o nome do sujeito que lhe mandava entregar a coisa para os grã-finos. Com medo, só pensou em correr. Perseguido, quis cruzar as ruas por entre os carros, driblando-os como um bom jogador de futebol (aliás era tudo o que queria ser na vida, se tivesse tido chance). Mas um biarticulado colocou fim em toda e qualquer história, boa ou má, que Zulu pudesse ter vivido. De cara no asfalto, com sangue jorrando pela boca, seu último pensamento foi: "Que mal eu fiz para o mundo?"
Frase do dia!!!
Na vida todos temos um segredo inconfessável, um arrependimento irreversível, um sonho inalcançável e um amor inesquecível.
VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO....
O tempo vai passando e, com a exceção da Vera Fischer, todos nós estamos envelhecendo...
Leia os textos abaixo e, se você estiver na casa dos 30, certamente as palavras a seguir lhe trarão bons momentos de recordação. Não nos responsabilizamos se seu rosto ficar com um sorriso estampado e/ou os olhos ficarem cheios de lágrimas (boa viagem)...
Clicando nos textos sublinhados você poderá ver as imagens relativas a eles. Esta página está no ar desde março de 1996 e é constantemente atualizada.
Você pode usar essas informações à vontade mas, pelo menos, me dê o crédito pois é horrível eu ficar queimando pestana aqui para me lembrar das coisas e depois descobrir que vagabundo copiou meu texto descaradamente.
Atualizado com texto e imagens em 17/04/2009.
Desenhos na TV:
Lembra em que cidade ficava o Palácio da Justiça dos Superamigos?
Assistiu os Defensores da Terra que passava no SBT? Lembra quem era Dnark-X?
Eu achava um barato o Pirata do Espaço.
Assistia o desenho Dartanhan e os Três Mosqueteiros na Manchete (era cachorro para tudo quanto era lado)?
Lembra do Desenho Patrulha Estrelar (Star Blazer) que passava na Manchete? No Japão foram 3 séries mas aqui só passaram duas (2 - Cometa Império e 3 - Crise do Sol). Lembra do Deslock, do Cometa Império, dos Tigres Voadores, da Trilena de Teresar, a Argo (Space Cruiser Yamato), a Federação Bolar?
Chegou a assistir ao desenho animado do Fantomas?
Passava a tarde na Sessão Desenho da Record?
Lembra do Elefantástico? da Feiticeira Faceira e do Xodó da Vovó? Eu me amarrava nos Mutsarelas e você? Mas, legal mesmo era o carro do Charlie Chan.
E da Ursuwat? “Bico um nove, Charlie para carro de perfume...” O Super-homem que dizia: “Para o alto e avante...”
E... “Falcão Azul...e bionicão...he, he, hei...”. Eu achava o Falcomóvel super esquisito, ainda mais quando ele voava sobre Cidadópolis.
Legal mesmo era o desenho do George o Rei da Floresta.
Qual era o nome da dona do Tom? É, aquela mulher que no desenho do Tom e Jerry só apareciam as pernas dela geralmente com sandália e uma meia listrada vermelha e amarela.
E “...lá vai a triônica formiga atômica....”
Pensou em aprender kung-Fu para lutar igual ao Hong-Kong-Fu? Lembra da “Rosemary a telefonista mais charmosa da polícia”?
O primeiro desenho de pancadaria que você viu foi Sawamu, o Demolidor na Record?
Queria ter um BarbaPapa? Lembra dos nomes da família Barbapapa: Barbamama, Barbaclick, Barbazoo, Barbacuca, Barbabela, Barbalála?
Você assistiu ao desenho Marco? Um italianinho que fugia de casa em um navio para encontrar a mãe imigrante que tinha vindo trabalhar na América do Sul. Ficou injuriado quando depois de seis meses de desenho ele encontrou a mãe agonizando de gripe espanhola num hospital em Buenos Aires?
Assistiu a Don Drácula na Manchete? É, aquele vampiro tarado que tinha uma filha. Lembra do nome dela? Sangria.
E os Herculóides? Tá bom mas o Maitor (Mighty Mightor) você lembra né?
O desenho do Tutubarão até que era engraçadinho... “Uh, Uh, Uh, não tem mais respeito...”
Leia os textos abaixo e, se você estiver na casa dos 30, certamente as palavras a seguir lhe trarão bons momentos de recordação. Não nos responsabilizamos se seu rosto ficar com um sorriso estampado e/ou os olhos ficarem cheios de lágrimas (boa viagem)...
Clicando nos textos sublinhados você poderá ver as imagens relativas a eles. Esta página está no ar desde março de 1996 e é constantemente atualizada.
Você pode usar essas informações à vontade mas, pelo menos, me dê o crédito pois é horrível eu ficar queimando pestana aqui para me lembrar das coisas e depois descobrir que vagabundo copiou meu texto descaradamente.
Atualizado com texto e imagens em 17/04/2009.
Desenhos na TV:
Lembra em que cidade ficava o Palácio da Justiça dos Superamigos?
Assistiu os Defensores da Terra que passava no SBT? Lembra quem era Dnark-X?
Eu achava um barato o Pirata do Espaço.
Assistia o desenho Dartanhan e os Três Mosqueteiros na Manchete (era cachorro para tudo quanto era lado)?
Lembra do Desenho Patrulha Estrelar (Star Blazer) que passava na Manchete? No Japão foram 3 séries mas aqui só passaram duas (2 - Cometa Império e 3 - Crise do Sol). Lembra do Deslock, do Cometa Império, dos Tigres Voadores, da Trilena de Teresar, a Argo (Space Cruiser Yamato), a Federação Bolar?
Chegou a assistir ao desenho animado do Fantomas?
Passava a tarde na Sessão Desenho da Record?
Lembra do Elefantástico? da Feiticeira Faceira e do Xodó da Vovó? Eu me amarrava nos Mutsarelas e você? Mas, legal mesmo era o carro do Charlie Chan.
E da Ursuwat? “Bico um nove, Charlie para carro de perfume...” O Super-homem que dizia: “Para o alto e avante...”
E... “Falcão Azul...e bionicão...he, he, hei...”. Eu achava o Falcomóvel super esquisito, ainda mais quando ele voava sobre Cidadópolis.
Legal mesmo era o desenho do George o Rei da Floresta.
Qual era o nome da dona do Tom? É, aquela mulher que no desenho do Tom e Jerry só apareciam as pernas dela geralmente com sandália e uma meia listrada vermelha e amarela.
E “...lá vai a triônica formiga atômica....”
Pensou em aprender kung-Fu para lutar igual ao Hong-Kong-Fu? Lembra da “Rosemary a telefonista mais charmosa da polícia”?
O primeiro desenho de pancadaria que você viu foi Sawamu, o Demolidor na Record?
Queria ter um BarbaPapa? Lembra dos nomes da família Barbapapa: Barbamama, Barbaclick, Barbazoo, Barbacuca, Barbabela, Barbalála?
Você assistiu ao desenho Marco? Um italianinho que fugia de casa em um navio para encontrar a mãe imigrante que tinha vindo trabalhar na América do Sul. Ficou injuriado quando depois de seis meses de desenho ele encontrou a mãe agonizando de gripe espanhola num hospital em Buenos Aires?
Assistiu a Don Drácula na Manchete? É, aquele vampiro tarado que tinha uma filha. Lembra do nome dela? Sangria.
E os Herculóides? Tá bom mas o Maitor (Mighty Mightor) você lembra né?
O desenho do Tutubarão até que era engraçadinho... “Uh, Uh, Uh, não tem mais respeito...”
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Mais do Mesmo 3 X 0 Fato Novo
Voltei das férias mais crítico que nunca...
“Mulher você é demais,
E por você me apaixonei
Sua beleza me encantou
xonei, xonei, xonei” ( Pra lá de Bagdá – Vitor Hugo e Daniel ( ??? ))
(*) Acho que no fundo, estes “artistas”, de tão protegidos que são pelas gravadoras, acreditam que, mesmo com uma letra e rima tão pobres, são capazes de ditar novas modas e expressões por aí. É pra se acharem mesmo a última bolacha do pacote.
Olá a todos. E salve-se quem puder.
Aqui em Bento Gonçalves vivemos um período de mudanças. Os seus resultados, porém, cada dono de emissora fará a sua avaliação. Mas, pelas perspectivas, não acrescentará nenhum fato novo que realmente provoque um frisson neste nosso gélido dial.
Muitos têm acreditado no potencial econômico e na capacidade da região em absorver as novidades e diversidades que já existem em outros grandes centros. E, em tempos de crise, investir é mais do que nunca, um exercício de fé e de visão dos negócios com resultados sólidos à médio alcance, algo que parece ainda não atingir o conservador pensamento existente.
Se alguém quiser realmente provocar alguma mudança significativa no radio deverá assumir algumas atitudes:
1 ) Entender que o melhor a fazer é trabalhar o radio e não usar o radio. Mostrar que vale mais à pena conquistar público e mercado, mesmo que isto demande mais esforço e custo, do que apenas aproveitar um canal FM e AM aberto e usufruí-lo para quaisquer outros fins onde a emissora só seria um mero instrumento facilitador.
2 ) Acreditar que o radio é um instrumento de comunicação e com ele pode dar à sociedade conceitos importantes como cultura e democracia. A chave para mexer com o dial local é a diversidade, o oposto da concentração.
O que Bento Gonçalves, ou qualquer outra praça semelhante, ganhará com 3 emissoras ( ou mais ) concentradas em um mesmo público, mesmo sabendo que outros públicos promissores estão ignorados? Quem ganhará com isto? Com certeza aqueles que ajudaram a levantar o “cercado cultural” na região. E privar uma população de conhecer rádios diferentes e atividades culturais diferentes é uma grande covardia.
A região precisa de um “fato novo” que venha a duvidar da atual estrutura do radio FM e AM na região, que hoje nada mais é do que uma cópia deformada do maltratado AM antigo e ruim. E este “fato novo” não virá com a mudança no comando de rádio com padrão semelhante às outras, pra inchar ainda mais a oferta contra uma demanda de consumo reprimida e descartada por empresários do setor e também do entretenimento. Precisamos de uma opção que reflita a evolução da região da Serra, mas que não cometa os erros cometidos pelas demais.
Muitos já me perguntaram se ao emitir os meus comentários, se causaria algum problema no relacionamento com as emissoras. O que posso garantir é que, todo aquele que se propõe a expor as suas opiniões sobre qualquer assunto com seriedade e responsabilidade, merece no mínimo respeito, mesmo daqueles que receberem alguma crítica, pois se isto não for preservado, o que esperar destes à frente de suas emissoras?
Mas o que assusta mesmo, é perceber que a Serra Gaúcha está se tornando um exemplo , mas em grau mais profundo, daquilo que está existindo em outras praças do Brasil: as rádios existindo para alavancar negócios paralelos, estreitar além do limite do bom senso as relações e acordos com certos “artistas”, e " politicos" satisfazer fogueiras de vaidades e reduzir os ouvintes a um único perfil de consumo. Assim é mais fácil vender qualquer conceito ou produto, por mais absurdo que seja, pois sempre contarão com uma tropa de choque preparada para desqualificar qualquer questionamento.
Com isso, cada vez menos encontramos rádios especializadas em se sustentar pela própria competência.
É uma pena, mas continuaremos a esperar este “fato novo” na Serra Gaúcha que, honestamente, é muito mais fácil de acontecer do que se imagina.
Basta ter vontade.
Sobe... Marcelo D2.
“...Grandes planos, paparazzo demais
O que vale é o que você tem e não o que você faz
Celebridade é artista, artista que não faz arte
Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua parte ...”
( Trecho da música Desabafo )
Não é à toa que ele consegue, na sua busca pela “batida perfeita”, as misturas que verdadeiramente dão liga, como o samba, o hip-hop, e com aquela pitada visceral dos tempos de Planet Hemp. Mesmo ainda discriminado por alguns conservadores, é menos nocivo do que muitos que tocam livremente e excessivamente por aí...
Desce...
Bandas “Emo” e aquelas que não admitem ser.
... em compensação ...
Taí uma parte da explicação da pouca variedade nas rádios: como pode algo tão chato e depressivo ter recebido o bastão do multifacetado rock ?
Vazios, sem proposta, sem razão, com visuais e discursos inertes ensaiados por produtores e gravadoras, mas com muita vontade de aparecer e faturar a todo custo e levar o seu “nada” com dois acordes, para qualquer canto ou qualquer radio, mesmo que tenham, no caso brasileiro, que bancar os autênticos cordeirinhos atrás de duplas sertanejas, unidos pela mesma limitação temática.
Estas bandas carecem de maior referência musical, identidade e atitude, ingredientes que todo o fã de rock quer ver, para servir de contraponto ao óbvio que está cansado de ver e ouvir por aí. Tornaram-se o produto de uma geração que não aprendeu a ser criativa : comprou tudo feito e embalado.
E ainda querem fingir que odeiam o mundo...
Parem o avião que eu quero descer...
“Mulher você é demais,
E por você me apaixonei
Sua beleza me encantou
xonei, xonei, xonei” ( Pra lá de Bagdá – Vitor Hugo e Daniel ( ??? ))
(*) Acho que no fundo, estes “artistas”, de tão protegidos que são pelas gravadoras, acreditam que, mesmo com uma letra e rima tão pobres, são capazes de ditar novas modas e expressões por aí. É pra se acharem mesmo a última bolacha do pacote.
Olá a todos. E salve-se quem puder.
Aqui em Bento Gonçalves vivemos um período de mudanças. Os seus resultados, porém, cada dono de emissora fará a sua avaliação. Mas, pelas perspectivas, não acrescentará nenhum fato novo que realmente provoque um frisson neste nosso gélido dial.
Muitos têm acreditado no potencial econômico e na capacidade da região em absorver as novidades e diversidades que já existem em outros grandes centros. E, em tempos de crise, investir é mais do que nunca, um exercício de fé e de visão dos negócios com resultados sólidos à médio alcance, algo que parece ainda não atingir o conservador pensamento existente.
Se alguém quiser realmente provocar alguma mudança significativa no radio deverá assumir algumas atitudes:
1 ) Entender que o melhor a fazer é trabalhar o radio e não usar o radio. Mostrar que vale mais à pena conquistar público e mercado, mesmo que isto demande mais esforço e custo, do que apenas aproveitar um canal FM e AM aberto e usufruí-lo para quaisquer outros fins onde a emissora só seria um mero instrumento facilitador.
2 ) Acreditar que o radio é um instrumento de comunicação e com ele pode dar à sociedade conceitos importantes como cultura e democracia. A chave para mexer com o dial local é a diversidade, o oposto da concentração.
O que Bento Gonçalves, ou qualquer outra praça semelhante, ganhará com 3 emissoras ( ou mais ) concentradas em um mesmo público, mesmo sabendo que outros públicos promissores estão ignorados? Quem ganhará com isto? Com certeza aqueles que ajudaram a levantar o “cercado cultural” na região. E privar uma população de conhecer rádios diferentes e atividades culturais diferentes é uma grande covardia.
A região precisa de um “fato novo” que venha a duvidar da atual estrutura do radio FM e AM na região, que hoje nada mais é do que uma cópia deformada do maltratado AM antigo e ruim. E este “fato novo” não virá com a mudança no comando de rádio com padrão semelhante às outras, pra inchar ainda mais a oferta contra uma demanda de consumo reprimida e descartada por empresários do setor e também do entretenimento. Precisamos de uma opção que reflita a evolução da região da Serra, mas que não cometa os erros cometidos pelas demais.
Muitos já me perguntaram se ao emitir os meus comentários, se causaria algum problema no relacionamento com as emissoras. O que posso garantir é que, todo aquele que se propõe a expor as suas opiniões sobre qualquer assunto com seriedade e responsabilidade, merece no mínimo respeito, mesmo daqueles que receberem alguma crítica, pois se isto não for preservado, o que esperar destes à frente de suas emissoras?
Mas o que assusta mesmo, é perceber que a Serra Gaúcha está se tornando um exemplo , mas em grau mais profundo, daquilo que está existindo em outras praças do Brasil: as rádios existindo para alavancar negócios paralelos, estreitar além do limite do bom senso as relações e acordos com certos “artistas”, e " politicos" satisfazer fogueiras de vaidades e reduzir os ouvintes a um único perfil de consumo. Assim é mais fácil vender qualquer conceito ou produto, por mais absurdo que seja, pois sempre contarão com uma tropa de choque preparada para desqualificar qualquer questionamento.
Com isso, cada vez menos encontramos rádios especializadas em se sustentar pela própria competência.
É uma pena, mas continuaremos a esperar este “fato novo” na Serra Gaúcha que, honestamente, é muito mais fácil de acontecer do que se imagina.
Basta ter vontade.
Sobe... Marcelo D2.
“...Grandes planos, paparazzo demais
O que vale é o que você tem e não o que você faz
Celebridade é artista, artista que não faz arte
Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua parte ...”
( Trecho da música Desabafo )
Não é à toa que ele consegue, na sua busca pela “batida perfeita”, as misturas que verdadeiramente dão liga, como o samba, o hip-hop, e com aquela pitada visceral dos tempos de Planet Hemp. Mesmo ainda discriminado por alguns conservadores, é menos nocivo do que muitos que tocam livremente e excessivamente por aí...
Desce...
Bandas “Emo” e aquelas que não admitem ser.
... em compensação ...
Taí uma parte da explicação da pouca variedade nas rádios: como pode algo tão chato e depressivo ter recebido o bastão do multifacetado rock ?
Vazios, sem proposta, sem razão, com visuais e discursos inertes ensaiados por produtores e gravadoras, mas com muita vontade de aparecer e faturar a todo custo e levar o seu “nada” com dois acordes, para qualquer canto ou qualquer radio, mesmo que tenham, no caso brasileiro, que bancar os autênticos cordeirinhos atrás de duplas sertanejas, unidos pela mesma limitação temática.
Estas bandas carecem de maior referência musical, identidade e atitude, ingredientes que todo o fã de rock quer ver, para servir de contraponto ao óbvio que está cansado de ver e ouvir por aí. Tornaram-se o produto de uma geração que não aprendeu a ser criativa : comprou tudo feito e embalado.
E ainda querem fingir que odeiam o mundo...
Parem o avião que eu quero descer...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Veja vídeo que mostra alma de Michael Jackson
Sinceramente, este blogueiro não acredita muito, mas também não duvida totalmente desta história. Por isso vamos dividir o debate com os demais radialistas e ouvintes do Brasil. É ou não é a "alma" do cantor Michael Jackson?
Tutorial: Como desbloquear seu celular
Ótimo tutorial de como desbloquear celular que este blogueiro encontrou no Contraditorium.
Desbloqueando Seu Celular
Alguns aparelhos são complicados. A maioria dos Sony-Ericsson só são desbloqueados via cabo/PC. Nesse caso recomendo os poucos e bons profissionais que oferecem esse serviço. Procure nas boas listas de discussão. O desbloqueio pode ser feito digitando uma série de comandos no aparelho. Os códigos de desbloqueio são gerados através de um excelente programinha chamado Nokia Free Calculator, que apesar do nome gera códigos para um monte de aparelhos.
Para gerar o código, o programa precisa do IMEI (International Mobile Equipment Identity) do seu aparelho. Em alguns casos, como os Nokia, precisa também do seu país e da operadora. Imagino que esses dados você tenha. Para obter seu IMEI, basta olhar na traseira do aparelho, atrás da bateria. Há um número maior, o IMEI, e o menor, o serial. Você também pode digitar a sequência: *#06# que irá aparecer na tela onúmero.
Localização do IMEI
De posse do IMEI, basta colocá-lo no campo correspondente no programa, escolher o fabricante e seu modelo de aparelho. Caso seja exigido, país e operadora. Clique em “Calculate”, siga as instruções e seu aparelho estará desbloqueado. Quase todos os procedimentos são com o aparelho ligado, sem o SIM-CARD. Os caracteres p, w e + são obtidos com a tecla “*”.
ATENÇÃO: Digitar o código errado mais de algumas vezes VAI BLOQUEAR SEU APARELHO.
Desbloqueando Seu Celular
Alguns aparelhos são complicados. A maioria dos Sony-Ericsson só são desbloqueados via cabo/PC. Nesse caso recomendo os poucos e bons profissionais que oferecem esse serviço. Procure nas boas listas de discussão. O desbloqueio pode ser feito digitando uma série de comandos no aparelho. Os códigos de desbloqueio são gerados através de um excelente programinha chamado Nokia Free Calculator, que apesar do nome gera códigos para um monte de aparelhos.
Para gerar o código, o programa precisa do IMEI (International Mobile Equipment Identity) do seu aparelho. Em alguns casos, como os Nokia, precisa também do seu país e da operadora. Imagino que esses dados você tenha. Para obter seu IMEI, basta olhar na traseira do aparelho, atrás da bateria. Há um número maior, o IMEI, e o menor, o serial. Você também pode digitar a sequência: *#06# que irá aparecer na tela onúmero.
Localização do IMEI
De posse do IMEI, basta colocá-lo no campo correspondente no programa, escolher o fabricante e seu modelo de aparelho. Caso seja exigido, país e operadora. Clique em “Calculate”, siga as instruções e seu aparelho estará desbloqueado. Quase todos os procedimentos são com o aparelho ligado, sem o SIM-CARD. Os caracteres p, w e + são obtidos com a tecla “*”.
ATENÇÃO: Digitar o código errado mais de algumas vezes VAI BLOQUEAR SEU APARELHO.
domingo, 12 de julho de 2009
Radialismo: a piada sem graça
Encontrar um radialista reclamando de salário não é algo dificil de se ver por ai. Essa categoria esbanja vontade de trabalhar, amor ao veículo e os salários mais baixos entre todas as profissionais regulamentadas. Trabalha-se 10 horas por dia, praticamente 7 dias por semana. Pra finalizar ainda tem que achar graça da piada dos 13 mandamentos do radialista, senão vai chorar para o resto da vida.
Fazer rádio é para quem ama. Tem que estar correndo nas veias, como sangue. Faz parte de você. Mas isso não signfica que você precisa depreciar seu trabalho e sua vida. O que eu quero dizer é que o salário dos radialistas está nivelado por baixo. Hoje uma rádio gasta muito mais com um departamento comercial e também o profissional do que o artístico. Coordenadores ganham esmolas e o resto da equipe ganha uma piada de mau gosto no final de cada mês.
Não estou aqui pra meter pau nas rádios, mas também não vou defende-las. Também não quero incitar “rebeliões” dentro de cada emissora, afinal sou radialista desde 1990. Eu só quero que cada profissional da voz passe a pensar um pouco mais na valorização pessoal. Vai fazer bem para cada um, inclusive suas respectivas familias. Pensem comigo:
Se hoje uma rádio não está nem ai com salário ou o número de profissionais qualificados para compor seu corpo artístico, eu atrelo isso a 80% de culpa no cartório por parte dos radialistas. Pense bem. O salário baixo que você recebe é porque tem gente que aceitaria o que você faz por menos. Passa fome, mas faz de tudo para ser o “bonzão” e estar na mídia. Se você tem talento e corre atrás, sua vida continuará sendo dura e é dificil alcançar um patamar de satisfação na profissão. Ai você se vê obrigado a trabalhar em outras duas rádios e montar uma produtora (outro drama).
Sem a auto-valorização dos profissionais o salário fica nivelado por baixo. O proprietário da emissora é antes de tudo um empresário, ou seja, como toda empresa visa lucros e se um setor de sua instituição privada é mais barato e aceita cortes, ora, porque ele vai gastar mais?
Então não existe saída? Claro que sim. Algo que não vai mudar da noite para o dia.
Pense duas vezes antes de cobrar micharias por gravações em “off”. Esqueça as trocas de vozes se isso não te der alguma projeção efetiva ou retorno financeiro, afinal, você precisa viver (e viver bem).
Valorize-se. Procure emissoras sérias e não as famosas por escandalos nos bastidores. Se determinada rádio é uma boa, mas não pratica salários saudáveis por qualquer outro motivo, procure crescimento atualizando e propondo futuro para sua equipe e sua rádio. É importante não só vestir a camisa na hora de entrar no ar, mas sim no desenvolvimento completo do veiculo, não importa qual seja seu cargo no veículo.
União é a base de tudo. A advocacia é o que é porque os profissionais sabem se unir e se valorizar. Outras profissões rumam nessa direção. Geralmente as áreas de humanas (principalmente em comunicação) não andam fazendo bem esse dever simples. Sindicatos meia boca porque são mal administrados e também vistos como inimigos dos profissionais. Um erro de via dupla.
Para valorizar o seu trabalho, sua profissão precisa ser valorizada em todo o Brasil. Tarefa dificil já que metade (ou a maioria) dos radialistas estão em rádios piratas. Rádio pirata não interfere apenas em avião, mas na audiência e faturamento das rádios legalizadas, ou seja, seu bolso também está em jogo. Seu bolso, seu bem estar, sua família e por ai vai. Uma coisa puxa a outra.
Pensem nisso. Antes de colocar a culpa na sua emissora, divida ela com todos os profissionais de sua área. Deve ter uma explicação para uma rádio grande de capital pagar menos aos seus locutores do que uma rádio de cidade pequena. Isso acontece e é fácil de achar um exemplo.
Outra questão importante é o planejamento. Planeje a sua vida profissional. Veja o que você espera dela e até onde você quer chegar. Quais são suas qualificações, o que te torna diferente. Procure estudar, mantenha-se informado e atualize-se conforme o mercado mude.
Pense que quanto mais qualificado for você e seu trabalho, mais ele vale. Assim você também ajuda na valorização geral de sua categoria. Lembre-se: ela esta nivelada por baixo.
É isso. Não vai mudar amanhã e você não precisa tomar atitudes radiacais. Se cada um fizer sua parte, ai sim a mudança geral será radical.
Na próxima postagem vou tentar trazer um recado para os administradores das emissoras. O rádio brasileiro está passando por uma situação engraçada: do céu ao inferno. Enquanto temos novas rádios pipocando por ai, emissoras grandes mantendo-se estaveis ou até mesmo ampliando seus mercados, tem gente (muita gente) andando na contra-mão. Os motivos desses acontecimentos eu e colegas de rádio temos tratado diariamente entre um e outro bate papo informal, inclusive com o Janquiel, Júlio e Jota. Vamos ver o que podemos tirar disso tudo. Não prometo, mas quero publicar na proxima postagem!
Abraços a todos que tem o rádio em sua vida.
Ps: os mandamentos, senão a introdução fica sem sentido, não é? Eles são engraçados, mas também é preciso levar essa idéia a sério.
OS 13 MANDAMENTOS DE UM RADIALISTA
1 - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;
2 - Não verás teu filho crescer;
3 - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;
4 - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;
5 - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box;
6 - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrares cabelos;
7 - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que complete 5 anos de trabalho;
8 - Dormir será considerado período de folga, logo não dormirás;
9 - Trabalho será considerado seu assunto preferido, talvez o único;
10 - A máquina de café será sua melhor colega de trabalho;
11 - Terás sonhos com entrevistas, e não é raro, resolverás problemas de trabalho neste período;
12 - Exibirás olheiras como troféus de guerra e por último, o pior...
13 - Inexplicavelmente gostarás de tudo isso!
Fazer rádio é para quem ama. Tem que estar correndo nas veias, como sangue. Faz parte de você. Mas isso não signfica que você precisa depreciar seu trabalho e sua vida. O que eu quero dizer é que o salário dos radialistas está nivelado por baixo. Hoje uma rádio gasta muito mais com um departamento comercial e também o profissional do que o artístico. Coordenadores ganham esmolas e o resto da equipe ganha uma piada de mau gosto no final de cada mês.
Não estou aqui pra meter pau nas rádios, mas também não vou defende-las. Também não quero incitar “rebeliões” dentro de cada emissora, afinal sou radialista desde 1990. Eu só quero que cada profissional da voz passe a pensar um pouco mais na valorização pessoal. Vai fazer bem para cada um, inclusive suas respectivas familias. Pensem comigo:
Se hoje uma rádio não está nem ai com salário ou o número de profissionais qualificados para compor seu corpo artístico, eu atrelo isso a 80% de culpa no cartório por parte dos radialistas. Pense bem. O salário baixo que você recebe é porque tem gente que aceitaria o que você faz por menos. Passa fome, mas faz de tudo para ser o “bonzão” e estar na mídia. Se você tem talento e corre atrás, sua vida continuará sendo dura e é dificil alcançar um patamar de satisfação na profissão. Ai você se vê obrigado a trabalhar em outras duas rádios e montar uma produtora (outro drama).
Sem a auto-valorização dos profissionais o salário fica nivelado por baixo. O proprietário da emissora é antes de tudo um empresário, ou seja, como toda empresa visa lucros e se um setor de sua instituição privada é mais barato e aceita cortes, ora, porque ele vai gastar mais?
Então não existe saída? Claro que sim. Algo que não vai mudar da noite para o dia.
Pense duas vezes antes de cobrar micharias por gravações em “off”. Esqueça as trocas de vozes se isso não te der alguma projeção efetiva ou retorno financeiro, afinal, você precisa viver (e viver bem).
Valorize-se. Procure emissoras sérias e não as famosas por escandalos nos bastidores. Se determinada rádio é uma boa, mas não pratica salários saudáveis por qualquer outro motivo, procure crescimento atualizando e propondo futuro para sua equipe e sua rádio. É importante não só vestir a camisa na hora de entrar no ar, mas sim no desenvolvimento completo do veiculo, não importa qual seja seu cargo no veículo.
União é a base de tudo. A advocacia é o que é porque os profissionais sabem se unir e se valorizar. Outras profissões rumam nessa direção. Geralmente as áreas de humanas (principalmente em comunicação) não andam fazendo bem esse dever simples. Sindicatos meia boca porque são mal administrados e também vistos como inimigos dos profissionais. Um erro de via dupla.
Para valorizar o seu trabalho, sua profissão precisa ser valorizada em todo o Brasil. Tarefa dificil já que metade (ou a maioria) dos radialistas estão em rádios piratas. Rádio pirata não interfere apenas em avião, mas na audiência e faturamento das rádios legalizadas, ou seja, seu bolso também está em jogo. Seu bolso, seu bem estar, sua família e por ai vai. Uma coisa puxa a outra.
Pensem nisso. Antes de colocar a culpa na sua emissora, divida ela com todos os profissionais de sua área. Deve ter uma explicação para uma rádio grande de capital pagar menos aos seus locutores do que uma rádio de cidade pequena. Isso acontece e é fácil de achar um exemplo.
Outra questão importante é o planejamento. Planeje a sua vida profissional. Veja o que você espera dela e até onde você quer chegar. Quais são suas qualificações, o que te torna diferente. Procure estudar, mantenha-se informado e atualize-se conforme o mercado mude.
Pense que quanto mais qualificado for você e seu trabalho, mais ele vale. Assim você também ajuda na valorização geral de sua categoria. Lembre-se: ela esta nivelada por baixo.
É isso. Não vai mudar amanhã e você não precisa tomar atitudes radiacais. Se cada um fizer sua parte, ai sim a mudança geral será radical.
Na próxima postagem vou tentar trazer um recado para os administradores das emissoras. O rádio brasileiro está passando por uma situação engraçada: do céu ao inferno. Enquanto temos novas rádios pipocando por ai, emissoras grandes mantendo-se estaveis ou até mesmo ampliando seus mercados, tem gente (muita gente) andando na contra-mão. Os motivos desses acontecimentos eu e colegas de rádio temos tratado diariamente entre um e outro bate papo informal, inclusive com o Janquiel, Júlio e Jota. Vamos ver o que podemos tirar disso tudo. Não prometo, mas quero publicar na proxima postagem!
Abraços a todos que tem o rádio em sua vida.
Ps: os mandamentos, senão a introdução fica sem sentido, não é? Eles são engraçados, mas também é preciso levar essa idéia a sério.
OS 13 MANDAMENTOS DE UM RADIALISTA
1 - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;
2 - Não verás teu filho crescer;
3 - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;
4 - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;
5 - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box;
6 - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrares cabelos;
7 - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que complete 5 anos de trabalho;
8 - Dormir será considerado período de folga, logo não dormirás;
9 - Trabalho será considerado seu assunto preferido, talvez o único;
10 - A máquina de café será sua melhor colega de trabalho;
11 - Terás sonhos com entrevistas, e não é raro, resolverás problemas de trabalho neste período;
12 - Exibirás olheiras como troféus de guerra e por último, o pior...
13 - Inexplicavelmente gostarás de tudo isso!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
O prazo de validade - Rádio!!
Tudo na vida tem prazo de validade.
Em alguns casos, pode durar menos, outros mais, o fato é que chega um tempo em que a textura muda, o sabor termina, o doce azeda.
Se nem tudo vem com rótulo, cabe a nós a capacidade de discernirmos o tempo de cada coisa, interpretando os sinais de que, o que era bom, agora deixou de ser. Venceu.
O problema não é que as coisas estragam, mas a nossa incapacidade em perceber que o prazo venceu.
Profissões também vencem.
Se ao envelhecer, o sujeito continuar com as mesmas expectativas do tempo em que estudava, será um eterno estagiário.
É preciso realimentar as ambições, direcionando os passos a partir do último degrau galgado, não do primeiro.
Casais que esperam encontrar no passar dos anos os mesmos sentimentos dos primeiros dias, se decepcionarão.
A relação não ficou ruim, ela só mudou.
Tudo muda.
O rádio também é assim.
Tudo começa como uma paixão platônica.
Primeiro ela parece distante, inacessível e mais velha.
Leva tempo para que a conquistemos, mas um dia dá certo.
Tudo bem que é geniosa, mas quem é perfeito ?
Aceitamos suas condições em nome da paixão, acreditando que as coisas melhorarão.
Com o tempo, a relação esfria e ela parece não saber demonstrar o que sente.
Parece que naturalmente nossas expectativas aumentam, a medida em que ela só pode ir até alí.
Reclamamos. Em nome dos velhos tempos cobramos nossa fidelidade e empenho, mas não adianta: - Se quiser, tem que ser do meu jeito.- ela sentencia sem piedade.
"Ingrata !" Pensamos, "Depois de tudo o que fiz para conquistá-la, todos nos acham um casal perfeito, como ela pode agir assim ?"
Para que o coração se amargure é um pulo.
Uns insistem apesar da incompatibilidade de perspectivas : "Um dia meu amor será reconhecido."
Outros: " Meus dias com ela já não são os mesmos, mas sei que tivemos mais alegrias do que tristezas. Valeu a pena ! Só me resta organizar o que é bom, juntar forças e caminhar a partir daqui, sabendo que com ela, fui bem longe.. Foi só o prazo que venceu."
Sempre existe um prazo e ele é inexorável.
Para cada um ele chega em um momento, mas um dia chega e não se impressiona com birras ou serviço prestado.
Feliz quem o reconhece como possibilidade de seguir adiante, sabendo que, se chegou até aqui, pode ir ainda mais longe.
Saber disso, é andar consciente.
Esse se encherá da confiança daqueles que sabem que só para de caminhar, quem já venceu todos os prazos.
Enquanto isso, ultrapassa cada etapa, dando sentido a seus passos, significando o que faz.
Com o tempo, os prazos vencem, a vida muda de cor e o que fazia sentido perde o valor.
Mas é sempre assim.
Dê valor enquanto tem, entregue enquanto pode, mas, o dia em que o prazo vencer, não insista. Não lute contra ele.
Caminhe com gratidão, sabendo que deu seu melhor e que chegou onde deveria chegar.
Para tudo há um prazo, cada coisa o seu tempo, o que começa , um dia terminará.
Felizes os que percebem.
São os que convivem com a certeza de que, depois de cada prazo, vem o recomeço : uma nova oportunidade para seguir cada vez mais longe.
Para esses,o destino sempre é a próxima parada.
Em alguns casos, pode durar menos, outros mais, o fato é que chega um tempo em que a textura muda, o sabor termina, o doce azeda.
Se nem tudo vem com rótulo, cabe a nós a capacidade de discernirmos o tempo de cada coisa, interpretando os sinais de que, o que era bom, agora deixou de ser. Venceu.
O problema não é que as coisas estragam, mas a nossa incapacidade em perceber que o prazo venceu.
Profissões também vencem.
Se ao envelhecer, o sujeito continuar com as mesmas expectativas do tempo em que estudava, será um eterno estagiário.
É preciso realimentar as ambições, direcionando os passos a partir do último degrau galgado, não do primeiro.
Casais que esperam encontrar no passar dos anos os mesmos sentimentos dos primeiros dias, se decepcionarão.
A relação não ficou ruim, ela só mudou.
Tudo muda.
O rádio também é assim.
Tudo começa como uma paixão platônica.
Primeiro ela parece distante, inacessível e mais velha.
Leva tempo para que a conquistemos, mas um dia dá certo.
Tudo bem que é geniosa, mas quem é perfeito ?
Aceitamos suas condições em nome da paixão, acreditando que as coisas melhorarão.
Com o tempo, a relação esfria e ela parece não saber demonstrar o que sente.
Parece que naturalmente nossas expectativas aumentam, a medida em que ela só pode ir até alí.
Reclamamos. Em nome dos velhos tempos cobramos nossa fidelidade e empenho, mas não adianta: - Se quiser, tem que ser do meu jeito.- ela sentencia sem piedade.
"Ingrata !" Pensamos, "Depois de tudo o que fiz para conquistá-la, todos nos acham um casal perfeito, como ela pode agir assim ?"
Para que o coração se amargure é um pulo.
Uns insistem apesar da incompatibilidade de perspectivas : "Um dia meu amor será reconhecido."
Outros: " Meus dias com ela já não são os mesmos, mas sei que tivemos mais alegrias do que tristezas. Valeu a pena ! Só me resta organizar o que é bom, juntar forças e caminhar a partir daqui, sabendo que com ela, fui bem longe.. Foi só o prazo que venceu."
Sempre existe um prazo e ele é inexorável.
Para cada um ele chega em um momento, mas um dia chega e não se impressiona com birras ou serviço prestado.
Feliz quem o reconhece como possibilidade de seguir adiante, sabendo que, se chegou até aqui, pode ir ainda mais longe.
Saber disso, é andar consciente.
Esse se encherá da confiança daqueles que sabem que só para de caminhar, quem já venceu todos os prazos.
Enquanto isso, ultrapassa cada etapa, dando sentido a seus passos, significando o que faz.
Com o tempo, os prazos vencem, a vida muda de cor e o que fazia sentido perde o valor.
Mas é sempre assim.
Dê valor enquanto tem, entregue enquanto pode, mas, o dia em que o prazo vencer, não insista. Não lute contra ele.
Caminhe com gratidão, sabendo que deu seu melhor e que chegou onde deveria chegar.
Para tudo há um prazo, cada coisa o seu tempo, o que começa , um dia terminará.
Felizes os que percebem.
São os que convivem com a certeza de que, depois de cada prazo, vem o recomeço : uma nova oportunidade para seguir cada vez mais longe.
Para esses,o destino sempre é a próxima parada.
Texto que tirou Jabor do site da CBN
Texto que tirou Jabor do site da CBN
Comentário de Dora Kramer, Estadão de alguns Domingos:
"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lulla' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa e de expressão, configurando-se, portanto, um ato de censura ."
Em outro trecho: "Jabor faz parte de uma lista de profissionais tidos pelo presidente Lula como desafetos e, por isso, passíveis de retaliação à medida que se apresentem as oportunidades !" Não deixem de ler, reler, passem adiante!!!!!!
"A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE ( ARNALDO JABOR )
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, "explicáveis" demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece.
Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira. Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada. Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis,mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se Vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice
e comandante em "vítima". E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito....
Está havendo uma desmoralização do pensamento Deprimo-me: " Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?".
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo . A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos!
Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as
manipulações. No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da República.
São verdades cristalinas, com sol a Pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe". Lulo- petistas clamam:
"Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?". Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de "exibicionista". Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando... Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois. Alguns otimistas dizem:
"Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades!".
(Arnaldo Jabor)
Tomara que este texto se transforme na maior corrente que a internet já viu.
Comentário de Dora Kramer, Estadão de alguns Domingos:
"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lulla' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa e de expressão, configurando-se, portanto, um ato de censura ."
Em outro trecho: "Jabor faz parte de uma lista de profissionais tidos pelo presidente Lula como desafetos e, por isso, passíveis de retaliação à medida que se apresentem as oportunidades !" Não deixem de ler, reler, passem adiante!!!!!!
"A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE ( ARNALDO JABOR )
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, "explicáveis" demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece.
Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira. Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada. Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis,mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se Vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice
e comandante em "vítima". E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito....
Está havendo uma desmoralização do pensamento Deprimo-me: " Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?".
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo . A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos!
Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as
manipulações. No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da República.
São verdades cristalinas, com sol a Pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe". Lulo- petistas clamam:
"Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?". Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de "exibicionista". Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando... Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois. Alguns otimistas dizem:
"Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades!".
(Arnaldo Jabor)
Tomara que este texto se transforme na maior corrente que a internet já viu.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Fundador do WAL-MART, DISCURSO!!!
fundador do WAL-MART, fazendo a abertura
de um programa de treinamento para seus funcionários
"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou??? "EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA"!!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de "CORTESIA".
"OS CLIENTES TÊM O PODER DE DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR. "
de um programa de treinamento para seus funcionários
"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou??? "EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA"!!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de "CORTESIA".
"OS CLIENTES TÊM O PODER DE DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR. "
O Radialista é o Rádio, apenas o Rádio,
O radialista é o Rádio, apenas o Rádio, assim como o artista é o Teatro, o cinema, os Museus, e todas as formas de artes que conhecemos. Será que eles gostariam de ser igualados a estes apresentadores “artistas” de programas sensacionalistas, falsos e pagos e mantidos por esta rede de canalhas que utilizam destes meios para manterem seus índices de satisfação pessoais e financeiros sempre crescentes, bancados por esta padronização de ausência de cultura e uma pobreza controlada para que a necessidade seja sempre a base destes objetivos? Sejam estes políticos, comerciais, sociais e por fim, o fim da picada, religiosos? Serão estes Padres, Bispos, obreiros, Pais de Santo e Espíritas, também artistas ecléticos e atores da voz?
Pois é isso mesmo que eles querem, é isso que eles bancam e ainda tentam explicar que o sucesso desta receita é o caminho.
Na verdade este caminho esta levando nossa sociedade, nossos jovens a um patamar de ignorância jamais visto, nem sequer comparado ao que antes os libertadores, os socialistas e democráticos acusavam de serem frutos da “Ditadura”.
Salve o radialista imparcial, deixem ele amar incondicionalmente sua sagrada profissão.
Pois é isso mesmo que eles querem, é isso que eles bancam e ainda tentam explicar que o sucesso desta receita é o caminho.
Na verdade este caminho esta levando nossa sociedade, nossos jovens a um patamar de ignorância jamais visto, nem sequer comparado ao que antes os libertadores, os socialistas e democráticos acusavam de serem frutos da “Ditadura”.
Salve o radialista imparcial, deixem ele amar incondicionalmente sua sagrada profissão.
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