sábado, 30 de maio de 2009

Produtor dos Beatles condenado a 19 anos de prisão por assassinato




O produtor musical Phil Spector, de 69 anos, foi sentenciado hoje a 19 anos de prisão pelo assassinato da atriz Lana Clarkson, 40, no dia 3 de fevereiro de 2003. Segundo a agência Reuters, Spector foi declarado culpado de assassinato em segundo grau por um júri de Los Angeles em abril. O júri, composto por seis homens e seis mulheres, começou a deliberar no dia 26 de março.

Durante o julgamento, o promotor Alan Jackson retratou Spector como um “excêntrico louco por armas de fogo” com "histórico de violência" contra as mulheres que o rejeitaram. Cinco delas testemunharam que foram ameaçadas com armas por Spector durante os anos 70.

O cara é uma das figuras mais influentes na história da música pop. Ele trabalhou com Beatles, George Harrison e John Lennon (solo), Tina Turner, The Righteous Brothers, Ronettes, The Crystals, Leonard Cohen e Ramones, entre outros, a partir da década de 60. Ele desenvolveu a técnica de produção chamada wall of sound.

Lana morreu com um tiro na boca, disparado pelo revólver de Spector. O caso ocorreu no castelo em que o produtor morava. Os dois haviam se encontrado horas antes em uma casa noturna de Hollywood.

Aconteceu em Curitiba e acontece no mundo todo!!

Ela cresceu cantando a música que fez muito sucesso na década de 70, cuja letra dizia: "Vem, vamos embora que esperar não é fazer, quem sabe faz a hora, não espera acontecer..." É claro que nem imaginava que era uma canção política, quase um hino para juventude da época que clamava por liberdade e era contra a ditadura. Para ela, era um chamado para lutar pelos seus desejos. Um impulso para não desanimar. Quando alguma coisa saía errada, respirava fundo e cantava o refrão.

Assim foi no colégio, onde driblava o sono, depois de um dia todo de trabalho como doméstica. Doméstica não! Escrava. Naquela época a trabalhadora doméstica era tratada como propriedade da família. Era só deixar de cumprir uma pequena tarefa pra ser achincalhada e ameaçada de ir para o olho da rua. Como morava na casa da patroa, não podia reclamar. Feriado, dia santo, domingo, isso não existia. Lavar, passar, cozinhar, era de sol a sol. Única regalia que desfrutava era poder estudar à noite, no colégio público. Pelo menos era o compromisso que tinham firmado com seus pais, no interior, quando a trouxeram para a cidade "grande" prometendo mundos e fundos.

A luta foi grande. Terminou o ensino fundamental já com mais idade que os demais. Depois foi para o ensino médio. Chegou ao fim do curso com notas razoáveis, angariando grande simpatia dos professores e dos colegas. Seu esforço era admirável. No dia da formatura na qual nenhum parente apareceu, os amigos fizeram uma "vaquinha" e pagaram uma pizza na lanchonete da esquina, para comemorar.

Depois foi o vestibular. Nossa, que pavor! Continuava estudando por conta, buscando livros na biblioteca do próprio colégio para reforço, contando com o apoio dos antigos professores. Conseguiu. Queria fazer Direito, lutar por justiça e pela igualdade entre as pessoas. Passou! Repetia o refrão da música com mais paixão do que nunca.

Na faculdade, dividiu apartamento com amigas. Deixar a vida de doméstica e partir para novos horizontes era seu grande sonho. Foi trabalhar como secretária em um escritório de advocacia. O dinheiro era pouco, mas seus gastos também não eram muitos. Dava para viver. Foi assim durante cinco anos de curso. Colou grau com louvor. Era reconhecida pelos amigos e professores como uma ótima profissional. Além do trabalho remunerado, ela também pegava causa dos menos favorecidos e os defendia sem cobrar nada. Ganhou fama. Era bem quista.

Certa tarde, saiu do xadrez de uma delegacia, onde tinha conversado com um de seus clientes, preso por tráfico de drogas. O rapaz prometia se emendar. Ela acreditava. Depois da visita, seguiu de carro para a Cidade Industrial, onde iria conversar com a mãe de outro preso. No percurso, um sujeito que parecia embriagado entrou na contramão e bateu no veículo. Ela desceu para conversar. Transtornado, o sujeito xingou a jovem, ameaçou, gesticulou e quando ela tentou argumentar, sacou de um revólver e atirou cruelmente. Cinco balaços no peito deixaram-na estendida numa poça de sangue.

Com o cano da arma ainda quente, recolocou-a na cintura e foi embora.

Ao chegar em casa, pediu à mulher mais um gole de pinga e contou o que tinha feito, vangloriando-se.

No dia seguinte, quando foi preso e levado à delegacia, soube que havia matado covardemente a advogada que defendia, de graça, o filho dele.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

"Dá para aguentar?"

fui a uma loja de calçados. Gostei de um sapato e perguntei o preço. A jovem, com calculadora na mão, perguntou a forma de pagamento. "À vista", expliquei. "Em dinheiro, cheque ou cartão de débito?", ela retrucou. "Qual a diferença?", insisti. Ela então me falou que no cartão tinha um pequeno desconto; em dinheiro tinha desconto maior e em cheque não havia desconto. Engraçado, dias antes ouvi uma entrevista do coordenador do Procon dizendo que isso é ilegal. Se tem desconto para uma forma de pagamento, tem que ter o mesmo para as demais formas, conforme prevê o Código do Consumidor. Reclamei com a gerente e ela nem me deu bola.

Foi aí, neste momento, que o sangue ferveu. Deu então aquela baita vontade de subir em um lugar bem alto e botar a boca no trombone, exigindo respeito e consideração. Produtos estes que estão em falta no mercado! Por fim, fica pergunta que não quer calar: "Dá para aguentar?"

Parceiro de Deus

Sinal vermelho. Fila de carros parados. e eu meu amigo dj,Rádio ligado, janelas fechadas, portas travadas, como manda o figurino em dias em que assalto é coisa corriqueira. De repente, uma jovenzinha com ar simpático aproximou-se da porta trazendo entre as mãos uma latinha enfeitada, que chacoalhava sem parar. Abriu um sorriso e desatou a falar alguma coisa, que não dava para ouvir. A primeira vontade foi de ignorá-la. Afinal, era só mais uma que aproveitava os engarrafados cruzamentos para pedir alguma coisa. Mas o rosto era tão agradável que foi impossível manter a impassividade. Fiz a janela deslizar até a metade e só deu para ouvir o convite: "Você quer ser parceiro de Deus?"

Devo ter feito uma cara de espanto, pois imediatamente a menina voltou a chacoalhar a latinha enfeitada, mostrando que havia moedas dentro dela. Na verdade ela juntava trocados para um projeto, cujo teor devia ter explicado antes de eu abrir a janela, só que não dava tempo para dizer mais nada. Os motores roncavam e o semáforo passaria para o verde a qualquer instante. Passei a mão pelo cinzeiro,e coloquei meia-dúzia de moedinhas na latinha. Ganhei um novo sorriso e a menina sumiu por entre os automóveis.

Acelerei como os demais e comecei a rir. Que tal eu como "parceiro e Deus"? Até que não seria nada mal. E comecei a imaginar: pela manhã, antes mesmo de ler os jornais, teria um papinho com o "Todo-Poderoso", para saber das atividades do dia e ver o que poderia fazer para melhorar um pouco a vida do ser humano, que está ficando cada vez menos humano.

E também menos "ser", já que o que vale atualmente é o "ter".

Mas nesta parceria com Deus, eu iria pedir para modificar algumas coisinhas, sem interferir muito nas decisões divinas. Por exemplo, daria um jeito de fazer com que maconha, cocaína, crack e outras drogas que estão destruindo
a humanidade, tivessem gosto de cocô. Isso mesmo, com acento no segundo "o" (mesmo diante das novas regras ortográficas). O sujeito usaria a droga e ficaria pelo menos duas semanas com aquele gosto na boca, que deve ser horrível. Aposto que não iria tentar outra vez. Com isso já se resolveria um montão de problemas.

Também iria pedir permissão para que pudesse dar um jeito nos bebedores contumazes. Aqueles que enchem a cara e saem por aí colocando em risco a vida de todo mundo. Para estes, iria determinar uma paralisia total, assim que se enchessem o "caco". Só poderiam se mover quando o porre passasse. Seria o máximo! Milhares de vidas certamente seriam salvas. E ainda, já pedindo desculpas pela ousadia de querer consertar o mundo, iria dar um jeito nos engraçadinhos que gostam de andar em alta velocidade, como se ruas e estradas fossem pistas de corrida. Para estes, sempre que estivessem abusando, uma estridente campainha iria soar dentro dos ouvidos. E o barulho só iria sumir quando a velocidade fosse reduzida. Maravillha, muito menos gente iria morrer em acidentes.

Teria ainda uma série de outras "coisinhas" para fazer com esta inesperada parceria, mas aí Deus poderia se zangar, pois estaria sendo muito intrometido Imaginação à parte, no fim do meu trajeto só tive a agradecer à simpática menina, que me despertou a vontade de fazer coisas boas. Só com isso já me senti bem mais "parceiro de Deus".

sábado, 16 de maio de 2009

Dia do comentarista: A música tecno-chumbrega dos playboys de bairro













“Vivemos no mundo do "mais do mesmo", onde a maioria quer ser apenas "O Melhor dos Iguais", como na capa daquele vinil homônimo do Premê - aquela com palitos de fósforo perfeitamente alinhados e absolutamente iguais. E assim, para mim quase tudo hoje em dia em termos de música brasileira é sertanejo disfarçado.

Primeiro, urbanizaram a música sertaneja e hoje ela só tem um repertório de temas que revelam uma visão estreita do mundo em que vivemos, tal qual deve ser a de alguém que veste burca até quando vai dormir. Será que existe pijama-burca? Quem sabe na próxima novela "exótica" Glória Perez resolva este dilema. E como o sucesso foi estrondoso, anotaram esta fórmula e no lugar dos arranjos chupados do country norte-americano colocaram uma batidinha de samba de teclado Casio e uns carinhas de brinquinho e cabelo colorido. E aí o samba vestiu a burca sertaneja.

Não contentes com esta vertente saltitante do sertanejo, recrutaram uma piazada com cabelinho arrepiado e rímel e mais uns acordes de guitarra e chamaram isto de hardcore melódico ou emo ou, pior ainda, chamaram isto de ROCK!!! Ainda bem que ninguém presta atenção no nosso país, assim Elvis, Joe Ramone e Buddy Holly não vão precisar quebrar as tampas de seus respectivos caixões. E dá-lhe CPM 22, NX-ZERO e FRESNO. E apesar de tanta pose, ainda é sertanejo. Vi de relance o CPM 22 ao vivo na nossa Pedreira quando estive em Curitiba e parecia que os carinhas tocavam vestindo camisa de força. Camisa de Vênus neles!!!

Exceção para o não menos irritante ritmo axé, que não passa de aeróbica de baiano (ou de beira de praia para não ser politicamente incorreto). Mas, se cavocar bem aparecem umas guampas na areia. Alguém se habilita a falar mal do Cirque du Soleil? Ou do tal de André Rieu? Ou da música tecno-chumbrega dos playboys de bairro e das academias de ginástica?

Dizem que "brega" é a tradução para a palavra alemã "kitsch". E já li em um livro escrito por Milan Kundera que "kitsch" significa "ausência de me***", tanto no sentido figurado como no literal. Ironicamente o resultado acaba sendo igual, senão pior que me***.”

Mãe Curitibana - pense nisso, mas pense agora!!!!

Lembro tão bem do perfume dos cabelos de minha mãe. Claros e ondulados, eles caíam sob os olhos quando ela costumava se abaixar pra me beijar no rosto. E o cheirinho bom, de sabonete comprado na farmácia, se espalhava pelo ambiente. Ela sempre foi uma mãe carinhosa e cheia de conselhos. Quando era bem pequeno, cercava-me de atenções e dizia para não ir à rua, porque o "velho do saco" poderia levar-me. Depois, quando comecei a frequentar a escola, acompanhava-me segurando pela mão, recomendando que não sujasse o guarda-pó branquinho e que obedecesse a professora.

Nas longas ausências do pai caminhoneiro, procurava preencher a lacuna que ele deixava. Não foram poucas as vezes que se sentou no chão para recortar papel de seda e colar na armação feita de paina madura - colhida no mato - usando cola feita com farinha de trigo. Habilidosa, fazia as melhores raias (pipas para quem não é curitibano) e saíamos às ruas, para empiná-las. Era diversão garantida! Nas noites de outono, céu estrelado, nós também nos deliciávamos ao soltar pequenos balões - os chinesinhos - para louvar as estrelas e os santos da época, Pedro, Antônio e João (nem me lembro se a era essa a ordem em que eles apareciam no calendário).

Minha memória olfativa está tão boa, que até o cheirinho da pipoca estourada com manteiga consigo sentir. Quantas e quantas vezes sentávamos no sofá desbotado, com a bacia de pipoca no colo, para contar as coisas do dia, falar das patetadas da família e rir escandalosamente das histórias mais engraçadas.

Quando começaram a aparecer os primeiros fios de bigode e a voz -maldita voz - ficava fina e ficava grossa descontroladamente, ela passou a alertar para os perigos da vida. Falou sobre as más companhias, sobre as bebidas, sobre a importância de estudar e de ser alguém na vida.

Incrível, ela fez tudo tão direitinho. E eu..,. eu..., bem..., fiz tudo muito errado. Lembro também das primeiras rugas de preocupação que provoquei ao redor dos olhos dela, quando comecei a chegar tarde em casa; quando furtei o primeiro carro; quando fumei o primeiro baseado. E ela foi murchando feito flor sem água a cada besteira que fiz. Os cabelos branquearam
e os olhos perderam a luz.

O corpo dela arcou-se, da noite pro dia, como se estivesse carregando nas costas todo o peso do mundo. Este peso sou eu.
Se pudesse voltar atrás; se tivesse uma única chance de reparar meus erros, me agarraria a ela com unhas e dentes, na esperança de outra vez poder ver seu doce sorriso.

Hoje milhares de filhos estarão visitando suas mães, levando flores e presentes, beijos e abraços. Eu também verei a minha, mas não posso presenteá-la com nada, além da vergonha de quanto a faço sofrer. Ela fica horas intermináveis na fila para entrar na cadeia, para me trazer um doce, um afago. Ainda me abraça. Vez por outra, me beija. Mas seus olhos estão opacos de tanto chorar. Num fio de voz, ainda me dá conselhos e diz que me espera em casa, de braços abertos, já perdoado.

Um dia, quem sabe....

Esta crônica é dedicada a todas as mães que amanhecem nas portas das penitenciárias nos fins de semana, faça sol ou faça chuva, numa concreta exibição do que é o amor incondicional.

Luciana Gimenez ameaça miss por ciúme















Com medo de perder a mordomia o maridão, Luciana Gimenez armou um barraco com a Miss Itália Nel Mondo 2006, Karina Michelin.

De acordo com o Jornal da Tarde, reproduzido pelo Ego, a apresentadora achou que a bela estava dando em cima do empresário Marcelo Carvalho e partiu pra cima: ela segurou o braço da modeleti e soltou o verbo.

''Quero que você fique bem longe do meu marido senão vou quebrar esta carinha bonitinha.''

Mostrando a classe que faltou pra morena, a Miss só disse que era casada e não queria arrumar problema com ninguém.

É, tapa de luva dói, mas seria engraçado ver duas mulheres brigando pelo carequinha.

O que não faz a conta bancária o amor?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A verdade sobre o GRÊMIO

leia até o final, independente de qual é seu time do coração... os números não mentem jamais.
TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES APÓS LEREM ESSE EMAIL.

1962 - Grêmio campeão Sul Brasileiro

1975 - Internacional campeão Brasileiro

1976 - Internacional bicampeão Brasileiro

1979 - internacional tricampeão Brasileiro

1981 - Grêmio campeão Brasileiro
1983 - Grêmio campeão da Libertadores
1983 - Grêmio campeão Mundial

Surge então em nosso Estado o primeiro campeão de tudo. Nessa época o Grêmio já possuía todos os títulos possíveis:
Campeões do estado;
Campeões da região Sul;
Campeões do Brasil;
Campeão da América e
Campeão do Mundo.

Vamos então chamá-lo de Campeão de tudo???
Não... não precisa... a torcida prefere chamá-lo de Grêmio!

1989 - Grêmio campeão da Copa do Brasil
1990 - Grêmio supercampeão Brasileiro

Mais esses dois títulos inéditos teriam tornado o Grêmio campeoníssimo de tudo então! O primeiro campeão da Copa do Brasil, e o primeiro e único supercampeão brasileiro... vamos chamar de Grêmio campeão de tudo????
Não precisa.... Grêmio continua ótimo...

1992 - Internacional - Campeão da Copa do Brasil
1994 - Grêmio bicampeão da Copa do Brasil
1995 - Grêmio bicampeão da Libertadores
1996 - Grêmio bicampeão Brasileiro
1996 - Grêmio campeão da Recopa

Além de repetir títulos o Grêmio coloca mais uma taça no armário, a Recopa, inédita em nosso Estado... obviamente, o Estado só tinha até então um campeão além de nossas fronteiras nacionais... Acostumado a erguer taças novas e repetidas, sua torcida prefere chamá-lo apenas de Grêmio... sem coroas, estrelas duplicadas, firulas na camisa...

1997 - Grêmio tricampeão da Copa do Brasil
1999 - Campeão da Copa Sul

Copa Sul, mais um título... Aliás, o primeiro campeão da Copa Sul...
Mas pra quê ser chamado de campeão de tudo? Só Grêmio tá bom.

2001 - Grêmio tetra campeão da Copa do Brasil
2005 - Campeão brasileiro da Série B

Como se não bastasse até a taça da Série B veio parar no armário do Grêmio.

2006 - Internacional campeão da Libertadores
2006 - Internacional campeão Mundial
2007 - Internacional campeão da Recopa
2008 - internacional campeão da Copa Sulamericana

GRÊMIO :
35x Campeão Gaúcho
1x Campeão da Copa Sul
1x Campeão do torneio Sul Brasileiro
2x Campeão Brasileiro S-A
1x Campeão Brasileiro S-B
1x Campeão do Supercampeonato brasileiro
4x campeão da Copa do Brasil
1x Campeão da Recopa
2x Campeão da Libertadores
1x Campeão Mundial
10 Competições diferentes
14 Títulos sem contar o Gauchão
INTERNACIONAL :
38x Campeão Gaúcho
1x Campeão da Copa do Brasil
3x Campeão Brasileiro
1x Campeão da Libertadores
1x Campeão do Mundial
1x Campeão da Recopa
1x Campeão da Copa Sulamericana
7 Competições diferentes
8 títulos sem contar o Gauchão

ANALISANDO (NEUTRAMENTE) OS NÚMEROS, QUEM É O CAMPEÃO DE TUDO?

Delara Darabi, 23 anos, foi enforcada pela República Islâmica do Irã














Delara Darabi, 23 anos de idade.

Hoje, no período da manhã, Delara Darabi, pintora iraniana de 23 anos de idade, foi executada na prisão de Rasht (Irã).
Ninguém esperava, pois a pena capital, segundo noticiaram as autoridades iranianas, estava suspensa por dois meses: a execução marcada para 20 de abril passado havia sido suspensa em razão de pressões internacionais e possibilidade de acordo indenizatório com familiares da vítima (forma de extinção da pena de morte).

A filha da vítima, Hayedeh Amir-Eftekhari, negou-se a perdoar Delara Darabi: a vítima tinha cinco filhas e Hayedeh era a única a não aceitar trocar a pena capital por sanção indenizatória. O governo, por seu turno, não concedeu a clemência a Delara Darabi e nem converteu a pena capital em pena de prisão.

O certo é que a pena capital foi suspensa por apenas dez dias. Seguramente para baixar a pressão internacional e evitar fosse o presidente Ahmadinejad hostilizado no discurso de abertura da Conferência da ONU sobre racismo, ocorrida na semana que se seguiu à suspensão da pena capital.

Nem esta sexta-feira, –dia sagrado para os islâmicos xiitas–, evitou a barbárie, ou seja, a efetivação de um homícidio-legal (praticado pelo Estado).

A morte de Delara foi confirmada , também, pelo sítio de internet do Iran Human Rights.

Não se tem, ainda, detalhes sobre a forma de execução. Estava previsto, quando ocorreu a suspensão, o enforcamento em local público. E o corpo pendurado em guindaste ficaria em exposição, como sempre acontece.

A pintora Delara Darabi , –frise-se 23 anos de idade–, negou em juízo ter sido autora do crime de homicídio (confira retrospectiva abaixo). A sua negativa foi confirmada por oficial prova pericial, tecnicamente, não poderia ter atingido a vítima.

Quando da consumação do crime ela tinha 17 anos de idade, ou seja, era criminalmente responsável pela lei iraniana..

Pano Rápido. Nos próximos dias desembarcará no Brasil, a convite do nosso presidente Lula, o assassino presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad: ele tenta ser reeleito, em pleito marcado para junho próximo.

Depois da China, o Irã é o país que mais impõe e executa penas de morte:

Recomenda-se ao presidente Lula não apertar as mãos sujas de sangue de Ahmadinejad. A suspensão da execução da pena capital imposta a Delara Darabi foi uma farsa.

Proibir Marcha da Maconha é atentado à liberdade de expressão

Um grupo de pessoas sai as ruas da sua cidade com faixas, cartazes e camisetas pedindo a legalização do aborto no Brasil. Você decide aderir a manifestação porque é defensor da maternidade livre e desejada e entende que nenhuma mulher deve ser impedida ou obrigada a ser mãe. Seu vizinho, católico, determinado às doutrinas da Igreja, dá as costas ao manifesto pois anuncia que é a favor da vida e não aceitará jamais que seres já concebidos sejam mortos em nome da irresponsabilidade de homens e mulheres.

Isto é liberdade de expressão. Respeito à opinião. Esteja do lado que estiver. E aceitável pela maioria dos brasileiros.

Imagine este mesmo cenário, mas com outro tema em discussão: a legalização da maconha.

O quê ? Um bando de maconheiro na rua ? Querem ter direito a se drogar ? Quem eles pensam que são ?


Tenho certeza que muitos reagiriam desta maneira e, assim, apoiariam decisão de tribunais regionais que concederam liminar impedindo, em alguns Estados, a realização da Marcha da Maconha que está marcada para os dias 2, 3 e 9 de maio, em 14 cidades brasileiras.

No entanto, proibir a manifestação pública é atentar contra a liberdade de expressão.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Imagem do dia!!!!!















Crianças brincam em meio ao entulho depositado em um aterro na Vila Pantanal, no bairo Alto Boqueirão, em Curitiba, onde a Cohab pretende assentar famílias.

Quem vê cara....

Ela só tinha 21 anos. Era o que se poderia chamar de "patricinha" daquela cidade. Família de posses, morando no interior, teve bons professores, fez cursinho na capital, mas não passou no vestibular. Bonita feito boneca Barbie, despertava a atenção dos rapazes da região. Com pai bravo e mãe zelosa, poucos podiam se aproximar dela, que esnobava seu charme de garota interiorana que já tinha viajado para o exterior (quando fez 15 anos ganhou uma viagem para a Disney).

Aos 20, apaixonou-se por um bonitão que tinha vindo da capital, para trabalhar na única agência bancária do município. Segundo os pais dela, o rapaz tinha futuro, pois poderia virar gerente do banco. E em cidade pequena, médico, padre e gerente de banco são praticamente a nata da sociedade. Relacionar-se bem como eles dá "status".

Com o namoro aprovadíssimo pelos pais, em um ano aconteceu o casamento com glórias e pompas. A igreja foi finamente ornamentada com as mais belas rosas brancas que os floristas conseguiram colher. A música foi escolhida a dedo e executada por um conjunto que veio de São Paulo. A comida então, era "di-vi-na". Todos elogiaram a festança cujos preparativos consumiram uma boa soma em dinheiro despendida pelo pai.

Terminadas as comemorações, iniciou-se o calvário da jovem. Ela não sabia, mas havia se casado com um "monstro". No começo ele até conseguia disfarçar suas sandices, mas passados alguns meses, a máscara caiu. Enlouquecido pelo ciúme, torturava a mulher encontrando amantes imaginários. Aplicava-lhe violentas surras e a mantinha trancada por dias e noites no quarto do casal, sem ter o que vestir nem o que comer. Deixava-a nua, para impedir uma fuga e, sem alimentação, para que enfraquecida sequer tentasse escapar.

A família dela permanecia à distância, para não atrapalhar a "lua-de-mel" do casal, ignorando totalmente os sofrimentos à jovem impingidos. Por telefone e sob a orientação de seu carrasco, ela conversava com a mãe, dizendo que tudo estava bem, que o casamento ia às mil maravilhas. Apesar disso, certa noite, inquieta, a mãe teve um pesadelo. Via a filha nua, a pedir socorro, e depois sendo morta pelo genro com requintes de crueldade.

Resolveu fazer uma visita para aquietar o coração. Na manhã seguinte, preparou uma cesta de café com os doces preferidos da jovem e foi até a casa dela. Bateu várias vezes na porta, gritou, esmurrou as janelas e nada. Ninguém a atendeu. Preocupada, chamou o marido e este tratou de acionar a polícia. Arrombaram a porta e descortinaram uma cena de violência e dor.

A moça, cujo corpo estava perfurado por mais de 80 golpes de faca, jazia morta ao lado da mesa da sala, em meio a uma imensa poça de sangue. Na mão direita segurava o telefone como que, mesmo sendo uma massa disforme e sem vida, ainda tentasse pedir socorro.

Striptease

Havia três dias que Marina estava tentando pagar mais uma das suas contas que pipocavam no começo do ano. Não bastavam todos os compromissos financeiros normais, como contas de luz, água, telefone, internet, seguro, condomínio, ainda tinha aquele monte de imposto sobre tudo. Qualquer dia iriam instalar aparelhos para medir o ar que as pessoas respiram e cobrar o uso dele, como se cobra o gás encanado, pensava ela. Ainda tinha aquelas dívidas feitas no Natal, para presentear parentes e das quais agora se arrependia.

Todo ano ela jurava que no Natal seguinte não iria se empolgar com a propaganda natalina e seria contida nas compras. Mas o resultado era sempre o mesmo. Gastos demais para o orçamento espremido.
Visivelmente irritada, ela entrou pela quinta vez na agência bancária, com o carnê nas mãos, para efetuar o pagamento de um imposto. Era cliente antiga e normalmente fazia suas movimentações no caixa eletrônico. Mas, por obra do destino, justamente aquele pagamento não conseguia fazer. A máquina dizia que o sistema não o aceitava.O banco tinha estado fechado, por conta de uma greve de "não se sabe quem", que naquela altura do campeonato só servia para deixar os nervos ainda mais "à flor da pele". Mas, para sua felicidade, nesta manhã a greve acabara e ela finalmente teria acesso ao caixa atendido por gente de carne e osso, para colocar seu imposto em dia. Apressada, embrenhou-se pela porta giratória e deu com o nariz no vidro. A engenhoca emperrou, apitando.

O vigilante, com jeito solícito, pediu que ela retornasse e deixasse chaves, celular, sombrinha, porta-moedas e tudo o mais que fosse de metal, dentro da caixinha transparente e tentasse de novo. Com o nariz latejando, ela obedeceu. Nova tentativa de passar e...nada.

A maldita porta não abria.

O vigilante fez com que abrisse a bolsa, praticamente revirando-a do avesso, para mostrar que não tinha mais nada de metal lá dentro, muito menos uma arma. O povo já estava se aglomerando na entrada, reclamando da demora, e o vexame foi aumentando. Mais vermelha que nariz de palhaço, Marina tentou entrar de novo. A porta travou outra vez. O sangue então lhe subiu à cabeça, e ela, aos gritos, começou a dizer: "Vou mostrar que não tenho mais nada para tirar, só a roupa. E tirou. O vestido leve foi arrancado em segundos. Para deleite de alguns clientes, ela, de calcinha, tamanco e pulseiras, ordenava que a porta fosse aberta.

Somente ao chegar ao caixa é que Marina se recompôs. Colocou o vestido, pediu desculpas aos demais correntistas, fez o pagamento do imposto e saiu, altiva, como se tivesse vencido uma guerra. Só então o vigilante percebeu que eram as pulseiras que travavam a porta. Moral da história: às vezes a solução do problema é simples e está embaixo do nariz, é só questão de enxergar...

Nunca te vi...

Como eu chorei por você, Karla. Fiquei chocado quando soube do acontecido. Todos os sites de notícias falavam de você e os noticiários de TV também. O engraçado é que nunca te vi. Não te conhecia e agora é que não conhecerei mais. Mas naquele momento, Karla, em que lia sobre o destino que você teve, parecia que você tinha saído da minha casa. Que éramos amigos desde sempre. Que você tinha acabado de passar o fim de semana comigo e uma coisa absurda como esta aconteceu.

Fiquei pensando nos teus pais, coitados. Chorei ainda mais. E uma bola de amargor tomou conta do meu estômago. Não sabia se queria engolir ou vomitar. O sangue que corria em minhas veias provocava dor. Que coisa esquisita. Uma sensação de impotência foi tomando conta de mim. Queria gritar, espernear, jogar coisas no chão, mas de nada adiantaria. Não passaria de um protesto solitário, uma mostra de indignação, e só. As coisas iriam continuar do mesmo jeito, como de fato continuaram.

A história de Karla é curta. Ela só tinha 25 anos e estava terminando uma faculdade particular. Dava o maior duro, trabalhando durante o dia e estudando à noite. Era o orgulho dos pais. Ele, porteiro, também fazia sacrifícios para manter a filha na faculdade. E a mãe a cobria de carinhos, agradecendo a Deus a filha esforçada que tinha.

Na semana passada, Karla e os pais caminhavam de volta para casa, depois de um culto. Ela levava a bíblia e o crachá da empresa onde fazia estágio, além de uma mochila. Quem trabalha e estuda sempre carrega uma mochila, parece caracol, leva a casa nas costas.

No meio do caminho, uns sujeitos mal encarados, renderam os três. Tomaram os pertences de Karla. Ela pediu a bíblia e o crachá de volta. O marmanjo armado devolveu e ficou com a mochila. Em seguida, o mesmo criminoso foi assaltar outra pessoa que se aproximava e derrubou a mochila. Karla quis recuperá-la e, ao se aproximar, levou um tiro na cabeça.

Uma única bala bastou para acabar com a vida de Karla e com os sonhos dos pais dela. Incrédulos, olhavam a jovem no chão, a sangrar e a morrer.

O desgraçado do bandido fugiu, de mãos vazias, mas levando a alma de uma família honesta e religiosa, que nunca havia feito nada de mal a ninguém. Era Karla que estava ali, naquele momento. Mas poderia ser qualquer um de nós. Quem cruzasse com aquele ser ignóbil e maldoso iria perder a vida. Ele estava disposto a matar.

O sujeito foi preso dias depois, mas como sempre, disse que não tinha nada a ver "com a bronca". Algemado com as mãos para as costas, cabeça baixa e olhos erguidos, como um animal pronto para o ataque, só espreitava, parecia procurar uma nova vítima. Mais cedo ou mais tarde ele iria sair dali. Prisão é coisa de tempo. Basta ter paciência e um advogado. Já Karla nunca mais irá a lugar algum; não se casará; não terá filhos e não terminará a faculdade.

Foi por isso que chorei por você, Karla, mais uma vítima inocente da crueldade humana. Logo, só seus pais lembrarão de você, que não passará de mais um número na estatística da violência e uma plaquinha de bronze no cemitério.

Pena de morte já.....

Até quando?

sábado, 25 de abril de 2009

Nunca odeie seus inimigos!! Atrapalha o raciocínio!!



Nunca odeie seus inimigos, isso afeta seu julgamento.

O Poderoso Chefão



Sabe de uma coisa cidadão: vai vai vai vai vai vai

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Por que você faz rádio?

No dia 27 de setembro estarei completando 19 anos de rádio. Pra mim é motivo de muito orgulho olhar pra trás e refazer na memória a minha a estrada.

Mas apesar de ter conhecido centenas de profissionais nas várias rádios nas quais trabalhei, lamento ter que contar nos dedos o número de profissionais realmente comprometidos com a profissão.

Poucos são pelo menos conscientes do seu poder e da sua responsabilidade enquanto comunicadores. Isso é realmente entristecedor. Diante dessa constatação me vem a pergunta: porque você faz ou quer fazer radio? o que o motiva? o que o impulsiona?

Procure responder essas perguntas com a maior honestidade possível e se nenhuma delas passar pela função social, pelo bem-estar dos ouvintes, reveja seus motivos.

Eu temo pela resposta da grande maioria dos profissionais. Muitos buscam apenas fama e destaque, embora isso seja e o aspecto menos importante, além de ser uma grande ilusão. O fato é tão gritante que é de impressionar quando você se identifica com um profissional que pensa igual a você (considerando que você esteja do lado certo, claro).

O caso que mais me marcou foi encontrar e trabalhar com um comunicador que tem mais tempo carreira do que eu tenho de vida, mas que mesmo assim tinha a mesma filosofia. Refiro-me a Fernando Augusto, com quem tive a honra, o prazer e a satisfação de trabalhar na Rádio Menina. A admiração foi tanta que tornar-se seu amigo foi inevitável. Aprendi muito com ele, mas deixando o lado pessoal, Fernando pra mim é um exemplo porque conseguiu manter todos esses anos a motivação para trabalhar.

O entusiasmo dele diante de um projeto novo é contagiante. Faz lembrar o mesmo entusiasmo dos profissionais iniciantes. Isso pra mim é a consciência da sua própria responsabilidade, condição para ser um grande comunicador.
Ser comunicador é, entre outras coisas, exercer liderança, porque o comunicador é, de fato, um líder. A história está recheada de exemplos de comunicadores que se tornaram representantes do povo, o que se conclui que as pessoas o seguiram e o elegeram.

O comunicador tem o poder de salvar vidas, de guiar as pessoas, de gerar sentimentos, de inspirar reflexões. Infelizmente do ponto de vista negativo esse poder é muito maior. Por isso, o cuidado deve ser redobrado com o que se diz e com as idéias que se propagam.

Um comunicador teve a infelicidade de abrir a boca e questionar a eficácia da vacina contra a gripe para idosos. O que o ouvinte não precisa realmente é de um desserviço desses. Se já é um sacrifício motivar a população pra se vacinar imagina com uma duvida dessas.

No filme "O pescador de ilusões" o ator Jeff Bridges fazia o papel de um locutor polêmico que num momento impensado incitou os ouvintes a matar os jovens executivos. Ele falava em sentido figurado mas obteve uma tragédia como resultado. Vários jovens executivos foram assassinados num pub. Só então ele se deu conta da sua responsabilidade..


Ter consciência dessa responsabilidade faz com que o comunicador seja, muitas vezes, maior que a sua própria dor. Um exemplo que ilustra bem isso é a apresentadora de televisão, Ana Maria Braga que passou recentemente por um período muito difícil de sua vida ao ter que enfrentar um câncer.

Foi um bom momento para testar sua garra e sua fé. Com Ana Maria Braga esse teste foi mais importante do que seria com qualquer outra pessoa. Ela, mais do que ninguém, sempre preconizou positividade, fé e esperança para as pessoas.

Mesmo diante da gravidade da sua doença e da natureza desconfortável e penosa do seu tratamento, ela manteve-se digna, alegre e guerreira. Apesar de seu drama ter se tornado público não foi visto em nenhum momento Ana Maria fraquejar, ela até poderia, era humanamente aceitável, mas acredito que seu profissionalismo e sua responsabilidade com os fãs não permitiram.

Isso fez com que eu a admirasse ainda mais. Graças a Deus como num filme de final feliz Ana venceu a doença e deu mais um grande exemplo para seus fãs. Muita gente a critica, mas se esquece do mais importante: o conteúdo positivo de sua mensagem.


O que ela faz com naturalidade as concorrentes tem que se esforçar pra fazer parecer natural. Ana Maria Braga representa verdade uma raridade hoje em dia nos veículos de comunicação, e ser sincero diante das câmeras é absolutamente difícil. Os 17 anos de profissão acho que me credenciam pra afirmar que nesse mundo moderno onde as relações humanas estão cada vez mais frágeis, voláteis e difíceis, é a verdade que ouvintes e telespectadores buscam quando ligam seus aparelhos para nos prestigiar. Se você faz gênero, se você faz teatro, isso inevitavelmente será percebido mais cedo ou mais tarde.


Empatia é outra palavra imprescindível no dicionário dos grandes comunicadores. A capacidade de visualizar os ouvintes, no seu dia a dia, nas suas necessidades e principalmente nas suas expectativas. Isso aproxima e humaniza o comunicador. O que faz, por exemplo, que programas como "Os normais" ou "comédia da vida privada" sejam um sucesso, é a capacidade de autores, atores, e produção de traduzirem para a tv as situações mais prosaicas do nosso dia a dia. O que torna esses programas engraçados é justamente o fato do publico se identificar com os episódios até os considerados mais ridículos. Quando você consegue exercitar e gerar empatia você está realmente se comunicando.
É uma pena!


Eu tive uma recente experiência no interior e apesar de gratificante deixei a, pequena mas importante, com a frustração de ver profissionais se baseando em conceitos absolutamente equivocados sobre profissionalismo e concorrência. No início estranhei a maturidade dos colegas de trabalho, sugerindo que uma fase negra da relação entre os concorrentes já teria passado. Mas estava apenas maquiada.

De repente eles assumiram uma posição ofensiva que chegava a ser desagradável até para o ouvinte. A gente sempre busca justificativas para atitudes como esta, imaginando que lucro teria alguém que agredisse publicamente colegas concorrentes.
Na serra num universo de varias rádios eu presenciei belos exemplos de concorrência saudável, é lógico que aqui e ali sempre aparece um "Dick Vigarista" de plantão, mas não representa a maioria.

No momento em que os empregos em rádio estão cada vez mais raros, que locutores são trocados por computadores, estagiários e rádios via satélite você tem que se relacionar muito bem com a concorrência, um dia você poderá precisar de referencias.

A sua imagem no mercado é determinante. Até os profissionais de caracteres duvidosos estão aprendendo. Agora imagina uma atitude negativa de um(falso) profissional de rádio que critica seus ex colegas, sem fundamento algum. e o pior, sem se quer ter trabalhado em uma grande rádio ou rede de rádios, esse sim caiu de paraquedas, e mais que isso tem muito a aprender.

Saiba que seu estilo alternativo é determinante para lhe empregar apenas em um minusculo setor de rádio.
é ou não é dar um tiro no próprio pé? Pense bem caro ex colega, o mundo é uma roda, e como dizia minha amiga Sandra o mundo não dá voltas, dá voltinhas. acorde!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Vander Lee o "cara" 2




Onde esse cara arranjou inspiração para escrever algo tão profundo e bonito?
Imagino que ele estivera num estado de espírito tão elevado, que poucos mortais conseguiriam tal façanha...
Enfim, o descobri, sem indicação, por acaso e já ouvi tudo que pude dele... Simplesmente sobrenatural!


Muito bom. E pensar que hoje estamos infestados de lixo que a tv nos impõe: ,Vando, Chambinho, o rei(da canastrice), xuxa, Ivete e outros que fazem sucesso graças a uma lavagem cerebral enorme.


Descobri Vander Lee quando eu já imaginava que não existia felicidade..
Agora posso afirmar: estou aprendendo há amar..


A música do Vander Lee é fundamental em minha vida, seu modo de descrever sentimentos é fora do comum, é o porta voz de todos que sao sensiveis como eu, como nós!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Recomeçar 2

Assim como o Jota tambem estou recomeçando, ja estive a frente de vários horarios ao longo dos últimos 8 anos no grupo rscom, sp3, rádio bento, e viva news


Começo neste domingo um projeto antigo da rscom o GALPÃO RSCOM


O programa de músicas gaúchas começa neste domingo das 09:00 as 13:00 em rede com as seguintes rádios

Sp3, viva news e pop show

Espero francamente ter sorte neste projeto, porque talento acredito que tenho


Projetei e apresentei o conhecido programa TCHÊ MENINA na rádio menina em blumenau/sc de 1998 a 2000

Conheço bem estilo, mas aseguro que não pretendo fazer tipo ou usar a linguagem gaudéria


Serei eu mesmo, música de qualidade será a prioridade


Farei certamente divulgação desse projeto de varias formas e conto com a ajuda de todos

terça-feira, 21 de abril de 2009

Top 5 músicas para quem não consegue dormir

Madrugadas à noite e cá sempre eu atordoado por mais um dia tentando me atualizar em séries e filmes que eu prometi que ia ver durante a semana, mas não cheguei nem perto de conseguir cumprir a promessa. Enquanto a região vive mais uma noite movimentada, eu tento seguir (em vão) o caminho oposto, mas quem disse que o sono vem fácil? Na minha busca por qualquer coisa que me faça dormir, fui atrás de uma playlist pros insones e aqui segue minha seleção de músicas para todos os que se encontram perdidos no caminho dos inevitavelmente acordados:

5) The Cardigans - No Sleep: Pros românticos que permanecem encarando a noite mudar de cor pela janela de seus quartos, vai uma faixa dos suecos comandados por Nina Persson. Saída do quinto álbum da banda, 'Long Gone Before Daylight' de 2003, "No Spleep" (que por acaso, contém o verso que dá nome ao disco) é uma baladinha pop para as madrugadas solitárias de quem anda pensando demais na vida.

4) My Chemical Romance - Sleep: Mas e se sua insônia é algo mais cafeinado? Apele para uma trilha sonora mais emo e deixe-se levar pela pesadinha canção do quadrinista, cantor e romântico incurável Gerard Way. Imperativa, a faixa de "The Black Parade" lançado no longínquo ano de 2006 comanda o ouvinte a fechar os olhos e dormir, terminando com um nervoso pedido de despertar. Serve para todos aqueles com medo de perder a hora no dia seguinte.

3) Feeder - Insomnia: Não tá se sentindo particularmente emo hoje à noite? Nem eu! Pulando para o alternativo light dos galeses do Feeder. Contida do disco "Yesterday Went Too Soon" de 1998, "Insomnia" apela para os que têm sono agitado de quem anda bebendo até cair. Feita sob medida para todos os que desistem de tentar dormir e decidem ir atrás da noitada que estavam perdendo.

2) The Postal Service - Sleeping In: Como meu caso não é o de voltar para noitada alguma, fico mesmo em casa com a banda de Ben Gibbard (mais conhecido por sua outra banda, Death Cab For Cutie), Jimmy Tamborello (Dntel), Jenny Lewis (Rilo Kiley) e o companheiro Chris Walla. Com esse combo de gente talentosa, o Postal Service criou uma verdadeira balada para os que estão mais do que contentes com sua cama após uma semana cansativa. Sigo o conselho deles e peço que não me acordem, porque eu planejo continuar dormindo.

1) The Beatles - I'm Only Sleeping: Antes de conseguir finalmente pregar os olhos, volto um pouco nas minhas referências e cogito tentar algo mais pesado pra me derrubar... E mais denso que o som do quarteto de Liverpool não existe. Parte do grande "Revolver" de 1966, "I'm Only Sleeping" é considerada brilhante por diversos motivos, um é a genialidade de George Harrison que cria um duelo de guitarras em solo, eletronicamente tocadas ao contrário conforme a música cresce. O outro é porque o sono mencionado na música já foi alvo de várias especulações, inclusive a mais óbvia delas, que seria uma metáfora para um estado chapado de Jonh Lennon. Entretanto, o próprio rebateu essa interpretação alegando que a música é realmente sobre as alegrias de se cair na cama!

E se depois dessa se eu ainda não conseguir dormir hoje a noite, vou me render ao programa do Jô.


Mais uma maracutaia do governo Ieda

Vencimento Carteira Nacional de Habilitação

Foi criada uma lei, na mesma época em que foi criada a lei seca, que só pode ser renovada a carteira durante o prazo de no máximo 30 dias após o vencimento da mesma.

Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira.

Esta lei não foi divulgada como a lei seca e mais de 3.000 pessoas só na cidade de SP no mês de outubro de 2008, perderam suas carteiras de habilitação e terão de repetir todos os exames.

Fiquem atentos quanto ao vencimento de sua CNH.
Só por alto, fora a multa, para tirar novamente a CNH, fica por volta de R$ 1.200,00 e leva + ou - de 2 a 3 meses, isso se você passar por tudo da 1ª vez.

As mudanças começaram a valer no dia 1º de janeiro de 2009.Serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2008) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista.

Entre as mudanças está a carga horária do curso teórico que vai passar de 30 para 45 horas aula e a do prático, de 15 para 20 horas aula. Serão incluídos novos conteúdos, como as conseqüências da ingestão de bebidas alcoólicas e cuidados especiais com motociclistas.

As mudanças começam a valer no dia 1º de janeiro de 2009. Quem já tiver iniciado o processo antes disso ainda vai pegar as regras antigas.

Providenciar com urgência retirar o plástico e trocar o extintor por um cheio.

EXTINTOR DE FOGO OBRIGATÓRIO DO CARRO

Mais uma regulamentação - sem a devida divulgação!!!!

Agora é norma do CONTRAN e dá uma multa de R$ 127,50 para quem for apanhado fora da lei :
O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.

Tire a embalagem plástica e deixe o acesso ao extintor livre.

Não esqueça -- se um policial rodoviario, estadual ou federal parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico - ele vai te autuar - 5 pontos na carteira; e você só segue viagem após tirar o plástico, desde que o bendito extintor esteja com a validade em dia ( e mais os tais R$ 127,50 ).