Eu sou um dos milhões de pessoas pelo mundo com sensibilidade a lactose. Quem tem essa parada, não deve tomar leite ou comer derivados - queijos, doces, bolos e outras coisas que levem o suquinho de vaca na receita.
Existe uma droga chamada Lacdose, que resolve o problema temporariamente. Ou seja, você ingere os comprimidos e pode comer o que quiser. Só tem um porém: tá em falta no país inteiro, é mole?
Paciência. Sobreviverei. Como costuma dizer o meu amigo Flávio quando alguma coisa não tá legal: "No Iraque tá bem pior."
domingo, 18 de outubro de 2009
Melhor e pior momento, eu e você!
Sempre soube que você era importante, só não sabia o quanto você era valiosa e especial, sabia que sentiria sua falta, mas nunca calculei o que a sua falta realmente representaria para mim
Ouvi muito sobre verdadeiro amor, que era algo diferente, subline quase divino, sempre me dissseram, mas foi pouco o que entendi sobre isso
Banalizei, não acreditei, ela se foi, me esqueceu, era uma tarde dessas em que vc acha que esta tudo bem, o vento brando soprava e em minha casa não havia a mais leve suspeita da dor que se avizinhava,
Derrepente vc mudou, não pode ser verdade, mas foi... a verdade mais cruel que meu coração precisou encarar, suportar
Simplesmente ficou,, mas partiu, saudades....... de sua mão amiga, do seu abraço na saida da rádio
Saudades dos nossos domingos, oh ferida que não cicatriza,
Eu sei minha presença sempre foi silenciosa, era minha maneira de amar, eu sei, estive ausente
Sei que não há mais o fazer, ja dizia uma poesia TARDE DEMAIS
Não consegui demonstrar meu afeto e meu amor, estou arrependido
Muitas coisas deixam de ser feitas, de serem vividas mas nem por isso faltou amor, faltou falar, demonstrar enfim..
Vc foi meu anjo minha destruição, nunca calculei o que sua falta seria tão forte
Lembro de cada compra no mercado, cada almoço e sorvete juntos, nossas filhas, nossos sonhos, aqueles fins de tarde, as músicas inclusive aqueles de criança
Queria seu aconchego mais uma vez, sei que tenho mas quero que seja de verdade
Seu sussurro baixinho, derramo lagrimas as escondidas por lembrar das manhãs que faltava a escola e ficava comigo dormindo abraçadinha
Como fazer para prosseguir agora, sei bem o que vai pensar quando ler este depoimento, mas eu estou aqui,, não amor não esta e nós sabemos disso, na verdade não sei onde esta, pelo menos não não se manifesta, percebi tarde demais que seu amor acabou
Eu ligo. eu mando mensagens, eu expresso meu amor, e você??? apenas esta presente com o corpo não com a alma
Amo - Te
Ouvi muito sobre verdadeiro amor, que era algo diferente, subline quase divino, sempre me dissseram, mas foi pouco o que entendi sobre isso
Banalizei, não acreditei, ela se foi, me esqueceu, era uma tarde dessas em que vc acha que esta tudo bem, o vento brando soprava e em minha casa não havia a mais leve suspeita da dor que se avizinhava,
Derrepente vc mudou, não pode ser verdade, mas foi... a verdade mais cruel que meu coração precisou encarar, suportar
Simplesmente ficou,, mas partiu, saudades....... de sua mão amiga, do seu abraço na saida da rádio
Saudades dos nossos domingos, oh ferida que não cicatriza,
Eu sei minha presença sempre foi silenciosa, era minha maneira de amar, eu sei, estive ausente
Sei que não há mais o fazer, ja dizia uma poesia TARDE DEMAIS
Não consegui demonstrar meu afeto e meu amor, estou arrependido
Muitas coisas deixam de ser feitas, de serem vividas mas nem por isso faltou amor, faltou falar, demonstrar enfim..
Vc foi meu anjo minha destruição, nunca calculei o que sua falta seria tão forte
Lembro de cada compra no mercado, cada almoço e sorvete juntos, nossas filhas, nossos sonhos, aqueles fins de tarde, as músicas inclusive aqueles de criança
Queria seu aconchego mais uma vez, sei que tenho mas quero que seja de verdade
Seu sussurro baixinho, derramo lagrimas as escondidas por lembrar das manhãs que faltava a escola e ficava comigo dormindo abraçadinha
Como fazer para prosseguir agora, sei bem o que vai pensar quando ler este depoimento, mas eu estou aqui,, não amor não esta e nós sabemos disso, na verdade não sei onde esta, pelo menos não não se manifesta, percebi tarde demais que seu amor acabou
Eu ligo. eu mando mensagens, eu expresso meu amor, e você??? apenas esta presente com o corpo não com a alma
Amo - Te
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O Jornalismo e o FM
Na década de 80 o Brasil vivia um período turbulento.
Recém saído da ditadura militar, inicio da redemocratização, economia absolutamente instável com inflação chegando a superar 80% ao mês.
Ninguém sabia o valor de nada no dia seguinte; do salário ao cafezinho.
Esse clima de instabilidade produziu alguns fenômenos : Naquele tempo pré internet, o jornalismo servia de oráculo para a maioria das pessoas. Eram os jornais, revistas, rádios e tvs quem anunciavam os índices que regulariam a vida no dia seguinte.
Por outro lado os ares eram diferentes. Sem o fantasma da censura, bandas novas surgiram com seus solgans contestadores que iam da política ao romance. Adicione a isso a novidade do FM (que teve início na década anterior) com sua comunicação moderna, som melhor do que o AM e musica, muita musica.
Isso fez com que as gravadoras percebessem a força do rádio e investissem pesado até meados dos anos 90, quando a musica se tornou acessível por outros caminhos.
Mas estávamos falando sobre o jornalismo.
A preocupação com os rumos da economia ainda direcionavam as atenções ao que acontecia em Brasília, a possibilidade de novos planos, moedas e surtos de messianismo no Planalto Central.
Mas felizmente na década seguinte o monstro da inflação foi dominado, o país parecia finalmente caminhar para um clima politicamente mais estável e com isso o foco da preocupação mudou.
Agora, já em tempos de internet, as pessoas estavam mais expostas a tudo o que é tipo de informação: das que vinham de Brasília, ao novo lançamento de uma banda pop; da imagem denunciando um político corrupto, aos flagras dos paparazzi de "celebridades" tomando banho de mar.
Teoricamente sabendo como seria a vida amanhã, os "consumidores de informação" foram relaxando na mesma medida em que mudavam seus interesses.
Até por conta da maior exposição à informação, as referências foram mudando, inclusive na questão estética. Se antes bastava o locutor com voz empolada lendo os mais novos índices econômicos, agora o jornalismo precisava de cara, som, cor, movimento,identidade e empatia. Não bastava a busca pela credibilidade, mais do que antes, a preocupação era parecer confiável.
Aumentou a preocupação com a prestação de serviço, com os problemas do dia a dia e com a necessidade de atrair um novo público, com outras referências, muito mais expostos a tudo o que é tipo de informação.
Enquanto isso, o rádio FM perdia força. As músicas deixaram de ser o "carro chefe" a medida em que se tornaram acessíveis por outras mídias, as gravadoras quebraram e deixaram de investir e o caminho pareceu estar na busca por conteúdo.
Foi nesse tempo, com a economia se estabilizando, mudando as referências de quem buscava no jornalismo o oráculo do dia de amanhã, com a internet abrindo uma outra janela gerando um novo olhar - onde a estética aumenta sua importância na informação- com as FMs começando a pensar em conteúdo além da música, que criou-se a condição ideal para que o jornalismo ocupasse mais espaço no FM.
Em São Paulo a CBN abriu as portas, ainda que no primeiro momento tenha enfrentado dificuldades, alimentou-se desse ambiente e criou um novo mercado.
Mais de uma década depois da estréia da primeira rádio all news em FM em São Paulo, fica evidente que esse se tornou um caminho irreversível, inclusive no sentido da segmentação.
Rádios como a Sul América trânsito indicam que o jornalismo tende a ocupar espaços cada vez mais segmentados, entrando em brechas onde o poder público deveria, mas não ocupa, gerando um ambiente cada vez mais favorável a prestação de serviços.
O jornalismo não é a salvação do FM, mas parece que cada vez mais preenche sua necessidade de conteúdo.
Por outro lado, o FM não é a salvação para rádio jornalismo, mas com o tempo- não só pela qualidade do som- contextualiza a informação em outro ambiente, utilizando-se das ferramentas que antes eram exclusivas do rádio jovem e comunicativo, a Viva News da serra gaúcha é prova disso.
Para onde esses novos ventos nos levarão ninguém sabe, mas o importante é percebermos o fenômeno, entendendo que esse é apenas o início de um processo de, em nome dos novos tempos e da busca pelo seu público ideal, todos se reinventam e reescrevem suas histórias.
Para o bem do rádio. Pelo bem da informação.
Recém saído da ditadura militar, inicio da redemocratização, economia absolutamente instável com inflação chegando a superar 80% ao mês.
Ninguém sabia o valor de nada no dia seguinte; do salário ao cafezinho.
Esse clima de instabilidade produziu alguns fenômenos : Naquele tempo pré internet, o jornalismo servia de oráculo para a maioria das pessoas. Eram os jornais, revistas, rádios e tvs quem anunciavam os índices que regulariam a vida no dia seguinte.
Por outro lado os ares eram diferentes. Sem o fantasma da censura, bandas novas surgiram com seus solgans contestadores que iam da política ao romance. Adicione a isso a novidade do FM (que teve início na década anterior) com sua comunicação moderna, som melhor do que o AM e musica, muita musica.
Isso fez com que as gravadoras percebessem a força do rádio e investissem pesado até meados dos anos 90, quando a musica se tornou acessível por outros caminhos.
Mas estávamos falando sobre o jornalismo.
A preocupação com os rumos da economia ainda direcionavam as atenções ao que acontecia em Brasília, a possibilidade de novos planos, moedas e surtos de messianismo no Planalto Central.
Mas felizmente na década seguinte o monstro da inflação foi dominado, o país parecia finalmente caminhar para um clima politicamente mais estável e com isso o foco da preocupação mudou.
Agora, já em tempos de internet, as pessoas estavam mais expostas a tudo o que é tipo de informação: das que vinham de Brasília, ao novo lançamento de uma banda pop; da imagem denunciando um político corrupto, aos flagras dos paparazzi de "celebridades" tomando banho de mar.
Teoricamente sabendo como seria a vida amanhã, os "consumidores de informação" foram relaxando na mesma medida em que mudavam seus interesses.
Até por conta da maior exposição à informação, as referências foram mudando, inclusive na questão estética. Se antes bastava o locutor com voz empolada lendo os mais novos índices econômicos, agora o jornalismo precisava de cara, som, cor, movimento,identidade e empatia. Não bastava a busca pela credibilidade, mais do que antes, a preocupação era parecer confiável.
Aumentou a preocupação com a prestação de serviço, com os problemas do dia a dia e com a necessidade de atrair um novo público, com outras referências, muito mais expostos a tudo o que é tipo de informação.
Enquanto isso, o rádio FM perdia força. As músicas deixaram de ser o "carro chefe" a medida em que se tornaram acessíveis por outras mídias, as gravadoras quebraram e deixaram de investir e o caminho pareceu estar na busca por conteúdo.
Foi nesse tempo, com a economia se estabilizando, mudando as referências de quem buscava no jornalismo o oráculo do dia de amanhã, com a internet abrindo uma outra janela gerando um novo olhar - onde a estética aumenta sua importância na informação- com as FMs começando a pensar em conteúdo além da música, que criou-se a condição ideal para que o jornalismo ocupasse mais espaço no FM.
Em São Paulo a CBN abriu as portas, ainda que no primeiro momento tenha enfrentado dificuldades, alimentou-se desse ambiente e criou um novo mercado.
Mais de uma década depois da estréia da primeira rádio all news em FM em São Paulo, fica evidente que esse se tornou um caminho irreversível, inclusive no sentido da segmentação.
Rádios como a Sul América trânsito indicam que o jornalismo tende a ocupar espaços cada vez mais segmentados, entrando em brechas onde o poder público deveria, mas não ocupa, gerando um ambiente cada vez mais favorável a prestação de serviços.
O jornalismo não é a salvação do FM, mas parece que cada vez mais preenche sua necessidade de conteúdo.
Por outro lado, o FM não é a salvação para rádio jornalismo, mas com o tempo- não só pela qualidade do som- contextualiza a informação em outro ambiente, utilizando-se das ferramentas que antes eram exclusivas do rádio jovem e comunicativo, a Viva News da serra gaúcha é prova disso.
Para onde esses novos ventos nos levarão ninguém sabe, mas o importante é percebermos o fenômeno, entendendo que esse é apenas o início de um processo de, em nome dos novos tempos e da busca pelo seu público ideal, todos se reinventam e reescrevem suas histórias.
Para o bem do rádio. Pelo bem da informação.
sábado, 26 de setembro de 2009
O Rádio está doente: e você pode ter culpa nisso
“ Na sua boca eu viro fruta
Chupa que é de uva
Chupa, chupa
Chupa que é de uva...”
Chupa que é de Uva – Aviões do Forró.
“Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, Será que você agüenta ?
...
Hoje eu vou fazer um Big - Brother
Funk, Forró e Pagode
Lá Dentro do meu apê
Só eu e você
Vai ter BBB
Hoje a minha cama é um paredão, sem anjo, sem salvação
E eu já indiquei você
Vou botar pra descer, vou botar pra descer ...”
Senta que é de menta – Cavaleiros do Forró.
(*) Nada a comentar ... o meu estômago embrulhou ...
O Rádio está doente: e você pode ter culpa nisso.
O assunto pode assustar, mas é sério. O que antes era algo quase irrelevante, hoje já movimenta inúmeras discussões entre profissionais e ouvintes da região.
Mas, aquilo que tinha apenas aspecto local, se juntou a um fenômeno nacional ( pra não dizer uma catástrofe ) de consequência altamente preocupante : estão matando o radio brasileiro.
O que antes era desconfiança, depois de algumas pesquisas realizadas e análises de outros especialistas em radiodifusão, passou ao efetivo temor que me fez assumir a postura de deixar o campo teológico de lado e partir para uma ação mais efetiva e contundente para cobrar responsabilidades de todos os setores envolvidos direta ou indiretamente nos destinos da radiodifusão brasileira.
É visível a queda de importância do radio no cotidiano das pessoas, seja pelo avanço da tecnologia, que deveria ser um aliado do radio e não um inimigo, quanto ao desinteresse cada vez maior do público pelos formatos uniformes e previsíveis atualmente executados, que buscam padronizar públicos distintos e excluir quem não se enquadrar nisto.
É hora de cada um assumir a sua responsabilidade, deixar o ego de lado e preservar um dos principais veículos que melhor representa e acompanha a sociedade brasileira.
Gravadoras: Antes, um divulgador e promotor de talentos variados. Hoje, em nome do controle de custos, resumem o casting a pouquíssimos artistas, todos devidamente batidos e misturados em liquidificador e distribuidos para rádios de mesmo formato ( algo cada vez mais comum ), e estrangulando outras que busquem outro segmento, tornando-se inviáveis.
Artistas: Com o tempo, acabam cada vez mais mansos e omissos como cordeiros frente às gravadoras, quando exigem inspiração artística, no mesmo ritmo de uma linha de produção, senão serão tratados como um “fora de linha”. E haja jabá nas rádios pra manter na prateleira produções de qualidade tão duvidosa. Não tem ouvinte que resista.
Mídia e Marketeiros: O rádio é a casa do artista. É lá que ele tem os primeiros contatos com o grande público. Mas hoje ele é o quintal da televisão e até da internet. Primeiro investe-se em qualquer fator polêmico e visual que desperte interesse comercial onde a questão musical torna-se meramente secundária. Vendeu na televisão e na rede? Toquem 10 vezes por dia no rádio.
Produtores musicais e de eventos: Cada vez mais os produtores musicais plastificam artistas promissores, apenas para enquadra-los “nos moldes do mercado” e serem a nova sensação de consumo no rádio, mesmo que isso sacrifique o seu talento. E dentro desta filosofia, os produtores de eventos resolveram inverter os papéis e passaram a exercer influência e comando sobre muitas emissoras, provocando inúmeras ingerências e bobagens. Para estes a ordem é: Rádio é feita para fortalecer o evento , e não o contrário.
Proprietários : É difícil, para a maioria destes, entender que é dono de algo muito mais complexo do que um boteco. Existem dois públicos para atender, o consumidor e o anunciante , nesta ordem. E entre eles está a comunicação, o entretenimento, e muitos fatores emocionais que fogem do entendimento de quem só sabe enxergar cifrões. Ninguém, em sã consciência, liga um radio somente para ouvir os comerciais. Trabalham para ganhar muito dinheiro, mas ignoram que é no investimento no fator humano, e não na tecnologia pra cortar despesas com pessoal, que reside o sucesso de público , de mercado e financeiro.
Grandes Redes de Radio: Mesmo com a sua grande contribuição para o rádio na qualidade e na tecnologia, as grandes emissoras, principalmente as jovens, pecam ao subestimar a inteligência do seu público. Em tempos de independência e interatividade, onde cada vez mais usam o mp3 player e a internet, por que insistem no famoso e restrito formato “Top 40” ( até em flaskbacks ) ordenado pelas gravadoras para fazer a programação diária de uma rádio? A maioria dos hd’s caseiros possuem mais músicas do que isto. Acabam descartando e reciclando público rapidamente e demonstram que não sabem o que fazer com o público que conquistou ao longo dos anos. Identidade não tem idade.
Gerentes de emissoras: Nesta conjuntura, está mais fácil ver as rádios serem dirigidas por gerentes de supermercado do que por radialistas. Estes são responsáveis diretos pelo grande balcão de acordos comerciais e políticos que virou o rádio brasileiro.
Pasmem, mas é comum, nos tempos atuais, encontrar rádios que deixam de lado as ações básicas de proximidade com o público e os anunciantes e usam como seu medidor de viabilidade econômica o público e o faturamento em shows promovidos pela emissora. Ficam tão perdidos e famintos por resultados à curto prazo que acabam construindo rádios desfiguradas, onde juram que são capazes de unificar públicos, gostos e bolsos tão heterogêneos, como se fosse uma grande gôndola de supermercado. Aliás, qual é o problema em haver públicos diferentes? Se não tem foco em um público, como podem atingí-lo?
Profissionais de Radio: Já fui testemunha disto e lí recentemente sobre o assunto: rádio vencedora é aquela que conta com profissionais de verdade que acreditam no formato e na proposta da emissora. Imagine o quanto é drástico para a credibilidade de uma empresa ter pessoas incapazes de passar confiança na qualidade do seu produto, como aquela recepcionista da rádio sintonizada em outra emissora enquanto trabalha ou então em casos mais bizarros, aquela viatura toda produzida, mas espalhando bem alto o som de outra rádio pelas ruas. Não tem meio termo: é demissão sumária.
Por essas e outras que o rádio e os radialistas dão demonstração de fraqueza e falta de seriedade.
Políticos: Responsáveis pela farra da distribuição de concessões de rádio, como se fossem doces em festa de São Cosme e Damião, principalmente no final dos anos 80 e início dos anos 90, mutilaram rádios AM, banalizaram e desvalorizaram a figura do profissional da área e deram outra conotação ao sentido da radiodifusão: valorizar a promoção política e tudo o que puder se aproveitar com isto, como os radiocandidatos, radiopastores, radiopromoters, radiocelebridades, radioportunistas e etc...
Geração Ctrl C + Ctrl V: Estes são mais vítimas do que protagonistas do problema. Em tempos onde ler, pensar e se comunicar parecem ser atos que exigem muito esforço e concentração, surge uma geração que não conhece a importancia do rádio. Para estes, qualquer locução atrapalha, e preferem o dinamismo, a energia e a capacidade de comunicação do seu mp3 player. O que é mais fácil? Ligar o notebook, conectar-se à internet paga e acessar a sua página favorita ou sintonizar um rádio? E cadê as rádios FM para eles ouvirem ? Mas é esta acomodação que traquiliza os que levam o rádio brasileiro para o buraco.
Se você, que está lendo este blog, se sentir dentro de uma destas categorias, não perca o seu tempo se sentindo ofendido; o rádio é mais importante do que qualquer ego ferido. Pense, reflita e discuta o assunto. A sua ajuda é decisiva se quiser realmente contar com o rádio como algo prazeroso, viável e duradouro.
Mas se você estiver do lado de fora de tudo isto, ainda sim estará no lugar mais importante: o de ouvinte. E é por você que devemos dar sentido à existência deste veículo maravilhoso: exercer a comunicação para sermos cada vez mais humanos.
Vida longa ao rádio. Sempre.
Sobe...
Rádios Web Jovem Pan. Pode até ser paradoxo o que vou escrever aqui, em relação ao tema desta coluna. Mas a Pan dá um exemplo de como a tecnologia é usada a favor da valorização da sua marca e do rádio brasileiro. Dentro da página da Classic Pan (ou Classic Hits, como queiram), existem links para a Jovem Pan Anos 80, Anos 90 e outras como aquela reservada para o lendário locutor Djalma “Tutinha” Jorge. Para os amantes da Pan e do Rádio, é uma forma muito bonita de mostrar, na íntegra, uma parte da história que prova por que ela é uma das mais importantes e tradicionais emissoras de todos os tempos no Brasil.
Em especial, a Jovem Pan anos 80, foi muito bem definida por ela mesma: não é uma rádio que toca flashback, mas sim uma rádio-flashback, pois ao ouvir cada música, cada vinheta, cada quadro de humor da época, retrata com fidelidade todo um contexto de época e como sabia ser tão importante, cativante e representativa na vida do seu fiel público.
São imperdíveis as performances cômicas como as do Pardini, Tatá e Escova e do Serginho Leitte, um dos locutores precursores do humor no FM, parodiando até com músicas de Agnaldo Timóteo. Era ponto alto da rádio na época.
Digo isto sem um pingo de saudosismo: o seu conceito de rádio é muito mais adequado, divertido e eficaz do que muito formato atualmente usado e DESAFIO quem queira provar o contrário.
Desce...
Coronelismo Sertanejo no FM – É impressionante como em pleno século 21, ainda tenhamos que conviver com práticas como o monopólio e o coronelismo no FM. Em um país tão imenso e diversificado, o que facilitaria a prática do rádio criativo e pluralista em opções, assistimos porém, a um festival de modismo e imposição cultural praticado pela onda neosertaneja através do desaparecimento cada vez maior de emissoras diferenciadas para dar lugar ao novo “ovo de Colombo” da radiodifusão, pra alegria dos adeptos do lucro fácil e esforço mínimo, mesmo se na sua praça haja outras 10 concorrentes no mesmo segmento.
Invadem TV’s, novelas e programas. Desrespeitam praças com outras preferências e avançam como grileiros dispostos a tomar espaços na marra e vender conceitos únicos e discutíveis, debaixo da hipócrita manta do “ouvinte sem preconceito”, mas quando isolam culturalmente uma região inteira, demonstram o verdadeiro preconceito, que é expulsar gerações de ouvintes e amantes do rádio sem direito de escolha. Assim o rádio vira terra sem lei: ou você consome ou se muda pras banda da intêirnet (sic).
Uma interiorização desnecessária da cultura urbana, que é muito rica, porém não satisfaz aos interesses econômicos de muitos figurões da mídia.
E não confundam: estou falando sobre a exposição excessiva e não sobre o gênero musical e seus apreciadores.
É cada um no seu quadrado. E tem lugar pra todos.
Chupa que é de uva
Chupa, chupa
Chupa que é de uva...”
Chupa que é de Uva – Aviões do Forró.
“Senta que é de Menta, Senta que é de Menta
Tchaca Tchaca, Vuco - Vuco, Será que você agüenta ?
...
Hoje eu vou fazer um Big - Brother
Funk, Forró e Pagode
Lá Dentro do meu apê
Só eu e você
Vai ter BBB
Hoje a minha cama é um paredão, sem anjo, sem salvação
E eu já indiquei você
Vou botar pra descer, vou botar pra descer ...”
Senta que é de menta – Cavaleiros do Forró.
(*) Nada a comentar ... o meu estômago embrulhou ...
O Rádio está doente: e você pode ter culpa nisso.
O assunto pode assustar, mas é sério. O que antes era algo quase irrelevante, hoje já movimenta inúmeras discussões entre profissionais e ouvintes da região.
Mas, aquilo que tinha apenas aspecto local, se juntou a um fenômeno nacional ( pra não dizer uma catástrofe ) de consequência altamente preocupante : estão matando o radio brasileiro.
O que antes era desconfiança, depois de algumas pesquisas realizadas e análises de outros especialistas em radiodifusão, passou ao efetivo temor que me fez assumir a postura de deixar o campo teológico de lado e partir para uma ação mais efetiva e contundente para cobrar responsabilidades de todos os setores envolvidos direta ou indiretamente nos destinos da radiodifusão brasileira.
É visível a queda de importância do radio no cotidiano das pessoas, seja pelo avanço da tecnologia, que deveria ser um aliado do radio e não um inimigo, quanto ao desinteresse cada vez maior do público pelos formatos uniformes e previsíveis atualmente executados, que buscam padronizar públicos distintos e excluir quem não se enquadrar nisto.
É hora de cada um assumir a sua responsabilidade, deixar o ego de lado e preservar um dos principais veículos que melhor representa e acompanha a sociedade brasileira.
Gravadoras: Antes, um divulgador e promotor de talentos variados. Hoje, em nome do controle de custos, resumem o casting a pouquíssimos artistas, todos devidamente batidos e misturados em liquidificador e distribuidos para rádios de mesmo formato ( algo cada vez mais comum ), e estrangulando outras que busquem outro segmento, tornando-se inviáveis.
Artistas: Com o tempo, acabam cada vez mais mansos e omissos como cordeiros frente às gravadoras, quando exigem inspiração artística, no mesmo ritmo de uma linha de produção, senão serão tratados como um “fora de linha”. E haja jabá nas rádios pra manter na prateleira produções de qualidade tão duvidosa. Não tem ouvinte que resista.
Mídia e Marketeiros: O rádio é a casa do artista. É lá que ele tem os primeiros contatos com o grande público. Mas hoje ele é o quintal da televisão e até da internet. Primeiro investe-se em qualquer fator polêmico e visual que desperte interesse comercial onde a questão musical torna-se meramente secundária. Vendeu na televisão e na rede? Toquem 10 vezes por dia no rádio.
Produtores musicais e de eventos: Cada vez mais os produtores musicais plastificam artistas promissores, apenas para enquadra-los “nos moldes do mercado” e serem a nova sensação de consumo no rádio, mesmo que isso sacrifique o seu talento. E dentro desta filosofia, os produtores de eventos resolveram inverter os papéis e passaram a exercer influência e comando sobre muitas emissoras, provocando inúmeras ingerências e bobagens. Para estes a ordem é: Rádio é feita para fortalecer o evento , e não o contrário.
Proprietários : É difícil, para a maioria destes, entender que é dono de algo muito mais complexo do que um boteco. Existem dois públicos para atender, o consumidor e o anunciante , nesta ordem. E entre eles está a comunicação, o entretenimento, e muitos fatores emocionais que fogem do entendimento de quem só sabe enxergar cifrões. Ninguém, em sã consciência, liga um radio somente para ouvir os comerciais. Trabalham para ganhar muito dinheiro, mas ignoram que é no investimento no fator humano, e não na tecnologia pra cortar despesas com pessoal, que reside o sucesso de público , de mercado e financeiro.
Grandes Redes de Radio: Mesmo com a sua grande contribuição para o rádio na qualidade e na tecnologia, as grandes emissoras, principalmente as jovens, pecam ao subestimar a inteligência do seu público. Em tempos de independência e interatividade, onde cada vez mais usam o mp3 player e a internet, por que insistem no famoso e restrito formato “Top 40” ( até em flaskbacks ) ordenado pelas gravadoras para fazer a programação diária de uma rádio? A maioria dos hd’s caseiros possuem mais músicas do que isto. Acabam descartando e reciclando público rapidamente e demonstram que não sabem o que fazer com o público que conquistou ao longo dos anos. Identidade não tem idade.
Gerentes de emissoras: Nesta conjuntura, está mais fácil ver as rádios serem dirigidas por gerentes de supermercado do que por radialistas. Estes são responsáveis diretos pelo grande balcão de acordos comerciais e políticos que virou o rádio brasileiro.
Pasmem, mas é comum, nos tempos atuais, encontrar rádios que deixam de lado as ações básicas de proximidade com o público e os anunciantes e usam como seu medidor de viabilidade econômica o público e o faturamento em shows promovidos pela emissora. Ficam tão perdidos e famintos por resultados à curto prazo que acabam construindo rádios desfiguradas, onde juram que são capazes de unificar públicos, gostos e bolsos tão heterogêneos, como se fosse uma grande gôndola de supermercado. Aliás, qual é o problema em haver públicos diferentes? Se não tem foco em um público, como podem atingí-lo?
Profissionais de Radio: Já fui testemunha disto e lí recentemente sobre o assunto: rádio vencedora é aquela que conta com profissionais de verdade que acreditam no formato e na proposta da emissora. Imagine o quanto é drástico para a credibilidade de uma empresa ter pessoas incapazes de passar confiança na qualidade do seu produto, como aquela recepcionista da rádio sintonizada em outra emissora enquanto trabalha ou então em casos mais bizarros, aquela viatura toda produzida, mas espalhando bem alto o som de outra rádio pelas ruas. Não tem meio termo: é demissão sumária.
Por essas e outras que o rádio e os radialistas dão demonstração de fraqueza e falta de seriedade.
Políticos: Responsáveis pela farra da distribuição de concessões de rádio, como se fossem doces em festa de São Cosme e Damião, principalmente no final dos anos 80 e início dos anos 90, mutilaram rádios AM, banalizaram e desvalorizaram a figura do profissional da área e deram outra conotação ao sentido da radiodifusão: valorizar a promoção política e tudo o que puder se aproveitar com isto, como os radiocandidatos, radiopastores, radiopromoters, radiocelebridades, radioportunistas e etc...
Geração Ctrl C + Ctrl V: Estes são mais vítimas do que protagonistas do problema. Em tempos onde ler, pensar e se comunicar parecem ser atos que exigem muito esforço e concentração, surge uma geração que não conhece a importancia do rádio. Para estes, qualquer locução atrapalha, e preferem o dinamismo, a energia e a capacidade de comunicação do seu mp3 player. O que é mais fácil? Ligar o notebook, conectar-se à internet paga e acessar a sua página favorita ou sintonizar um rádio? E cadê as rádios FM para eles ouvirem ? Mas é esta acomodação que traquiliza os que levam o rádio brasileiro para o buraco.
Se você, que está lendo este blog, se sentir dentro de uma destas categorias, não perca o seu tempo se sentindo ofendido; o rádio é mais importante do que qualquer ego ferido. Pense, reflita e discuta o assunto. A sua ajuda é decisiva se quiser realmente contar com o rádio como algo prazeroso, viável e duradouro.
Mas se você estiver do lado de fora de tudo isto, ainda sim estará no lugar mais importante: o de ouvinte. E é por você que devemos dar sentido à existência deste veículo maravilhoso: exercer a comunicação para sermos cada vez mais humanos.
Vida longa ao rádio. Sempre.
Sobe...
Rádios Web Jovem Pan. Pode até ser paradoxo o que vou escrever aqui, em relação ao tema desta coluna. Mas a Pan dá um exemplo de como a tecnologia é usada a favor da valorização da sua marca e do rádio brasileiro. Dentro da página da Classic Pan (ou Classic Hits, como queiram), existem links para a Jovem Pan Anos 80, Anos 90 e outras como aquela reservada para o lendário locutor Djalma “Tutinha” Jorge. Para os amantes da Pan e do Rádio, é uma forma muito bonita de mostrar, na íntegra, uma parte da história que prova por que ela é uma das mais importantes e tradicionais emissoras de todos os tempos no Brasil.
Em especial, a Jovem Pan anos 80, foi muito bem definida por ela mesma: não é uma rádio que toca flashback, mas sim uma rádio-flashback, pois ao ouvir cada música, cada vinheta, cada quadro de humor da época, retrata com fidelidade todo um contexto de época e como sabia ser tão importante, cativante e representativa na vida do seu fiel público.
São imperdíveis as performances cômicas como as do Pardini, Tatá e Escova e do Serginho Leitte, um dos locutores precursores do humor no FM, parodiando até com músicas de Agnaldo Timóteo. Era ponto alto da rádio na época.
Digo isto sem um pingo de saudosismo: o seu conceito de rádio é muito mais adequado, divertido e eficaz do que muito formato atualmente usado e DESAFIO quem queira provar o contrário.
Desce...
Coronelismo Sertanejo no FM – É impressionante como em pleno século 21, ainda tenhamos que conviver com práticas como o monopólio e o coronelismo no FM. Em um país tão imenso e diversificado, o que facilitaria a prática do rádio criativo e pluralista em opções, assistimos porém, a um festival de modismo e imposição cultural praticado pela onda neosertaneja através do desaparecimento cada vez maior de emissoras diferenciadas para dar lugar ao novo “ovo de Colombo” da radiodifusão, pra alegria dos adeptos do lucro fácil e esforço mínimo, mesmo se na sua praça haja outras 10 concorrentes no mesmo segmento.
Invadem TV’s, novelas e programas. Desrespeitam praças com outras preferências e avançam como grileiros dispostos a tomar espaços na marra e vender conceitos únicos e discutíveis, debaixo da hipócrita manta do “ouvinte sem preconceito”, mas quando isolam culturalmente uma região inteira, demonstram o verdadeiro preconceito, que é expulsar gerações de ouvintes e amantes do rádio sem direito de escolha. Assim o rádio vira terra sem lei: ou você consome ou se muda pras banda da intêirnet (sic).
Uma interiorização desnecessária da cultura urbana, que é muito rica, porém não satisfaz aos interesses econômicos de muitos figurões da mídia.
E não confundam: estou falando sobre a exposição excessiva e não sobre o gênero musical e seus apreciadores.
É cada um no seu quadrado. E tem lugar pra todos.
Tema do dia!
Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Uma desesperada solidão.
Uma desesperada solidão. Todas as maravilhas do mundo, todas as experiências e prazeres que tem para oferecer, não são nada quando você não estiver por perto.
Amo você, entretanto estou triste e só mesmo com vc aqui,
Estou com uma sensação de perda muito grande.
Talvez não me dediquei o suficiente, porém o que tenho a oferecer de hoje para sempre vai muito alem do tradicional, ofereço o meu amor de forma incondicional
Perdão amor, por ter te amado na hora errada...
Amo você, entretanto estou triste e só mesmo com vc aqui,
Estou com uma sensação de perda muito grande.
Talvez não me dediquei o suficiente, porém o que tenho a oferecer de hoje para sempre vai muito alem do tradicional, ofereço o meu amor de forma incondicional
Perdão amor, por ter te amado na hora errada...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A pequena história do Palhaço Triste

O palhaço triste deambula pelas ruas. Ri por fora, chora por dentro. Arrasta os pés, pressiona a mão contra o peito. A vida fez dele um “engraçado falso”, que passou pelas várias fases inerentes a este estado de espírito. A ingenuidade, a ordinarice (e não como sinónimo de comum) e, agora, a triste. As lágrimas verdadeiras encontram-se com a que tem pintada na face e o palhaço esfrega a cara, transformando-a num grande borrão. Despenteia os cabelos num acesso de raiva.
“Olha o mostro!”, exclama a criançada.
Já mais calmo, pega no lenço de pano de assoar o nariz e limpa o rosto, concerta os suspensórios, conta as rugas e pinta um sorriso de verdade no coração.
Eu Lobão sou o palhaço de hoje...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
21 de setembro dia do Radialista!!

O dia 21 de setembro é especial. É nessa data, por sua relevância histórica para a categoria dos radialistas, que esses profissionais comemoram o Dia do Radialista. É momento de festejar os avanços e as conquistas e também de pensar sobre o futuro da luta desses trabalhadores que desempenham papel fundamental na sociedade moderna.
História
A história do Dia do Radialista teve início em 1943, no Governo Getúlio Vargas. O então Presidente sancionou uma Lei com a qual fixava um piso salarial, ou remuneração mínima para os profissionais da categoria. “Consta que numa reunião realizada na Rádio Nacional teria sido decidida a escolha da data do referido decreto Lei, 21 de setembro, como referência para se comemorar o Dia do Radialista. Na primeira comemoração, todas as emissoras do Rio de Janeiro silenciaram. Os profissionais foram à rua participar de uma gincana com corridas de calhambeques e foi servido um churrasco na Quinta da Boa Vista”, informa a professora de radiojornalismo e pesquisadora Débora Lopez, através do site Rádio na Rede.
Confusão
Outras datas foram pensadas para homenagear o rádio e os radialistas, mas não têm, para os profissionais do rádio, o mesmo peso histórico do 21 de setembro. A confusão de datas teve início quando o 25 de novembro foi instituído o Dia do Rádio, pelo Marechal Castelo Branco.
Essa é a data de aniversário de Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão Brasileira.
Recentemente, mais uma data surgiu, com a Lei nº 11.327, de 24 de julho de 2006, que institui o dia 7 de novembro como Dia do Radialista. Proposta pelo deputado federal Sandes Junior (PP/GO), a Lei remete à data natalícia do compositor Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil.
Fonte: Pesquisa de rádio e tecnologia disposta no site Rádio na Rede, de responsabilidade da Professora de Radiojornalismo da UFSM/Cesnors, Débora Lopez, doutoranda em Comunicaçáo pela Facom/UFBA e mestre em Letras pela Unioeste.
Certamente se não fosse radialista seria Palhaço...

O homem é o único animal que ri e chora, porque é o único que se impressiona com a diferença que há entre o que é e o que devia ser.
“...chora palhaço da sua tristeza, sorrindo como se a alma estivesse em festa.
Chora palhaço da sua tristeza quando o mundo e as coisas que te cercam dizem NÃO.
Chora palhaço da troça da sua imagem, das suas pinturas e caricaturas.
Chora palhaço por trazer alegria e sorriso ao sorriso e alegria das pessoas, e ter como pagamento a satisfação e a felicidade, ou simplesmente um sorriso.
Chora palhaço da situação que te cerca, das noites não dormidas, pela esperança de um agrado, do sonho de uma alegria continuada e sincera.
Chora palhaço, homem do peito de aço, que da alegria faz o compasso, mesmo que tua alma esteja no descompasso de uma grande tristeza.
Chora palhaço, do seu coração que não trai, não engana, que espera um doce sorriso, uma mão que afague seu semblante, sua cabeça, suas costas e pernas cansadas de tanto se apresentar no picadeiro da fantasia.
Chora palhaço que se enternece quando recebe um sorriso e um muito obrigado, mesmo de alguém que nunca viu.
Chora palhaço das suas mascaras que sorriem quando queriam chorar, que enternecem quando queriam esmorecer, que agitam quando queriam descansar.
Chora palhaço do seu próprio sorriso triste...Chora até descobrir a verdade de tua alma...
A verdade que diz:
Sorria palhaço pois aqueles que tem na alma uma criança, sorriem de verdade para você.
Parabéns a nós Radialistas...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O Brasil onde tudo termina em pizza
Essas leis penais chegam a ser cômicas, só funcionam mesmo para o ladrão de galinhas ou para o cara que rouba um pacote de biscoito para matar a fome dos filhos.
Vivemos num país de MERDAAA!!!!! É tão simples a reforma da lei, mas não há interesse porque estes vagabundos, na verdade, tem um padrinho grande por trás, geralmente um político ou um juiz. A verdade é a seguinte: quer que a lei funcione?
Acabe com essa palhaçada de indulto de natal, dia das mães, etc, pois essa é a forma mais simples de deixar preso fugir. Acabe também com essa pena máxima de 30 anos; se
o cara foi condenado a 100 anos, vai ficar preso 100 anos, afinal, ele não cometeu crimes para levar essa punição? Então cumpra-se a pena! Outra coisa que tem que acabar é com a redução da pena.
A cadeia está cheia de assassinos perigosos que lá dentro ficam iguais a santos só para terem a pena reduzida, ou só cumprirem 1/6, como este assassino e traficante chamado polegar, cumpriu.
Isto é uma vergonha para os juizes que mandam soltar um assassino destes e esta atitude só nos traz a certeza de que cada vez mais estamos vivendo uma guerrilha urbana. Até quando vamos aguentar tudo isso calados? Até quando vamos ficar só olhando a criminalidade crescer? Já passou da hora de irmos para as ruas fazer passeatas, pedir a mudança das leis penais e, principalmente, uma intervenção federal no Rio de Janeiro, dando plenos poderes aos militares para colocar ordem na casa.
BRASIL, SIL, SIL.... Por favor Srs. integrantes do Congresso Nacional, atendam este último pedido de um brasileiro. Façam uma lei e mudem imediatamente o lema de nossa bandeira para: "AQUI É TUDO SACANAGEM!" Estou me mudando para um país sério! FUI!
Um dia surge um político que levante a bandeira da educaçãO! É um investimento a longo prazo mas que teremos excelentes resultados refletidos nas diversas esferas do poder público. Alguém com ideias talvez iguais ao do Leonel Brizola.
Vivemos num país de MERDAAA!!!!! É tão simples a reforma da lei, mas não há interesse porque estes vagabundos, na verdade, tem um padrinho grande por trás, geralmente um político ou um juiz. A verdade é a seguinte: quer que a lei funcione?
Acabe com essa palhaçada de indulto de natal, dia das mães, etc, pois essa é a forma mais simples de deixar preso fugir. Acabe também com essa pena máxima de 30 anos; se
o cara foi condenado a 100 anos, vai ficar preso 100 anos, afinal, ele não cometeu crimes para levar essa punição? Então cumpra-se a pena! Outra coisa que tem que acabar é com a redução da pena.
A cadeia está cheia de assassinos perigosos que lá dentro ficam iguais a santos só para terem a pena reduzida, ou só cumprirem 1/6, como este assassino e traficante chamado polegar, cumpriu.
Isto é uma vergonha para os juizes que mandam soltar um assassino destes e esta atitude só nos traz a certeza de que cada vez mais estamos vivendo uma guerrilha urbana. Até quando vamos aguentar tudo isso calados? Até quando vamos ficar só olhando a criminalidade crescer? Já passou da hora de irmos para as ruas fazer passeatas, pedir a mudança das leis penais e, principalmente, uma intervenção federal no Rio de Janeiro, dando plenos poderes aos militares para colocar ordem na casa.
BRASIL, SIL, SIL.... Por favor Srs. integrantes do Congresso Nacional, atendam este último pedido de um brasileiro. Façam uma lei e mudem imediatamente o lema de nossa bandeira para: "AQUI É TUDO SACANAGEM!" Estou me mudando para um país sério! FUI!
Um dia surge um político que levante a bandeira da educaçãO! É um investimento a longo prazo mas que teremos excelentes resultados refletidos nas diversas esferas do poder público. Alguém com ideias talvez iguais ao do Leonel Brizola.
Tema do dia!
O lema do judiciario e o mesmo do Comando Vermelho: Paz, justica e LIBERDADE. Tamu fu!!!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A verdade
Nunca se consegue agradar a todos. Nem Jesus Cristo conseguiu, pois apesar de pregar o bem e o amor ao próximo, o coitado foi crucificado. Imagine então
se pobres mortais radialistas e jornalistas iriam conseguir agradar gregos e troianos. Nem pensar! Pense então se iriam conseguir agradar familiares de vítimas e de acusados de um mesmo crime. Jamais!
E o pior, nisso tudo, é que sempre acaba sobrando "culpa" para a imprensa. Se ela investiga demais, está se intrometendo no trabalho da polícia. Se não investiga, chamam de incompetente. Se questiona muito, está causando tumulto. Se não questiona, é burra! Se aponta falhas, é inconveniente; se não aponta, é cúmplice. E pior, se o jornalista quiser esboçar uma opinião, por mais singela que seja e mesmo baseada em fatos apurados, já tentam lhe calar a boca com ameaça de processo ou até mesmo de agressão física.
Durante um bate papo com alunos de Comunicação, quando se discutia a "verdade dos fatos", recordo que alertei que a verdade sempre tem pelo menos três lados, o meu, o teu e o verdadeiro. Para comprovar isso, basta fazer uma enquete simples entre testemunhas de um mesmo acidente de trânsito, daqueles sem vítimas, só com arranhões nos carros. Se dez pessoas tiverem presenciado o acidente, você obterá pelo menos cinco versões diferentes. É incrível como cada um conta o caso de acordo com seu angulo de visão, sua vivência e garante que é a verdade.
O que fazer então? Deveríamos confiar na polícia? Afinal ela é composta por profissionais, pagos pelo povo, para investigar e chegar à verdade real. Só que isso nem sempre acontece. A polícia muitas vezes falha e cabe ao radialista/jornalista cobrar para que não falhe e, se possível, ajudar a corrigir o erro.
Toda esta conversa serve pra comentar qualquer caso que está na ponta da língua de qualquer ouvinte de rádio: um crime qualquer. Quando as coisas começaram a ficar atrapalhadas, pensei cá com as teclas do meu computador: "daqui a pouco vão culpar a imprensa, familiares das vítimas começam a dizer que vão processar jornais, emissoras de TV e de rádio, porque divulgam que havia ocorrido uma "reviravolta" no caso, coisa que eles não admitem. Seu papel foi o de divulgar os fatos, fazer perguntas e buscar respostas, esse é o papel da imprensa.
se pobres mortais radialistas e jornalistas iriam conseguir agradar gregos e troianos. Nem pensar! Pense então se iriam conseguir agradar familiares de vítimas e de acusados de um mesmo crime. Jamais!
E o pior, nisso tudo, é que sempre acaba sobrando "culpa" para a imprensa. Se ela investiga demais, está se intrometendo no trabalho da polícia. Se não investiga, chamam de incompetente. Se questiona muito, está causando tumulto. Se não questiona, é burra! Se aponta falhas, é inconveniente; se não aponta, é cúmplice. E pior, se o jornalista quiser esboçar uma opinião, por mais singela que seja e mesmo baseada em fatos apurados, já tentam lhe calar a boca com ameaça de processo ou até mesmo de agressão física.
Durante um bate papo com alunos de Comunicação, quando se discutia a "verdade dos fatos", recordo que alertei que a verdade sempre tem pelo menos três lados, o meu, o teu e o verdadeiro. Para comprovar isso, basta fazer uma enquete simples entre testemunhas de um mesmo acidente de trânsito, daqueles sem vítimas, só com arranhões nos carros. Se dez pessoas tiverem presenciado o acidente, você obterá pelo menos cinco versões diferentes. É incrível como cada um conta o caso de acordo com seu angulo de visão, sua vivência e garante que é a verdade.
O que fazer então? Deveríamos confiar na polícia? Afinal ela é composta por profissionais, pagos pelo povo, para investigar e chegar à verdade real. Só que isso nem sempre acontece. A polícia muitas vezes falha e cabe ao radialista/jornalista cobrar para que não falhe e, se possível, ajudar a corrigir o erro.
Toda esta conversa serve pra comentar qualquer caso que está na ponta da língua de qualquer ouvinte de rádio: um crime qualquer. Quando as coisas começaram a ficar atrapalhadas, pensei cá com as teclas do meu computador: "daqui a pouco vão culpar a imprensa, familiares das vítimas começam a dizer que vão processar jornais, emissoras de TV e de rádio, porque divulgam que havia ocorrido uma "reviravolta" no caso, coisa que eles não admitem. Seu papel foi o de divulgar os fatos, fazer perguntas e buscar respostas, esse é o papel da imprensa.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Sabem o que é superação?

Podemos passar inúmeras dificuldades, e ter de batalhar muito para alcançar certos objetivos e, ainda assim, morrermos na praia.
Podemos deixarmo-nos consumir pelo trabalho, e perder noites de sono ou deixar de passar finais de semana com a família apenas por que temos extrema necessidade de conseguir recursos para mantermos uma vida digna, ou amargarmos um período obscuro de desemprego.
Podemos assistir a injustiça bater à nossa porta e perceber, infelizmente, que em algumas ocasiões não há absolutamente nada a fazer.
Podemos chorar com o coração partido a perda da pessoa amada ou de um ente querido.
Podemos, por tanta coisa negativa que aconteça, julgarmos que tudo sempre dar errado conosco e maldizermos nossa sorte.
Depois de tudo isto até podemos deixar passar pela cabeça a estúpida idéia de fazer uma grande besteira consigo mesmo, desde que seja exatamente assim:que tal idéia passe – e nunca mais volte, por que a Vida é Superação!
Nós não nascemos andando, não nascemos falando, nem pensando tanta bobagem - e o que não podemos em hipótese alguma é perdermos o ânimo, o espírito, e nossa capacidade de amar, de se superar e de viver!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Encontros e desencontros
"... Os encontros mais importamtes ja foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos se vejam..."
Lilica, penso que a conversa foi produtiva, depois de tantos desencontros quem sabe possamos alterar o ritimo natural das coisas até porque eu me encontrei em meus desencontros e te encontrei em teus desencontros...""""""
Mas nada é por acaso nada e sem razão e no tempo certo fomos libertos da cadeia da solidão.
Hoje somos livres libertos pelo amor que nos unem desde um sim ate o fim...
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esse sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.
Quero sinceramente alterar o ritimo normal das coisas e transformar esse sentimento...
Estamos sós e temos apenas um ao outro
O amor é isso uma mistura do fraternal com o casual...
AMO - TE
Lilica, penso que a conversa foi produtiva, depois de tantos desencontros quem sabe possamos alterar o ritimo natural das coisas até porque eu me encontrei em meus desencontros e te encontrei em teus desencontros...""""""
Mas nada é por acaso nada e sem razão e no tempo certo fomos libertos da cadeia da solidão.
Hoje somos livres libertos pelo amor que nos unem desde um sim ate o fim...
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esse sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.
Quero sinceramente alterar o ritimo normal das coisas e transformar esse sentimento...
Estamos sós e temos apenas um ao outro
O amor é isso uma mistura do fraternal com o casual...
AMO - TE
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Amigo de fé
É incrível como a convivência provoca amizades longevas, daquelas que em tempos de internet, Orkut e e-mails certamente já não existem mais. É comum ver o pessoal da das antigas se confraternizando e com orgulho incontido avisando aos novatos que são amigos há muitos anos. “Nossa amizade dura mais que nossos casamentos”, revelou “um dos amigos”, que perdeu a contas de quantas vezes arriscou ter uma vida conjugal prazerosa, mas depois de umas sete ou oito tentativas fracassadas, decidiu dedicar seu tempo ao rádio, ao boteco e aos amigos, estes sim, leais e para sempre, até que a morte os separe.
No Rádio, uma destas amizades de fazer inveja a qualquer um, acontece entre o Eu e o Celso Ribeiro, Luis Matos, Tartarotti, Mike Matos, Fernando Augusto e Neuder Chagas. Sabe-se lá há quantos anos.
Neuder me telefonou e disse que precisava conversar. Ele andava muito estressado. Encontramo-nos numa confeitaria para comer uma gostosa coalhada e tomar um café. Que coisa boa dar risada, conversar sem compromisso, falar das frustrações. Como foi bom para o Neuder saber que alguém separou tempo na sua agenda para “jogar conversa fora”, só por amizade!
Um amigo queria tanto ter um aparelho de cds no seu carro mas o dinheiro andava curto e não dava para comprar. Ficou assim por alguns meses até que o outro amigo nosso comprou um aparelho novo para o seu carro. Adivinha o que ele fez com o outro? Ele não vacilou, foi até minha desse amigo e deu o velho. Sem exigências, só pela amizade!
Amigos não nascem em árvores, nem aparecem num passe de mágica. Boas amizades crescem ao longo do tempo e são resultado do investimento que fazemos em nossos relacionamentos pessoais. Existem alguns princípios básicos que podem ajudar-nos a desenvolver boas amizades. Eis alguns deles:
Seja amigo! Quem deseja ter amigos precisa se fazer um amigo. Não espere que os outros tomem a iniciativa, mas desde o princípio mostre-se amigo das outras pessoas. Para experimentar uma boa amizade é necessário arriscar-se oferecendo a sua amizade ao seu próximo. Ainda que você seja tímido, peça a Deus para dar-lhe esta disposição e lhe direcionar para aqueles que precisam de amigos
Identifique os seus amigos, colegas e conhecidos! Conhecidos são aqueles que convivem conosco, estudam na mesma sala, comem na mesma cantina, trabalham na mesma empresa, moram na mesma rua, etc. A nossa conversa com eles nunca vai além de informações do tipo: “Oi! Quanto foi o jogo ontem?” Colegas são aqueles que nos conhecem um pouco mais. O nosso relacionamento com eles é estritamente “profissional”. São amigos em potencial. Eles convivem um pouco mais conosco, sabem onde moramos, mas não conhecem os nossos sonhos, dúvidas e aflições. Nenhum dos dois sente que gostaria, pelo menos no momento, de investir em um relacionamento mais profundo. Amigos estão conosco na escola e na vida. Existe uma certa cumplicidade nos sonhos e nas aspirações. Partilhamos com eles o que nós somos e sentimo-nos aceitos por isso e apesar disso!
Aceite que é impossível ser amigo de todo mundo! Estudiosos do comportamento humano tem descoberto que não temos tempo nem estrutura emocional para desenvolver, simultaneamente, mais do que 8 relacionamentos significativos em nossas vida. Desenvolver amizades sinceras e profundas exige tempo e exposição gradativa do nosso interior.
Procure ter mais do que um amigo! A amizade saudável não é possessiva. Você não possui seu amigo e nem ele a você. Ter apenas um amigo é limitar muito a sua percepção de vida. Formar um grupo de amigos que jogam bola juntos, fazem passeios juntos é muito saudável e pode ser a cura para amizades possessivas.
Aprofunde a amizade aos poucos! Ao fazer novos amigos você estará se tornando vulnerável à rejeição. Não abra todo o seu coração logo no começo. Agindo assim você dará oportunidade ao seu novo amigo de estudar e ver se ainda deseja continuar aprofundando o relacionamento. Você estará também conhecendo melhor a pessoa e descobrindo se ela é alguém em quem você pode confiar. Esta atitude permitirá que você possa desistir de investir numa amizade sem sentir que outro já sabe demais de você!
Evite julgar pelas aparências. Lembre-se que o homem vê o que está diante dos olhos, porém Deus vê o coração das pessoas. Procure ver as pessoas como Deus as vê e você será surpreendido. Não importa “status” social, beleza, popularidade, etc. Quem procura um amigo deve começar valorizando o interior.
Procure amigos do mesmo sexo! A identificação será mais rápida e você não correrá o risco de um dos dois começar a ter uma expectativa maior do que ter uma boa amizade. Amizade com o mesmo sexo é a regra, com o sexo oposto é a exceção e uma exceção perigosa!
Quando você encontrar um amigo verdadeiro, a vida poderá levá-los por caminhos diferentes e anos se passarem até que num reencontro feliz vocês continuem aquela conversa tão gostosa iniciada “ainda ontem”.
No Rádio, uma destas amizades de fazer inveja a qualquer um, acontece entre o Eu e o Celso Ribeiro, Luis Matos, Tartarotti, Mike Matos, Fernando Augusto e Neuder Chagas. Sabe-se lá há quantos anos.
Neuder me telefonou e disse que precisava conversar. Ele andava muito estressado. Encontramo-nos numa confeitaria para comer uma gostosa coalhada e tomar um café. Que coisa boa dar risada, conversar sem compromisso, falar das frustrações. Como foi bom para o Neuder saber que alguém separou tempo na sua agenda para “jogar conversa fora”, só por amizade!
Um amigo queria tanto ter um aparelho de cds no seu carro mas o dinheiro andava curto e não dava para comprar. Ficou assim por alguns meses até que o outro amigo nosso comprou um aparelho novo para o seu carro. Adivinha o que ele fez com o outro? Ele não vacilou, foi até minha desse amigo e deu o velho. Sem exigências, só pela amizade!
Amigos não nascem em árvores, nem aparecem num passe de mágica. Boas amizades crescem ao longo do tempo e são resultado do investimento que fazemos em nossos relacionamentos pessoais. Existem alguns princípios básicos que podem ajudar-nos a desenvolver boas amizades. Eis alguns deles:
Seja amigo! Quem deseja ter amigos precisa se fazer um amigo. Não espere que os outros tomem a iniciativa, mas desde o princípio mostre-se amigo das outras pessoas. Para experimentar uma boa amizade é necessário arriscar-se oferecendo a sua amizade ao seu próximo. Ainda que você seja tímido, peça a Deus para dar-lhe esta disposição e lhe direcionar para aqueles que precisam de amigos
Identifique os seus amigos, colegas e conhecidos! Conhecidos são aqueles que convivem conosco, estudam na mesma sala, comem na mesma cantina, trabalham na mesma empresa, moram na mesma rua, etc. A nossa conversa com eles nunca vai além de informações do tipo: “Oi! Quanto foi o jogo ontem?” Colegas são aqueles que nos conhecem um pouco mais. O nosso relacionamento com eles é estritamente “profissional”. São amigos em potencial. Eles convivem um pouco mais conosco, sabem onde moramos, mas não conhecem os nossos sonhos, dúvidas e aflições. Nenhum dos dois sente que gostaria, pelo menos no momento, de investir em um relacionamento mais profundo. Amigos estão conosco na escola e na vida. Existe uma certa cumplicidade nos sonhos e nas aspirações. Partilhamos com eles o que nós somos e sentimo-nos aceitos por isso e apesar disso!
Aceite que é impossível ser amigo de todo mundo! Estudiosos do comportamento humano tem descoberto que não temos tempo nem estrutura emocional para desenvolver, simultaneamente, mais do que 8 relacionamentos significativos em nossas vida. Desenvolver amizades sinceras e profundas exige tempo e exposição gradativa do nosso interior.
Procure ter mais do que um amigo! A amizade saudável não é possessiva. Você não possui seu amigo e nem ele a você. Ter apenas um amigo é limitar muito a sua percepção de vida. Formar um grupo de amigos que jogam bola juntos, fazem passeios juntos é muito saudável e pode ser a cura para amizades possessivas.
Aprofunde a amizade aos poucos! Ao fazer novos amigos você estará se tornando vulnerável à rejeição. Não abra todo o seu coração logo no começo. Agindo assim você dará oportunidade ao seu novo amigo de estudar e ver se ainda deseja continuar aprofundando o relacionamento. Você estará também conhecendo melhor a pessoa e descobrindo se ela é alguém em quem você pode confiar. Esta atitude permitirá que você possa desistir de investir numa amizade sem sentir que outro já sabe demais de você!
Evite julgar pelas aparências. Lembre-se que o homem vê o que está diante dos olhos, porém Deus vê o coração das pessoas. Procure ver as pessoas como Deus as vê e você será surpreendido. Não importa “status” social, beleza, popularidade, etc. Quem procura um amigo deve começar valorizando o interior.
Procure amigos do mesmo sexo! A identificação será mais rápida e você não correrá o risco de um dos dois começar a ter uma expectativa maior do que ter uma boa amizade. Amizade com o mesmo sexo é a regra, com o sexo oposto é a exceção e uma exceção perigosa!
Quando você encontrar um amigo verdadeiro, a vida poderá levá-los por caminhos diferentes e anos se passarem até que num reencontro feliz vocês continuem aquela conversa tão gostosa iniciada “ainda ontem”.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Comentários sobre a vanusa cantando o hino nacional!
Bom, ela não errou tanto assim, e mesmo porque ninguém é obrigado a seguir ao pé da letra esse hino mentiroso...
Poderia ser pior:
Na real situação do nosso senado essa mulher cantou muitooo bem, só seria melhor se ela cantasse na final da votação a favor do arquivamento dos processos do Sr.Sarney, ai sim teria fechado com chave de ouro.
Acho que hj ela representa bem nossos governantes lula e cia.
Parabéns Sr. Vanusa, seu lugar e no senado do lado do Sr. Sarney,Sr. Lula, Sra. Dilma e cia.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Recomeçar é inevitável!
Este não se pretende ser um texto de auto-ajuda. Mas pode ser que acabe por se tornar um quando eu o terminar de escrever. Porque, amigos, no fim, somos nós quem nos ajudamos mesmo. Ajuda alguma que a vida nos dá, pode ser recebida sem que seja por nós permitida. Assim, toda ajuda termina por ser uma auto-ajuda.
E nós, nós somos artistas mestres. Somos criadores de obras-primas atemporais. Somos fazedores do tempo.
A cada novo passo, a cada nova escolha, a cada perda [pois são elas as maiores responsáveis pelas transformações que acontecem em nós], a cada aprendizado, a cada sonho realizado, nós, artistas, inventamos a arte de nos criar novamente.
Não falo aqui da metamorfose do fantástico Raul. Não acho que somos seres metamórficos. Embora sejamos ambulantes: peregrinos da estrada que aceitamos trilhar.
A metamorfose é instintiva, não é sentida ou pensada. A metamorfose se opera em nós, e não nós nela. É seguir pulando com cada nova multidão que aparecer.
Já o recomeço, o recomeço é uma atitude. É sentido, muitas vezes nos custa, é sofrido, pensado, refletido, requer garra, escolha, perseverança.
Somos nós quem operamos, que entramos em ação, na hora em que decidimos recomeçar.
E, sim, somos vários ao longo da vida. Somos o vento a carregar as várias e diferentes partículas dos locais por onde passa, a levar em si um pouco de tudo o que tocou.
Somos o vento que ora é dança, ora é briga, ora é desastre, ora é brisa, ora é frio, ora é leveza, ora é horror. Somos o vento que muda de acordo com o tempo que vive.
E, quase que sem escolha, se nossa escolha é interagir com a vida, seguimos recomeçando.
E não recomeçamos porque o presente é ruim. Recomeçamos porque sentimos a necessidade de fazê-lo.
Amo - te minha vida
E nós, nós somos artistas mestres. Somos criadores de obras-primas atemporais. Somos fazedores do tempo.
A cada novo passo, a cada nova escolha, a cada perda [pois são elas as maiores responsáveis pelas transformações que acontecem em nós], a cada aprendizado, a cada sonho realizado, nós, artistas, inventamos a arte de nos criar novamente.
Não falo aqui da metamorfose do fantástico Raul. Não acho que somos seres metamórficos. Embora sejamos ambulantes: peregrinos da estrada que aceitamos trilhar.
A metamorfose é instintiva, não é sentida ou pensada. A metamorfose se opera em nós, e não nós nela. É seguir pulando com cada nova multidão que aparecer.
Já o recomeço, o recomeço é uma atitude. É sentido, muitas vezes nos custa, é sofrido, pensado, refletido, requer garra, escolha, perseverança.
Somos nós quem operamos, que entramos em ação, na hora em que decidimos recomeçar.
E, sim, somos vários ao longo da vida. Somos o vento a carregar as várias e diferentes partículas dos locais por onde passa, a levar em si um pouco de tudo o que tocou.
Somos o vento que ora é dança, ora é briga, ora é desastre, ora é brisa, ora é frio, ora é leveza, ora é horror. Somos o vento que muda de acordo com o tempo que vive.
E, quase que sem escolha, se nossa escolha é interagir com a vida, seguimos recomeçando.
E não recomeçamos porque o presente é ruim. Recomeçamos porque sentimos a necessidade de fazê-lo.
Amo - te minha vida
Frase do dia!
Quando todos estão contra você quer dizer que você está absolutamente errado, ou absolutamente certo.
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